quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Ano de 2012 começa com defeso do caranguejo

O ano de 2012 começará com o combate a uma das maiores preocupações do meio ambiente e, portanto, dos órgãos que o protegem, como a Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará, a Sepaq. Será o periodo de defeso do caranguejo, este ano com um total de seis periodos e o primeiro deles será logo a partir do dia 10 de Janeiro estendendo até o dia 15 do mesmo mês. O Secretário Henrique Sawaki lembra sempre que este defeso é vital para a sobrevivência da espécie, portanto, os órgãos de fiscalização, como o Ibama, aumentarão seu poder de controle. O calendário completo do defeso do caranguejo para 2012 é o seguinte:
Janeiro - 10 a 15 e 24 a 29
Fevereiro - 08 a 13 e 22 a 27
Março - 09 a 14 e 23 a 28
O Defeso é a ação de proteção do caranguejo durante sua fase de reprodução (andada, suatá ou soatá). A Portaria que enfoca este defeso diz que "fica proibido no Estado do Pará a captura, o transporte, o beneficiamento, a industrialização e a comercialização do caranguejo ou de suas partes (patas, pinças, etc).
A Sepaq vai dar ampla divulgação e acompanhar a movimentação assim que o ano começar.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Associação de Pescadores da Vigia condecora a Sepaq


O presidente da Associação dos Pescadores Artesanais de Vigia de Nazaré, André Barros Vale, esteve nesta terça feira no prédio da Sepaq em visita de reconhecimento à Instituição pelos "trabalhos relevantes prestados a esta Associação" e aproveitou para repassar ao secretário Henrique Sawaki um diploma de agradecimento à Sepaq, conforme documenta a foto. Sawaki agradeceu e reiterou que a Sepaq está sempre a disposição de todas as Associações que trabalham pelo engrandecimento do setor pesqueiro no Estado.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Pró Pirá agradece o apoio da Sepaq ao Festival

O médico veterinário da Emater, Kenji Oikawa, que acompanhou o Consul-Geral do Japão, Yukio Numata (foto), na visita que fizeram ao secretário Henrique Sawaki, da Sepaq, na última sexta feira, 23, recebendo o apoio para o V Festival Pró-Ambiente de Inhangapi, endereçou mensagem de agradecimento do seguinte teor:

"Venho agradecer o apoio e incentivo dos colegas .pela realização do V Festival Pró-Ambiente de Inhangapi-V FEPAMI/Projeto "PRÓ-PIRÁ".

Tenho a grata satisfação de comunicar-lhes que o evento foi um grande sucesso, pois, este ano houve a participação de 100% das escolas públicas, tanto municipais como estaduais da cidade de Inhangapi. Desde já estou contando com o apoio para o evento do próximo ano (VI FEPAMI/2012).

Aproveito o período de fraternidade para desejar-lhes um FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO.
Cordialmente,

KENJI OIKAWA"

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Visita do Cônsul do Japão vai reativar convênio para o Programa Pró Pirá




Com intuito de conhecer a atividade pesqueira no Pará tentando reativar o convênio entre a Emater e o Programa Pró Pirá, do municipio de Inhangapi, auxiliado pela Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará, esteve em visita nesta sexta feira à Sepaq, o Consul Geral do Japão, Yukio Numata, recebido pelo Secretário Henrique Sawaki, participando também, o médico Veterinário da Emater, e profundo conhecedor dos problemas da região, dr. Kenji Oikawa. Demoraram-se em discussões, debates sobre o que poderia ser feito para reativar o convênio, enquanto eram mostradas para o Cônsul as ações do Programa Pró Pirá, que é um programa da Prefeitura Municipal de Inahgapi em parceria com a Emater-Pará. O Programa tem em torno de 15 projetos, todos em andamento, acompanhados de perto pelo Programa de Desenvolvimento Sustentável do Municipio de Inhangapi e pelo IDCJ (Centro de Desenvolvimento Internacional do Japão), tudo sob o lema "Educai as crianças e não será preciso castigar os homens". Foi mostrado o Programa de Desenvolvimento Sustentável do Municipio que permitiu a salvação do rio Inhangapi com a criação de peixes, em especial das espécies Tambaqui e Tilápia. Também atua a Patrulha Ambiental que auxilia na preservação e ajuda do Projeto Pró-Pirá.


A Associação tem intensa movimentação, não apenas na elaboração dos 15 projetos do Programa Pró Pirá, como também já promoveu, inclusive, uma Feira do Peixe Vivo no municipio, e Oficinas da Estação Ambiental Aquática para crianças e adolescentes. Há tambem o Projeto Expo Flor e Expo Pará. No conceito geral, o Programa Pró Pirá é o principal pilar do "Aquário da Amazônia".

Consumidores aprovam preços oferecidos na Feira do Peixe Popular




Bacalhau, camarão e peixe foram comercializados com preços até 50% mais baratos que a tabela normal
As amigas Eneide Araújo e Mariana Ferreira saíram cedo de casa em busca do pescado e voltaram com as sacolas cheias
A dona de casa Irene Nonato foi uma das consumidoras que aproveitou a Feira do Peixe para reforçar a ceia de Natal

“Este ano a ceia do Natal vai ser completa. Vamos ter peixe, bacalhau e camarão”, disse a dona de casa Irene Nonato, 64 anos, uma das centenas de pessoas que aproveitaram a última edição da Feira do Peixe Popular, realizada nesta quarta-feira, 22, no prédio do Centur, pela Secretaria de Estado Pesca e Aquicultura (Sepaq).

Até as 14h da quinta feira, 22, foram oferecidas à população cerca de seis toneladas de produtos, entre peixe, camarão e bacalhau, com preços em média 50% abaixo da tabela. “Os preços estão bem acessíveis e nós procuramos oferecer uma boa variedade, principalmente pela proximidade do período natalino. Até o início da tarde acho que teremos um público de mais de três mil pessoas e nossa expectativa é comercializar tudo”, disse Jossandra Pinheiro, diretora de pesca da Sepaq.
Os baixos preços ofertados na feira agradaram os consumidores. O pacote de um quilo do bacalhau dessalgado e desfiado custou ao consumidor R$ 24 e a posta de bacalhau dessalgado, R$ 23. A caixa do camarão rosa sem cabeça foi vendida a R$ 44 e o camarão sete barbas descascado (para molho) a R$ 18. O valor do peixe inteiro variou entre R$ 2 e R$ 5 o quilo, e o peixe sem cabeça a R$ 8.
As aposentadas Eneida Araujo e Mariana Ferreira saíram cedo de casa em busca do pescado e voltaram com as sacolas cheias. “Compramos tudo que tínhamos direito. Aproveitamos principalmente o bacalhau e o camarão, que estão bem caros no supermercado e aqui estão com ótimos preços”, comentou Eneida.

As próximas edições da Feira do Peixe Popular já começaram a ser projetadas pela Sepaq. A ideia é que, pelo menos, uma vez por mês as feiras aconteçam em bairros diferentes da cidade, atendendo principalmente a população de baixa renda. Antes da Semana Santa, em abril de 2012, a Sepaq já está com uma programação fechada para a realização de três edições da feira, sendo uma em janeiro, outra em fevereiro e outra no mês de março. Já em abril, acontecem, como de costume, as Feiras do Peixe Vivo e Peixe Popular.
Texto:Bruna Campos - SecomNotícias
Fotos: Ascom/Sepaq
Fone: (91) 3202-0912 / (91) 9191-9426
Email: brunacampos@agenciapara.com.br
Secretaria de Estado de Comunicação
Rodovia Augusto Montenegro, km 09 - Coqueiro - Belém - PA CEP.: 66823-010Fone: (91) 3202-0901

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Bacalhau é a estrela da Feira do Peixe da Sepaq

O bacalhau dessalgado e desfiado, além da Posta (lombo) do bacalhau, figuram como a grande estrela da Feira do Peixe Popular que a Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará promoverá nesta quinta feira, a partir das 8 horas, na Fundação Tancredo Neves, o Centur. A Feira, que fará sua última edição neste ano de 2011, atenderá a apelos da camada mais pobre da cidade que procuraram os secretário Henrique Sawaki solicitando o evento para as proximidades do Natal. "Eles me procuraram pedindo mais uma Feira, e a Secretaria vai atender", disse Henrique. Haverá peixes de várias espécies a partir do xaréu ao preço de R$ 2,00 o quilo até o pacote de 5 quilos da pescada amarela (filé) por R$ 90,00, ou seja, o quilo a 18 reais. O Camarão rosa (foto) é outro destaque, com ou sem casca, com ou sem cabeça, variando o quilo de 22 reais a 40 reais.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Preços da última Feira do Peixe Popular de 2011 são divulgados

Confira a tabela de preços da última Feira do Peixe Popular do ano, a ser realizada na próxima quinta-feira (22), das 8h às 14h, na sede da Fundação Tancredo Neves (Centur):


Espécies de peixes e preços na Feira de quinta feira no Centur


A Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará, Sepaq, divulgou nesta segunda feira a tabela de peixes com seus respectivos preços que estarão à disposição do consumidor de baixa renda (especialmente) nesta quinta feira, 22, no Centur e na última edição da festejada Feira do Peixe Popular que a Sepaq promoverá. Este evento foi confirmado pelo secretário Henrique Sawaki diante do apelo de vários consumidores em especial de regiões mais pobres da cidade "o que mostrou, realmente, que a Feira veio para atingir seus objetivos", diz Sawaki, lembrando que o principal destino da mercadoria é a camada mais carente de Belém e região metropolitana. Haverá peixe das mais variadas espécies e de diferentes preços, mas todos bem abaixo da tabela, alguns chegando a 50% mais barato. São esperadas centenas de consumidores levando-se em conta a festiva época de Natal, onde o belenense busca alternativas mais em conta para preparar a famosa Ceia do Natal. Além do peixe, teremos tambem bacalhau dessossado e desfiado, ou em forma de lombo, e o camarão rosa, com preços bem abaixo da tabela.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Secretário fala na Alepa sobre setor pesqueiro no Pará

Atendendo ao convite formulado pela Assembléia Legislativa para participar de uma sessão especial sobre o setor pesqueiro do Pará, proposta pelo deputado Chico da Pesca, o secretário de Pesca e Aquicultura do Pará, Henrique Sawaki, compareceu na manhã desta segunda feira, 12, a um debate sobre o setor pesqueiro, alinhando uma série de razões e fatos relacionados ao setor. Sawaki, que representava o Governador do Estado, Simão Jatene, abordou o recente Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca, realizado em Belém, ressaltando os frutos que a atividade pesqueira ganhará com o evento; lembrou também que a Sepaq promoveu, dentro do Congresso, o I Fórum Paraense do Setor Pesqueiro e o I Seminário do Caraguejo Uçá no Pará, garantindo que os pescadores e catadores de caranguejo elogiaram a iniciativa, certos de que o Congresso será um marco no crescimento da atividade pesqueira no Estado.Sawaki referiu-se também aos "dados estatisticos", nem sempre realistas, porque levam em consideração números que não correspondem à realidade por causa da evasão e da clandestinidade que acontecem. Sobre os recursos para o setor pesqueiro do Pará, Sawaki revelou que constantemente a Secretaria está no Ministério da Pesca em Brasilia e tem conseguido recursos para investimentos no Pará, entre eles o destinado ao beneficiamento do pescado que, por sinal, já consta do Plano Plurianual do Governo para o período de 2012 a 2015. Além do secretário Henrique Sawaki, participaram da sessão especial representantes do MPA, Carlos Farias; da Superintendência da Pesca no Pará, Felipe Bordalo; e representantes da Fiepa, UGT, Banco do Brasil, Ibama, Sindpesca, Federação dos Pescadores do Pará e Associação das Pescadoras (composta só por mulheres) de Mosqueiro, além de vários deputados estaduais e do deputado federal, Miriquinho Batista.
No final, a revelação de que a bancada do Pará, em  Brasilia, conseguiu destinar 60 milhões de reais para o setor pesqueiro do Estado, em 2012, arrancou aplausos da numerosa platéia presente no Auditório João Batista da Alepa.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Confirmada para o dia 22 nova Feira do Peixe Popular


A Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará, Sepaq, de acordo com sua Coordenadoria de Pesca, confirmou para o próximo dia 22, quinta feira, a partir das 8 horas, a realização da última Feira do Peixe Popular deste ano, promoção que tem alcançado absoluto sucesso levando ao Centur (local da Feira) centenas de pessoas. Em todas as demais edições da Feira, a maioria no Centur, e outras no Entroncamento e em diversos bairros da capital, inclusive no municipio de Marabá, a Feira alcançou inusitado sucesso, vendendo em média 5 toneladas de peixe, a cada edição. As espécies são as mais variadas, como o Xaréu, que é o mais barato, a 2 reais o quilo, até os filés de Gó, Dourada e Pescada (branca e amarela), os mais procurados. Também haverá venda de camarão rosa, sem casca e sem cabeça, e também o bacalhau desossado, muito procurado nesta época de Natal. A população do entorno do Centur e de vários bairros de Belém espera ansiosa por mais esta edição da Feira. Segundo o secretário Henrique Sawaki, a Feira vai atender a "inúmeros pedidos, de gente humilde e pobre que nos procurou para saber quando a Feira estaria de volta. Nós, portanto, estamos atendendo a este público carente de Belém", disse.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Sepaq busca recursos para a pesca esportiva em Brasília

Comissão durante a audiência, em Brasília.
Nos últimos dias, os assessores técnicos da Sepaq, Lahire Figueiredo Filho e Eduardo Monteiro, estiveram junto com uma comissão em Brasília para apresentar quatro projetos de desenvolvimento da pesca esportiva e articular o porte de recursos financeiros do Ministério do Turismo para a Sepaq. Segundo Lahire, ”tudo conspira a favor desses projetos de pesca esportiva”. Em audiência com a secretária nacional de políticas de turismo do Ministério do Turismo, Bel Mesquita, os projetos foram apresentados. Ela ficou de buscar recursos em fontes e lembrou que o roteiro Manaus/Santarém poderá se estender à Oriximiná (novo produto que é a pesca esportiva no rio Trombetas/Cachoeira da Porteira) em projeto de roteirização turística para Copa do Mundo a ser realizada em Manaus.

Seminário do Caranguejo alavanca esperança do catador






Um dos principais objetivos do I Seminário do Caranguejo Uçá no Pará foi alcançado. Centenas de catadores, aqueles que trabalham nos manguezais, em todo o Brasil, ouviram propostas concretas de que, desta vez, vai sair mesmo o seguro defeso para os catadores, marisqueiros, enfim, para aqueles cuja mão de obra é a pesca do crustáceo. O Seminário promovido pela Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará, com o apoio do Governo do Estado, foi prático e objetivo ao reunir num auditório lotado, nesta quinta feira, no Hangar Centro de Convenções, uma platéia formada por catadores, estudantes, professores de todo o país, ávidos por noticias e por medidas animadoras advindas da realização, em Belém, do XVII Congresso Brasileiro de Engenharia da Pesca. O Secretário Henrique Sawaki, que integrou a mesa dos trabalhos juntamente com a Deputada Federal, Elcione Barbalho (autora do Projeto de Lei que cria o defeso para os catadores do caranguejo) e com o Superintendente da Pesca no Pará, Carlos Alberto Leão, tambem representante do Ministério, traduziu uma das maiores preocupações do setor que é a luta para beneficiar os verdadeiros catadores, frisando que, para tal, esteve no municipio de Quatipuru, no Nordeste do Estado, onde existem mais de 5 mil catadores, iniciando um processo de esclarecimentos e informações como a grande demanda para atender aos 14 municipios produtores, fazendo parceria com o Ministério, reforçando os recursos que são parcos. Sawaki tambem abordou o tema de reduzir gastos para o transporte do caranguejo, aduzindo que muitas vezes o crustáceo chega a morrer pela precariedade como é transportado. Antes, a deputada Elcione Barbalho, fêz uma exposição do seu Projeto de Lei (1.186/2007), que busca fundamentalmente o seguro desemprego para os catadores no período de defeso da espécie. O Superintendente da Pesca, Carlos Alberto Leão, conceitou o valor do Congresso comparando-o à Copa do Mundo para o futebol e garantindo que por "muitos anos veremos os resultados deste Congresso em benefício da categoria de catadores". Os três foram bastante aplaudidos. Funcionou como mestre de cerimônia a técnica da Sepaq, Cristina Brelaz.


Na parte dos debates, palavra franqueada, a professora Ana Rosa, de Sergipe, lembrou que é preciso que haja uma Lei Estadual, assim como acontece com o Estado do Espírito Santo, o único do país; enquanto o catador Amaral, de Macapá, expôs os problemas de seu estado e pediu mais fiscalização para o setor.

Ao final, o Secretário Henrique Sawaki manifestou-se satisfeito com o Seminário considerando-o "prático , objetivo e abrangente", pois reuniu muitas entidades e vários segmentos da sociedade. Nas fotos, aspectos do I Seminário do Caranguejo Uçá do Pará.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Sepaq promove I Seminário do Caranguejo Uçá no Pará

Será nesta quinta feira, dia 01/12, o I Seminário de Caranguejo Uçá no Pará promovido pela Secretaria de Pesca e Aquicultura do Estado incluido na programação do XVII Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca que acontece no Hangar, Centro de Convenções. O evento será presidido pelo secretário de pesca, Henrique Sawaki e tem a seguinte programação:

A partir de 7:00 – Credenciamento


8:30 – 9:00 – Solenidade de abertura
9:00 – 10:30 – Mesa redonda – Projeto de Lei sobre o seguro defeso para o caranguejeiro (Elcione Barbalho – Deputada Federal (autora do projeto de lei), Henrique Kyioshi Sawaki - SEPAq e Carlos Alberto Leão – MPA-PA)
10:40 – 12:00 – Mesa redonda – Bioecologia do caranguejo – Uçá e Potencial produtivo e extrativo do Caranguejo-uçá no litoral Paraense (Kátia Cristina Araújo – UFRA, Mauro Tavares – UFPA e Ivan Furtado – UFRA)
12:00 – 14:00 – Almoço
14:00 – 15:15 – Mesa redonda - Ordenamento do uso dos recursos extrativos : O caso da Lei 7.565/2011 e o Uso do recurso extrativista nas RESEX´s (Adepará e Waldemar Vergara - ICMBio)
15:15 – 16:15 – Palestra - Aspectos Higiênicos e Sanitários do caranguejo – Uçá. ( Fernando Elias -UFRA)
16:15 – 17:15 - Palestra - Unidade de extração da carne do caranguejo e seu regulamento técnico, uma questão de desenvolvimento sustentável para o Pará – (Francisco Bezerril - SEBRAE)
17:15 – 18:15 – Palestra - Tecnologia de acondicionamento para transporte do Caranguejo – Uçá (Patrick Passos - SEPAq).
18:15 – 18:30 – Encerramento - Considerações finais

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Conhecimento sobre a pesca no Pará à disposição do público na Expo Conbep

A realização do Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca (Conbep) no Hangar Centro de Convenções é uma oportunidade de atrair o interesse da comunidade científica e das empresas locais em debater o setor pesqueiro na Amazônia, levando a ciência para outras regiões do país. Para isso, junto ao restante da programação do congresso, é realizada uma feira de exposições de produtos e serviços associados ao tema, chamada Expo Conbep. A Feira de Aquicultura e Pesca reúne as principais instituições envolvidas com o tema do evento, como trabalhos acadêmicos e científicos de diversas instituições do país, estandes que mostram vários estudos ligados ao segmento, como a política territorial de pesca e aquicultura no Pará, até exposições de artefatos de última geração para o setor pesqueiro.

No estande da Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq), é possível ver detalhes das atividades exercidas no órgão. “Além de divulgarmos o organograma da secretaria, ainda podemos apresentar os nossos projetos às pessoas. Um dos mais interessantes é o novo método de transporte de caranguejos que adotamos, onde a mortalidade cai de 80% para 10% a cada dois dias de viagem. Além disso, estamos divulgando a reforma de mercados como a feira aberta de São João de Pirabas, que tem previsão de entrega pro início do ano que vem, assim como a reforma e ampliação das Estações de Curuçá, a construção da estação de Uruará e o projeto de ostreicultura, que será implantado em cinco municípios. Muita gente vem aqui perguntando o que será feito no seu município e essa troca de informações e experiências é muito legal”, destacou o diretor de logística e estatística da Sepaq, Alan Pragana.

O estande da Sepaq também traz à mostra do público aquários com peixes da espécie Pirapitinga. Esse é o peixe cultivado no Parque Aquícola de Tucuruí, que em breve será o maior projeto de aquicultura no mundo. Os projetos da Sepaq para Santarém podem ser explicados pelo próprio técnico da cidade, Oderian Campos. “Existem muitas ações relevantes a serem implantadas como o incentivo à cadeia produtiva do pescado local para que o peixe pescado ali vire merenda escolar. Além disso, pretendemos aumentar a produção de alevinos – que este ano já chegou a dois milhões – nas regiões de Itaituba e Monte Alegre. Já estamos pensando também na construção das unidades de extensão e pesquisa dentro das estações pesqueiras”, revelou.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Sepaq marca presença com movimentado stand no Hangar


Além da participação intensa na abertura do Congresso, ocorrida domingo à noite, e promovendo o I Forum Pesqueiro do Pará, na segunda feira pela manhã, juntamente com a parceria na promoção do Workshop do Cultivo do Pirarucu, a Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará, mantém um movimentado stand no Hangar, local onde está sendo realizado o XVII Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca. As fotos mostram parte da equipe que trabalha no Congresso e o stand da Sepaq.

Sepaq promove I Forum de Pesca no Pará




Depois da solene abertura no domingo, 27, do XVII Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca, com a presença das maiores autoridades do setor pesqueiro do Brasil, onde o Governador do Estado foi representado pelo Secretário Especial de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção, Sidney Rosa, com a presença do Secretário de Estado de Pesca e Aquicultura, Henrique Sawaki, o Congresso iniciou nesta segunda feira sua vasta programação cultural, constando nela o I Forum do Setor Pesqueiro Paraense, evento diretamente promovido pela Sepaq.
Sob o tema "Enfraquecimento das classes representativas dos setores pesqueiro e aquicola no âmbito social, econômico, politico e ambiental", o Secretário Henrique Sawaki proclamou aberto o Fórum dizendo que "vocês vão nos fornecer as causas e dificuldades do Setor" para que "juntos possamos resolver e encontrar as soluções".Sawaki abordou a distribuição dos principais recursos pesqueiros do Brasil; incluindo, em sua palestra, as diversas modalidades de pesca, como a esportiva, a amadora, a recreativa, a ornamental e a cientifica, detendo-se sobre cada uma para uma platéia atenta e curiosa no aprendizado, para levar estes conhecimentos as suas colônias e zonas de pesca nas 12 regiões de integração do Estado. Sawaki também se referiu às principais demandas nacionais da carnicicultura e maricultura, depois que, ao considerar o Forum instalado, ter feito um pequeno histórico da Secretaria desde sua fundação em 24/07/2007, até os dias de hoje, onde é considerada um órgão modelo para o Brasil, revelou Sawaki; falando também de sua missão institucional e do potencial pesqueiro e aquicola do Pará. Entre as autoridades presentes e que compuseram a Mesa dos Trabalhos estiveram, além do secretário Henrique Sawaki, o superintendente da pesca no Pará, Carlos Alberto Leão; o Secretário Adjunto de Estado Ciência Tecnologia e Inovação, Alberto Cardoso Arruda; Dionisio de Sousa Sampaio, presidente da Associação dos Engenheiros de Pesca dos Estados do Pará e Amapá; Victor Uliana, presidente da Associação dos Criadores e Exportadores de Peixe do Pará; e Antonio Melo, chefe do Núcleo de Pesca do IBAMA. Como mestre de cerimônia, funcionou nossa colega Sabrina Carmona. Nas fotos, aspectos do Forum.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Congresso de Pesca começa neste domingo no Hangar

Da Redação

Agência Pará de Notícias
Atualizado em 25/11/2011 às 12:06

A partir deste domingo, 27, até o dia 1º de dezembro, Belém sediará o XVII Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca, promovido pela Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará (Sepaq), com apoio de várias entidades. A programação inclui eventos paralelos como o Workshop do cultivo do Pirarucu, o III Encontro de Ostreicultura do Nordeste Paraense, o 1º Forum do Setor Pesqueiro Paraense e o 1º Simpósio Nacional de Pesca Esportiva (Secapa).

Também estão previstos lançamento de livros como a "Tecnologia do Pescado", a "Oceanografia, Biologia e Dinâmica Populacional de Recursos Pesqueiros" e o "Guia Prático de Doenças de Peixes ornamentais tropicais e de lagos". A abertura será no dia 27, às 18 horas, no Hangar, seguida de coquetel. Porém, desde as 8 horas todos os estandes estarão funcionando para exposição e também haverá extensa programação cultural.

O Congresso Brasileiro de Pesca é uma realização da Associação dos Engenheiros de Pesca dos Estados do Pará e Amapá (AEP-PA/AP), Federação das Associações dos Engenheiros de Pesca do Brasil (Faep-BR), Associação Brasileira de Engenharia de Pesca (Abep), Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará (Sepaq) e Sebrae/PA.

A produção brasileira de pescado aumentou 25% nos últimos oito anos, passando de 990.899 toneladas anuais para 1.240.813 no ano passado. Somente nos últimos dois anos houve um crescimento de 15,7%, conforme os dados estatísticos de 2008 e 2009, sendo que a aquicultura apresentou uma elevação de 43,8%, passando de 289.050 toneladas/ano para 415.649 toneladas/ano. Essas informações estatísticas, que contaram com o apoio do IBGE e do Ibama, estão sendo divulgadas pela primeira vez após a criação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em junho de 2009.

O Pará se destaca na produção nacional de pescado como o maior produtor em se tratando da pesca extrativa artesanal marinha. A pesca é a principal atividade em praticamente todos os 143 municípios paraenses. A ausência de infraestrutura e a diversidade de problemas tornaram bem mais complexo o desafio de estruturar o setor pesqueiro no Pará. Nesse sentido a realização do Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca na capital paraense representa uma oportunidade ímpar para o debate dos problemas, propostas e políticas para o segmento.

Contrato celebra ampliação da Estação de Aquicultura em Curuçá



Na manhã desta sexta feira, 25, foi celebrado um importante contrato entre a Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará (Sepaq) e a E B & M Construtora Ltda com objetivo de executar serviços de ampliação e reforma da Estação de Aquicultura Marinha Fernando Flambot da Cruz no municipio de Curuçá. O Convênio, que foi assinado pelo secretário de Pesca do Pará, Henrique Sawaki, e pela sócia da Construtora, Nise Lisboa dos Santos, tem o número 053/2009MPA/SEPAQ, conforme o documento celebrado na ocasião. A assinatura do Contrato foi resultado do processo de licitação, na modalidade Tomada de Preços, promovido pela Sepaq em 09/11/2011. Além dos dois representantes, participaram da reunião o secretário adjunto da Sepaq, Luiz Sérgio Borges; o diretor administrativo financeiro, Paulo André Cavalcante, e Murilo Santos, também pela Construtora, conforme documentam as fotos.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Sepaq busca em Brasilia recursos junto ao Ministério

Os técnicos da Secretaria de Pesca e Aquicultura, Lahire Figueiredo e Eduardo Monteiro, juntamente com a Secretária Municipal de Turismo de Oriximiná, Sra. Fátima Guerreiro, estiveram no dia 23.11.11 em Brasília para apresentar 04 projetos de desenvolvimento da pesca esportiva e articular o aporte de recursos financeiros do Ministério de Turismo para SEPAq. Esta comitiva também esteve na Câmara dos Deputados, no gabinete da Deputada Elcione Barbalho, onde foi muito bem recebida pela deputada que de pronto telefonou para Secretária Nacional, Sra. Bel Mesquita, colocando todo o seu prestígio e apoio nos projetos de pesca esportiva da SEPAq.

Tudo conspira a favor desses projetos de Pesca Esportiva: o Prefeito de Ananindeua, Helder Barbalho, também encontrou com a comitiva em Brasília e de imediato telefonou para sua amiga Sra. Bel Mesquita (MTUR) pedindo carinho e atenção na aprovação dos nossos projetos.

O Secretário da SEPAq, Henrique Sawaki, pediu que fossem encaminhados para o gabinete do Dep. Asdrubal Bentes os valores dos projetos de pesca esportiva que este Núcleo de Assessoria Técnica-NAT elaborou e apresentou à Sra. Bel Mesquita (MTUR). Isso já foi feito com a urgência que o caso requer, pois o prazo está findando.

A audiência com Bel Mesquita (foto) foi muito boa, ela gostou dos projetos e disse que haveria necessidade do Deputado Asdrubal Bentes incluir no orçamento da União rubricas destinadas especialmente para "Pesca Esportiva Associada ao Turismo de Base Comuntária". Ficou de buscar recursos em outras fontes e lembrou que o Roteiro Manaus a Santarém poderá se estender à Oriximiná (novo produto que é a Pesca Esportiva no Rio Trombetas/Cachoeira da Porteira) em projeto de roteirização turística para Copa do Mundo que terá como uma das sede a cidade de Manaus.
Como resultado desta reunião com a Secretária Nacional do MTUR,  Bel Mesquita, o secretário Henrique Sawaki sugeriu ao Dep. Asdrubal Bentes que inclua em suas proposta de emenda parlamentar ao orçamento, recursos financeiros direcionados para pesca esportiva e assim atender os 04 projetos propostos na ordem de R$ 7.859.576,00.

As Emendas

PROJETOS DE PESCA ESPORTIVA PARA CONTIGENCIAMENTO DE RECURSOS DO ORÇAMENTO ATRAVÉS DE EMENDA PARLAMENTAR

AUTORIA: DEP. ASDRUBAL BENTES

OBJETIVO: Destinar recursos financeiros para o Ministério do Turismo conveniar com o Estado do Pará, específicamente a Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura – SEPAq.

PROJETO 01: IMPLANTAÇÃO DO PARQUE TEMÁTICO DA PESCA ESPORTIVA E REALIZAÇÃO DO CIRCUITO DE PESCA DO CAMURIM NO MUNICÍPIO DE SALINÓPOLIS
ORÇAMENTO GERAL
R$ 1,00
INSTITUIÇÃO CONCEDENTE CONTRAPARTIDA
MTUR
2.754.586,00
SEPAq
275.458,00
TOTAL GERAL
3. 030.044,00


PROJETO 02: FOMENTO A REALIZAÇÃO DE TORNEIOS DE PESCA ESPORTIVA COMO ELEMENTO DE PROMOÇÃO DO TURISMO E DA PESCA SUSTENTÁVEL NO ESTADO DO PARÁ

ORÇAMENTO GERAL
R$ 1,00
INSTITUIÇÃO CONCEDENTE CONTRAPARTIDA
MTUR
1.443.125,00
SEPAq
144.312,00
TOTAL GERAL
1.587.437,00

PROJETO 03: DESENVOLVIMENTO DA PESCA ESPORTIVA NO SÍTIO PESQUEIRO ALTO RIO TROMBETAS / CACHOEIRA DA PORTEIRA, COM ÊNFASE NO TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA.
ORÇAMENTO GERAL
INSTITUIÇÃO CONCEDENTE CONTRAPARTIDA
MTUR
1.145.965,00
SEPAq
114.596,00
TOTAL GERAL
1.260.561,00


PROJETO 04: IMPLANTAÇÃO DE SÍTIOS PESQUEIROS TURÍSTICOS PARA O FOMENTO DA PESCA ESPORTIVA NA REGIÃO TOCANTINS/ARAGUAIA.
ORÇAMENTO GERAL
R$ 1,00
INSTITUIÇÃO CONCEDENTE CONTRAPARTIDA
MTUR
2.515.900,00
SEPAq
 189.900,00
TOTAL GERAL
2. 705.800,00

Pará vai desenvolver a indústria, o comércio e a mineração com nova Secretaria


O governo paraense oficializou a criação da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração, a Seicom. Com o objetivo de impulsionar os diversos setores econômicos do Pará, o órgão, que foi extinto no governo anterior a esta gestão do governador Simão Jatene, deverá estimular de forma sustentável, entre outras coisas, pesquisas nas áreas geológicas do Estado, a verticalização das diversas cadeias produtivas, entre elas a mineral, além de garantir mercados para os produtores paraenses e a instalação de mais indústrias. A Lei de nº 7.570, que cria a Seicom, foi publicada nesta quarta-feira, 23, no Diário Oficial do Estado.
De acordo com o titular da Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção (Sedip), Sidney Rosa (foto), “o Pará tem que ser indutor de geração de novos empregos, atendendo aos diversos setores que podem fazer a geração de novas vagas e renda para a população. Para tanto, necessitava de um órgão específico para isto”, destaca Rosa, que ressaltou que o “Estado ficou acéfalo quando perdeu a Seicom nos anos anteriores”.
O secretário afirmou que a partir da Seicom serão desenvolvidas diversas estratégias para a ampliação da oferta de empregos e oportunidades de negócios no território paraense. “Poderão ser criadas diversas políticas públicas para gerar atividades econômicas que vão pedir a contratação de mão de obra, como a criação de polos de produção, como o de dendê, ou o reflorestamento, agricultura familiar, ou ainda a indústria de transformação e agregação de valor que surgem com a vocação mineral do Estado. São atividades que serão acompanhadas e o nosso papel será o de criar novas oportunidades de crescimento nos próximos anos”, explica Sidney.
A nova Seicom, segundo o secretário Especial, atende as demandas atuais do Pará. A formação da secretaria observará todos os setores econômicos que estão em crescimento no Estado, buscando incentivar o associativismo e o cooperativismo, primando pela agregação de valores dos produtos. “Começamos com uma estrutura enxuta, que poderá crescer nos próximos anos na medida em que o Estado tenha também um aumento do Produto Interno Bruto e do seu orçamento”, reforça Sidney Rosa, que revelou que David Leal, integrante da Sedip, deverá assumir a nova paste a partir da nomeação do governador Simão Jatene.

Controle da Taxa e Cadastro da Mineração

A Seicom ressurge na administração pública do Pará também para gerenciar a Taxa de Controle, Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários (TFRM) e o Cadastro Estadual de Controle, Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários (CFRM), propostos pelo governo à Assembleia Legislativa nesta semana.
Se aprovada pelo Legislativo, a TFRM representará um aumento de 120% na arrecadação da Fazenda Estadual. Com a Taxa sobre a mineração, serão R$ 800 milhões ao ano a mais para o desenvolvimento paraense. O cadastro mineral será obrigatório para pessoas físicas ou jurídicas que sejam autorizadas à pesquisa, lavra, exploração ou aproveitamento dos recursos. Os mecanismos propostos pelo governo do Estado visam garantir a exploração sustentável, assegurando os interesses coletivos da população, o que requer também o controle, o acompanhamento e a fiscalização.
O gerenciamento de ambos os mecanismos caberá à Seicom, que contará ainda com as secretarias de Fazenda (Sefa), responsável pela arrecadação; de Meio Ambiente (Sema), que fiscalizará as questões ambientais, e a de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). Entre as funções do núcleo que será coordenado pela Seicom está a de registrar, controlar e fiscalizar as autorizações, licenciamentos, permissões e concessões para a pesquisa, lavra, exploração e aproveitamento dos minérios. A TFRM prevê multas para as empresas que sonegarem o imposto cobrado sobre o minério ou que forje o documento relativo ao recolhimento da taxa.

(Thiago Melo - Secom)

Conbep traz eventos paralelos com enfoque na pesca paraense

No próximo domingo (27), o setor pesqueiro do Pará e de todo o Brasil será foco de discussões e estudos. Trata-se do XVII Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca (Conbep), a ser realizado no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia no período entre 27 de novembro e 1º de dezembro. O evento é uma promoção que conta com o apoio da Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará (Sepaq) e de vários outros órgãos. Estima-se que centenas de estudantes, entidades e profissionais ligados ao setor estejam presentes. A abertura oficial do Conbep será às 18 horas deste domingo (27).
O objetivo do XVII Conbep é congregar todo o segmento de pesca nacional para discutir o tema central do evento, que é “Construindo o Desenvolvimento Sustentável do Setor Pesqueiro Nacional”. A pretensão é compreender e repensar esse setor numa época de grande desenvolvimento tecnológico, mas ainda marcada pela degradação ambiental e exclusão social. O setor pesqueiro do Pará também terá grande destaque, já que possui um dos maiores pólos do país quando o assunto é pesca e aquicultura. Para isso, foram criados quatro eventos paralelos só para discutir o avanço do Estado neste ramo: III Encontro de Ostreicultura do Nordeste Paraense, II Workshop de Cultivo do Pirarucu, I Fórum do Setor Pesqueiro Paraense e o I Seminário do Caranguejo-Uçá no Pará.
“A ideia é justamente debater os entraves do nosso setor pesqueiro com todos os envolvidos. Queremos reunir desde pescadores e atravessadores até entidades e empresários. Juntos, temos que definir as soluções para poder avançarmos”, destacou o secretário de Estado de Pesca e Aquicultura, Henrique Sawaki. Além dos encontros com enfoque regional, também serão realizados paralelamente o I Simpósio Nacional de Pesca Esportiva e a Expo CONBEP, feira de aquicultura e pesca, que irá reunir as principais empresas e instituições envolvidas com o tema do evento, proporcionando aos participantes a interação com o setor empresarial pesqueiro, além da exposição dos estandes institucionais.
Para ver a programação completa e outros detalhes, é só entrar no site do congresso: http://www.conbep2011.com.br/

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Criação de pirarucu em cativeiro dá certo no sul do Pará

O pirarucu, uma das espécies de peixe mais valiosas do Brasil, com importância comercial similar a do bacalhau, tem sido criado em cativeiro por 10 agricultores familiares de Conceição do Araguaia, no sul do Pará, com o apoio do escritório regional da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater).

A primeira despesca, de 16 toneladas, acaba de ser vendida, no dias 17 e 18 de novembro, para a empresa Mar e Terra, a maior processadora de pescado da América Latina – que fechou contrato no Pará pela primeira vez. A negociação representou um lucro de cerca de 30% para os produtores.

A iniciativa da criação de pirarucu em cativeiro vem se consolidando desde 2006, quando a Emater, frente à quase extinção do pirarucu no rio Araguaia por conta da pesca predatória, começou a orientar tradicionais bovinocultores leiteiros sobre a possibilidade de diversificação das atividades dentro das propriedades, com a construção de viveiros escavados e açudes artificiais.

Com o respaldo da Emater, em 2008 os 10 produtores em questão constituíram a Associação dos Aquicultores de Conceição do Araguaia (Aquicon): além de pirarucu, o grupo cultiva tambaqui, tambacu, piau, curimatã e surubim pintado. Hoje, a piscicultura se tornou o carro-chefe econômico das famílias envolvidas - e o projeto da Emater até inspirou grandes produtores do município, que também passaram a criar o peixe. “O setor aquícola do sul do Pará está em franco crescimento. Esse desenvolvimento tem importância fundamental da parceria da Emater”, diz o presidente da Aquicon, Eliézer Jr.

De acordo com o engenheiro de pesca da Emater, Victor Tiago Catuxo, um dos gargalos da atividade ainda é o alto custo de produção, sobretudo por causa da necessidade de compra de alevinos e de ração industrial. Cada viveiro escavado funcionando, em média com mil metros quadrados e capacidade para 100 alevinos, custa quase R$ 5 mil. Mesmo assim, existe mercado garantido, “o que falta é - por meio de políticas, crédito rural e acesso a tecnologias - qualificarmos e expandirmos esse mercado”, explica. As próximas etapas do projeto da Emater são a incorporação de mais famílias interessadas e a intermediação de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), em valores que podem alcançar os R$ 100 mil.

Aline Miranda - Ascom Emater

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Nomes da Sepaq na Comissão Organizadora do Conbep

A Comissão organizadora executiva do XVII Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca evento previsto para Belém no período de 27/11 a 01/12 é  composta pelos seguintes membros, destacando-se o Secretário da Sepaq, Henrique Sawaki, e a diretora de Pesca da Secretaria, Jossandra Pinheiro e a coordenadora de aquicultura, Maria de Jesus Rodrigues. Eis os nomes:

Comissão Organizadora


COORDENAÇÃO GERAL DO XVII CONBEP

Comissão Executiva:

Dioniso Sampaio - Presidente da Comissão Executiva – AEP-PA/AP

Elizeu Augusto de Brito - Presidente da FAEP-BR

Fabio H. Vieira Hazin - Presidente da ABEP

Rosália Furtado Cutrim Souza - Secretária Executiva da AEP-PA/AP

Henrique Sawaki - Secretário de Estado - SEPAQ

Jossandra Carvalho Pinheiro - Diretora de Pesca - SEPAQ

Maria de Jesus Rodrigues - Coordenadora de Aquicultura -SEPAQ

Wilson Schubert - SEBRAE/PA

Priscila Hoshino - SEBRAE/PA

Keyla Reis de Oliveira - SEBRAE/PA



Comissão Técnico-Científico:

Fabio H. Vieira Hazin - Presidente da ABEP; Walter Moreira Maia Jr – FAEP – BR; Adriana Cunha - UNEB; Valter Maia - UFPB; Israel Aniceto Cintra - UFRA; Vanildo Oliveira - UFRPE; Eudes Correia - UFRPE; Nyamien Sebastien - UNIOESTE; Sérgio Catunda - Fundação Apolônio Salles; Josenildo Souza- UNIR ; Sérgio Mattos - MPA; José Souto - UFPA; Fernando Araújo - UFPA

Comissão Editorial:

Rosália Furtado Cutrim Souza– AEP-PA/AP; Vitor Porto– AEP-PA/AP; Adriana Figueiredo Fonseca – CEPNOR; Carlos Alberto Martins Cordeiro - IECOS/UFPA

Comissão de Divulgação e Apoio:

Dioniso Sampaio – AEP-PA/AP; Vitor Porto – AEP-PA/AP; Kirlian Oliveira– AEP-PA/AP

Comissão de Captação de Recursos:

Dioniso Sampaio – AEP-PA/AP; Elizeu Augusto de Brito - Presidente – FAEP-BR; Fabio H. Vieira Hazin - Presidente da ABEP; Rosália Furtado Cutrim Souza- Secretária executiva– AEP-PA/AP; Kátia Cilene Lima – BBL Eventos

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Definidos períodos de defeso do caranguejo para 2012

Após uma reunião dos órgãos ligados à produção pesqueira no Pará, entre os quais a Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq), ficou definido o período do defeso do caranguejo-uçá para o ano de 2012. Ficou estabelecido que os períodos em que ficará proibida a coleta da espécie serão de 10 a 15 de janeiro, 24 a 29 de janeiro, 08 a 13 de fevereiro, 22 a 27 de fevereiro, 09 a 14 de março e 23 a 28 de março. Na foto, aspecto da reunião.

Conbep: abertura será às 18 hs de domingo, 27, no Hangar

No período de 27 de novembro a 1º de dezembro, Belém sediará o XVII Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca, promoção da Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará (Sepaq), com amplo apoio do Governo do Estado e de várias Entidades. Haverá intensa programação cultural como o Workshop do cultivo do Pirarucu, o III Encontro de Ostreicultura do Nordeste Paraense; o 1º Forum do Setor Pesqueiro Paraense, o 1º Secapa, Simpósio Nacional de Pesca Esportiva, todos eventos paralelos ao Congresso, além do lançamento de livros como a "Tecnologia do Pescado", a "Oceanografia, Biologia e Dinâmica Populacional de Recursos Pesqueiros" e o "Guia Prático de Doenças de Peixes ornamentais tropicais e de lagos".A abertura acontecerá às 18 horas do dia 27, domingo, no Hangar, seguida de coquetel, mas desde às 8 horas todos os stands estarão funcionando para expor, sobretudo, a programação cultural oferecida pelos eventos paralelos.


O Conbep será realizado pela Associação dos Engenheiros de Pesca dos Estados do Pará e Amapá (AEP-PA/AP), Federação das Associações dos Engenheiros de Pesca do Brasil (Faep-BR), Associação Brasileira de Engenharia de Pesca (Abep), juntamente com a Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará (Sepaq) e Sebrae/PA.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Congresso de Pesca será realizado este mês em Belém

O XVII CONBEP será realizado no período de 27 de novembro a 01 de dezembro de 2011, na cidade de Belém, capital do Estado do Pará. O CONBEP será realizado pela Associação dos Engenheiros de Pesca dos Estados do Pará e Amapá (AEP-PA/AP), Federação das Associações dos Engenheiros de Pesca do Brasil (FAEP-BR), Associação Brasileira de Engenharia de Pesca (ABEP), juntamente com a Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará e SEBRAE/PA, com os eventos: o I Fórum do Setor Pesqueiro; I Seminario do Caranguejo-Uçá do Pará; o III Encontro de Ostreicultura do Nordeste Paraense e o II Workshop de Cultivo do Pirarucu, em paralelo O CONBEP 2011 estará acontecendo no contexto de muitas conquistas e comemorações do Setor Pesqueiro do país: a consolidação do Ministério da Pesca e Aqüicultura; os 42 anos da Extensão Pesqueira no Brasil e os 40 anos da Engenharia de Pesca no Brasil.


A Expo CONBEP: Feira de Agricultura e Pesca, irá reunir as principais empresas e instituições envolvidas com o tema do evento, proporcionando aos participantes a interação com o setor empresarial pesqueiro, além da exposição dos estandes institucionais que estarão presentes no evento.

Com o novo cenário para o setor pesqueiro de incremento da produção da pesca e o fomento da aqüicultura, a produção brasileira de pescado aumentou 25% nos últimos oito anos passando de 990.899 toneladas anuais para 1.240.813 no ano passado. Somente nos últimos dois anos, houve um crescimento de 15,7%, conforme os dados estatísticos de 2008 e 2009, sendo que a aquicultura apresentou uma elevação 43,8%, passando de 289.050 toneladas/ano para 415.649 toneladas/ano. Essas informações estatísticas, que contaram com o apoio do IBGE e do IBAMA, estão sendo divulgadas pela primeira vez após a criação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em junho de 2009.

O estado do Pará se destaca na produção nacional de pescado, pois é o maior produtor de pescado oriundo da pesca extrativa artesanal marinha. A pesca no estado no Pará é a principal atividade em praticamente todos os 143 municípios paraenses. A ausência de infra-estrutura e a diversidade de problemas tornaram bem mais complexo o desafio de estruturar a Pesca no Pará.

A realização do Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca no estado do Pará será um divisor para o desenvolvimento da pesca e aqüicultura no Estado.

Os Congressos Brasileiros de Engenharia de Pesca são realizados sequencialmente, desde 1979, a cada dois anos, contando com a participação Engenheiros de Pesca e Pesquisadores, que detém credibilidade nacional e internacional em Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca. A diversidade de experiências e o recente entrosamento da aqüicultura e pesca com outras atividades econômicas exigem que se reflita mais sobre os aspectos teóricometodológicos que dão suporte às práticas profissionais. Durante o evento, haverá mesas redondas abordando a Política Profissional no contexto do sistema CONFEA/CREA`s e o Perfil Profissional do Engenheiro de Pesca e os Programas de Educação Tutorial, inseridos nos cursos de graduação, além de uma abordagem da Pós-Graduação nas Ciências do Mar no Brasil. Uma exibição de trabalhos técnico-científicos, sob a forma de painéis, desenvolvidos por professores e alunos fará parte do evento e haverá ainda, um espaço para oferecimento de mini-cursos teóricos e práticos, visando o aperfeiçoamento profissional.

O objetivo do XVII CONBEP é congregar profissionais, pesquisadores, estudantes, armadores de pesca, pescadores, empresários do setor e aquicultores para discutirem o tema central do evento “Construindo o Desenvolvimento Sustentável do Setor Pesqueiro Nacional” visando compreender e repensá-lo numa época de grande desenvolvimento tecnológico, mais ainda marcada pela degradação ambiental e exclusão social; E contribuir para a divulgação técnico-científica de trabalhos relacionados à aqüicultura e pesca.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Política Estadual quer aumentar produção e baratear o pescado

Técnico da Sepaq, Thiago Oliveira.
O governo paraense está desenvolvendo uma política voltada para o aumento da produção do pescado e a diminuição do preço de várias espécies comuns na região amazônica ao consumidor do Estado. Faz parte dessa política a parceria com a indústria e os produtores artesanais, bem como a implementação do programa Pará Pescado, que vende a preços populares diversos tipos de peixes em bairros da capital e dos municípios. Paralelo a este trabalho, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese-PA) já observou queda no preço do pescado paraense nos últimos sete meses, pelo menos.

De acordo com o técnico da coordenadoria de Pesca da Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq), Thiago Oliveira, o objetivo dos programas que estão sendo desenvolvidos é o aumento da produção para o consumo local e para exportação. É o caso do Parque Aquícola que funciona em Breu Branco, no sudeste do Estado. Lá estão concentrados 325 produtores de pescado que antes trabalhavam descentralizados no entorno do lago de Tucuruí. Atualmente, eles estão organizados, desenvolvendo a produção e garantindo mais peixe para a população.

“A partir deste trabalho desenvolvido em Breu Branco, podemos desenvolver o consumo de pescado no Estado e também garantir a exportação. Hoje em dia os produtores trabalham de forma muito mais organizada”, destacou Thiago. Ele ressalta que “o carro chefe destinado a baratear o preço do pescado e estimular o consumo entre a população é o Pará Pescado”. Por meio do programa, a Sepaq promove feiras de pescado a preços bem populares em diversos bairros da Região Metropolitana de Belém (RMB) e em municípios do interior, a partir de parcerias com a indústria da pesca, que fornece a preços populares pelo menos cinco toneladas de peixe por feira. Este ano já ocorreram cinco eventos desse tipo na RMB e, no último final de semana mais um foi realizado em Marabá, sudeste do Estado, onde foram vendidas cerca de 10 toneladas de pescado em dois dias.

Consumo – A Região Norte é a que mais consome peixe no país. Segundo dados da Sepaq, cada paraense consome, em média, 18 quilos de pescado por ano. O Estado, que é o segundo maior produtor de peixe no Brasil, gerando 180 mil toneladas a cada ano, consome mais que Santa Catarina, que é o maior produtor do país, com mais de 200 mil toneladas por ano. Lá, cada catarinense consome cerca de dois quilos por ano, quantidade considerada pequena pela Organização Mundial da Saúde, que recomenda pelo menos 12 quilos anuais por pessoa.

O técnico de pesca da Sepaq diz que há uma característica peculiar no Pará em relação ao consumo de pescado. “A pesca paraense ocorre em diversos ambientes, como os rios, lagos e o oceano, principalmente no nordeste do Estado. Esta diversidade de ambientes e técnicas faz com que a população tenha hábitos diferentes de consumo, bem como o tipo de peixe que costumam levar à mesa”, destaca. Entre as espécies de peixe mais consumidas pelos paraenses está a Piramutaba, o Filhote, Pescada, Gó e Mapará. “São os peixes mais populares em diversas regiões do Estado. Muito apreciados por todos”, garante Oliveira.

Consumo deve crescer com a queda de preço

Recente levantamento do Dieese/PA apontou queda no preço do pescado pelo sétimo mês consecutivo este ano. A pesquisa levou em consideração o preço praticado em mercados municipais da RMB, que comercializam 38 espécies de peixe. “Esses dados mostram o resultado de uma política que está sendo desenvolvida desde a criação da Sepaq e do Ministério da Pesca, no Governo Federal. A oferta de peixe está sendo maior e a população está sendo incentivada a consumir peixe por se tratar de um alimento saudável e abundante em diversos locais do país”, pontuou o supervisor técnico do departamento, Roberto Sena.

De acordo com Sena, mesmo com a política de aumento da produção, barateamento e estímulo ao consumo do pescado, o preço varia em alguns períodos do ano, principalmente na entressafra. “São questões típicas. Há um período do ano, geralmente a partir de novembro, que os produtores dizem que os rios sofrem influência da água salgada do oceano. Com isso, os cardumes se afastam, dificultando a pesca. Este entre outros motivos, fazem com que o preço do peixe suba até abril, pelo menos”.
Apesar do aumento por causa de questões naturais, o governo pretende manter o aumento do consumo com o desenvolvimento de projetos como o do Parque Aquícola e do programa Pará Pescado, além de garantir preços baixos durante a Semana Santa, quando o consumo é ainda maior.

Thiago Melo - Secom

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Sepaq acompanha o cultivo da ostra


No último dia 03/11, a Sepaq esteve presente, através de seu Diretor de Ordenamento, Alan Pragana, e do Gerente de Ordenamento, Antenor Ferreira, na Comunidade de Lauro Sodré, município de Curuçá, acompanhando a visita da equipe técnica do Ministério da Pesca e da Fundação Banco do Brasil com objetivo de conhecer o Projeto de Desenvolvimento da Malacocultura Paraense (Cultivo de Ostra) desenvolvido pela SEPAq em convênio com o MPA, abrangendo os municípios de Curuçá, Salinópolis, Augusto Corrêa, Maracanã e São Caetano de Odivelas.

Estiveram presentes o Diretor de Águas Marinhas do MPA, Sr. Luiz Osvaldo Santiago juntamente com o Sr. Jefferson D'avila e a Sra. Cláudia Chaves da FBB, e o Diretor de Ordenamento, Logistica e Estudos da SEPAq, Sr. Alan Pragana, assim como os parceiros do projeto SEBRAE, IFPA, UFPA e produtores, onde na oportunidade o MPA e a SEPAq anunciaram a liberação de R$589.591,75 (quinhentos e oitenta e nove mil, quinhentos e noventa e hum reais e setenta e cinco centavos), sendo R$499.991,75 (quatrocentos e noventa e nove mil, novcentos e noventa e hum reais e setenta e cinco centavos) do MPA e R$89.600,00 (oitenta e nove mil e seiscentos reais) do Governo do Estado do Pará.

A visita terminou com uma reunião em Castanhal, no auditório do IFPA, com a presença de produtores dos cinco municípios envolvidos no projeto, onde foi discutida a possibilidade de instalação de uma unidade de processamento de Ostra financiada pela FBB, muito festejada pelos produtores. A proposta entrará em fase de elaboração do projeto. As fotos documentam o evento.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Primeiro dia da Feira do Peixe Popular em Marabá tem movimento alto

A população de Marabá já fez da Feira do Peixe Popular, realizada na manhã desta sexta-feira no município, um sucesso. “Superou as expectativas, pois atendeu muita gente e ainda tem amanhã! Esse bairro onde o pescado foi comercializado hoje é meio afastado do centro da cidade, mas mesmo assim deu muita gente. Nós calculamos que cerca de 1,5 mil pessoas passaram pela feira e mais de quatro toneladas de pescado foram comercializadas”, destacou o secretário de Estado de Pesca e Aquicultura, Henrique Sawaki.

Neste próximo sábado (5), a feira estará situada na Colônia dos Pescadores de Marabá. O principal objetivo da Feira é oferecer o pescado a preço popular, muito abaixo do preço praticado nas feiras e mercados. Em Marabá, o pescado e o camarão serão vendidos 30% menor do que o preço praticado na cidade. Eis algumas das espécies ofertadas em Marabá:

Xaréu a R$3 o quilo; pescada branca e amarela a R$6 e R$11 o quilo; dourada, gurijuba, uritinga, bagre, posta de arraia, posta de corvina, bacalhau dessalgado desfiado, filés de dourada, pescada branca, amarela, GO e sardinha inteira, com preços que variam de R$5 (postas de arraia e corvina) a R$25 (bacalhau). De camarão terá o rosa especial, o rosa sem cabeça e o camarão sete barbas descascado, que variam de R$20 a R$45.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Marabá receberá a Feira do Peixe Popular

No próximo final de semana, dias 4 e 5 de Novembro, a cidade de Marabá, o principal polo do sul do Pará, receberá a Feira do Peixe Popular, uma iniciativa da Secretaria de Pesca do Estado do Pará, sob o comando do secretário Henrique Sawaki, que ontem reuniu com a aquipe (foto) que estará no municipio, a partir desta quinta feira, 3. A Feira tomou corpo com as várias edições promovidas em Belém, em muitos bairro da periferia, e notadamente no Centur e no Entroncamento, que receberam milhares de consumidores. O principal objetivo da Feira é oferecer o pescado a preço popular, muito abaixo do preço praticado nas feiras e mercados. Em Maraba, por exemplo, o pescado e o camarão serão vendidos 30% menor do que o preço praticado na cidade. Eis algumas das espécies que serão ofertadas em Marabá:

Xaréu a 3 reais o quilo; pescada branca e amarela e 6 e 11 reais o quilo; dourada, gurijuba, uritinga, bagre, posta de arraia, posta de corvina, bacalhau dessalgado desfiado; e filés de dourada, pescada branca, amarela, gó, sardinha inteira, cvom, preços que variam de 5 reais (postas de arraia e corvina) a 25 reais (bacalhau). O Camarão terá o rosa especial, o rosa sem cabeça e o camarão sete barbas descascado.

Enfim, uma série de produtos de nossa pesca a preços populares.

A Feira acontecerá no dia 4, sexta feira, no prédio da Secretaria de Agricultura do municipio e no dia 5, sábado, na Colônia dos Pescadores. Serão vendidos um total de sete toneladas.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Sepaq descobre o "Parque de diversão" para o pescador esportivo

Por. Lahire Figueiredo Filho

No período de 23 a 30 do mês de setembro do corrente ano, técnicos da SEPAq realizaram estudo de reconhecimento da potencialidade do alto rio Trombetas e lagos adjacentes, em parceria com a Diretoria de Turismo da Prefeitura Municipal de Oriximiná, para o desenvolvimento da Pesca Esportiva com base comunitária.

No estudo dos lagos e do alto rio Trombetas houve uma inusitada descoberta. O rio Trombetas, após as cachoeiras da Porteira e Viramundo, mostrou-se excelente atrativo para o turismo de pesca esportiva. A equipe percorreu o rio até o Km 31, no igarapé do „Trinta e Um‟, e diversas ações de peixes grandes foram registradas.

A área descoberta é um verdadeiro “parque de diversão” para o pescador esportivo. Ambiente aquático totalmente preservado, visível beleza cênica, com ausência da pesca comercial, comunidade local envolvida no turismo de pesca e presença de grandes exemplares de peixes esportivos.
O governo do Estado do Pará possui uma política definida na Lei n° 6.167/98 e regulamentada pelos Decretos n° 3.551/99 e 3.553/99 que mencionam sobre o incentivo a pesca esportiva e criação de Sítios Pesqueiros. Cabe, portanto, o governo do Estado, através da SEPAq, fomentar a implantação dos Sítios Pesqueiros que passam ser áreas especialmente protegidas com estrutura física de atendimento ao pescador visitante. O Sítio Pesqueiro Alto Rio Trombetas é um sonho a ser alcançado pelos pescadores esportivos amantes do pesque e solte.

O alto rio Trombetas incluindo os lagos Macaxeira e Izibeira, abrangendo a parte do rio após as cachoeiras da Porteira e Viramundo. São ambientes promissores e com grande potencial para criação de Sítio Pesqueiro conforme reza a legislação estadual. Nesse trecho do rio foram capturados exemplares de peixes com grandes tamanhos, observados a grande quantidade de indivíduos e a diversidade de espécies esportivas, caracterizando a área aquática como verdadeiro “parque de diversões” para o pescador esportivo visitante.

A diversidade de espécies

A diversidade de espécies esportivas é fantástica. No geral foram capturados tucunarés entre 3 a 7 Kgs, pescada branca de 2 kg, cachorra de 9 Kgs, diversos trairões entre 3 a 8 Kgs, piranhas pretas de 2 Kgs e pirararas de 15 a 30 Kgs.

O potencial é evidente e favorável na transformação dessa área aquática em Sítio Pesqueiro para o desenvolvimento do turismo de pesca esportiva com base comunitária. Entretanto, tudo deve ser feito com cautela, agilidade do poder público e com efetiva participação da comunidade de quilombola que vive na Vila Cachoeira Porteira. Eles que vão ditar o ritmo da transformação desse maravilhoso atrativo em produto turístico de pesca, eles que vão fazer funcionar esse “Parque de Diversões” para o pescador visitante.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sepaq recebe verbas do Ministério

Atuando já como novo secretário-adjunto da Secretaria de Pesca e Aquicultura, Luis Sérgio Borges, que exercia a diretoria administrativa-financeira, esteve em Brasilia tentando junto ao Ministério da Pesca, da liberação de verbas para a atividade pesqueira no Estado. Luis Sérgio, acompanhado do deputado federal Asdrubal Bentes, ex-secretário da Sepaq, foi recebido pelo Ministro Luiz Sérgio Nóbrega de Oliveira,  discutindo assuntos relativos ao setor pesqueiro no Pará. Esta reunião tratou da liberação dos recursos referentes aos convênios da Sepaq para obras e equipamentos da Estação Fernando Flambot da Cruz, em Curuçá; das Estações de Terra Alta e Santarém, liberação que foi alcançada quando os visitantes mostraram ao Ministro que a Sepaq está em situação regular junto ao CAUC.
Em uma segunda reunião, no mês passado, o Secretário Adjunto, Luiz Sérgio Borges (o segundo à esquerda, na foto), encontrou com o secretário do MPA, Elói de Sousa Araujo, reunindo com a diretoria de ordenamento e setor juridico para a liberação de recursos financeiros dos convênios entre o Ministério e a Sepaq. Todos os recursos pendentes foram liberados e já se encontram na conta corrente da Secretaria.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Sepaq no Programa “Municípios Verdes”

O Governo do Pará vai articular junto a entidades governamentais e não-governamentais, públicas e privadas, ações necessárias para a operacionalização do programa “Municípios Verdes”. A adesão ao programa será espontânea e aqueles que aderirem receberão incentivos a serem regulamentados, tais como: modernização do Iterpa, prioridade na regularização fundiária, fortalecimento dos órgãos e entidades municipais, modernização da legislação fiscal e ambiental, entre outros.

Os participantes do Programa Municípios Verdes receberão treinamentos para suas equipes profissionais em técnicas de geoprocessamento e monitoramento para melhorar o controle sobre o uso da terra e diminuir a degradação dos recursos naturais. A Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq) irá auxiliar os municípios no desenvolvimento dos setores de piscicultura e aquicultura. “Um dos pré-requisitos do município para ser qualificado como verde é o de incentivo à piscicultura, onde a Sepaq será parceira”, destacou o diretor de logística da Sepaq, Alan Pragana.

O que é o programa “Municípios Verdes”:

No dia 23 de março de 2011 o Estado do Pará deu início a um projeto ambicioso: mudar o quadro de devastação da Amazônia e a servir de modelo por meio de uma economia mais forte e sustentável. Foi firmado, então, um pacto com entidades públicas, privadas e nãogovernamentais que deverá promover o desenvolvimento econômico paraense ao mesmo tempo em que busca atingir a meta de desmatamento zero, com foco nos municípios.

O programa, que reúne o Governo do Estado, Governo Federal, administrações municipais, Ministério Público, empresários, produtores e outras instituições representativas de setores produtivos, denominou-se Programa Municípios Verdes.

PÚBLICO ALVO: Produtores rurais, entidades representativas do setor produtivo e população de forma geral.

Objetivos do programa:

• Promover o desenvolvimento econômico e social através do uso sustentável e conservação dos recursos naturais.

• Fortalecer o Sistema Municipal de Meio Ambiente com incentivo à criação dos órgãos e conselhos municipais de meio ambiente, incluindo mecanismos que facilitem a sua estruturação, aparelhamento e funcionamento regular.

• Compartilhar e descentralizar a agenda ambiental, o que pressupõe ações integradas entre o Governo do Estado e os municípios, e permite uma participação mais efetiva da sociedade civil e do setor produtivo.

Mais informações em: http://municipiosverdes.com.br

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Defeso do camarão começa no dia 15/10


No período de 15 de outubro a 15 de fevereiro, o exercício da pesca de arrasto com tração motorizada para a captura de camarões rosa (Farfantepenaeus subtilis e Farfantepenaeus brasiliensis), branco (Litopenaeus schmitti) e sete barbas (Xiphopenaeus Kroyeri), na área compreendida entre a fronteira da Guiana Francesa com o Brasil e a divisa dos Estados do Piauí e Ceará (meridiano de 41º 12"W) está proibido. As informações estão na Instrução Normativa nº9, de 14/09/2004, do Ministério do Meio Ambiente, a seguir publicada em sua íntegra:

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 9
14/09/2004

DEFESO CAMARÃO 2004-2005 - Fica proibido, anualmente, no período de 15 de outubro a 15 de fevereiro, o exercício da pesca de arrasto com tração motorizada para a captura de camarões rosa (Farfantepenaeus subtilis e Farfantepenaeus brasiliensis), branco (Litopenaeus schmitti) e sete barbas (Xiphopenaeus Kroyeri), na área compreendida entre a fronteira da Guiana Francesa com o Brasil (linha loxodrômica que tem o azimute verdadeiro de 41°30', partindo do ponto definido pelas coordenadas de latitude 4°30'30''N e longitude de 51º38'12""W) e a divisa dos Estados do Piauí e Ceará (meridiano de 41º 12"W).

Sepaq e Ifpa reforçam parceria

Nessa semana, o secretário de Pesca e Aquicultura do Pará, Henrique Sawaki, reuniu-se com representantes do Instituto Federal do Pará (Ifpa). Na ocasião, Henrique Sawaki foi atualizado em relação aos projetos de aquicultura do Ifpa, principalmente no município de Castanhal, além de estreitar os laços de parceria entre o instituto e a Sepaq.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Porto de Moz parte para capacitar comunitários

Agradecendo todo o empenho da Sepaq na legalização do acordo de pesca do Rio Açai, o Comitê de Desenvolvimento Sustentável de Porto de Moz (CDS) encaminhou  ofício ao Secretário de Pesca do Estado, engenheiro Henrique Sawaki, pedindo que seja dada continuidade na parceria em relação ao ordenamento pesqueiro no municipio, aludindo que "precisamos agora capacitar os comunitários que são envolvidos no acordo de pesca", afirma no documento.
O Coordenador Geral do CDS, Agostinho Filho Tenório da Silva, salienta que "como está dando certo esta parceria, queremos convidar a Sepaq para trabalharmos no acordo de pesca do Rio Majari". Este acordo envolve as comunidades de Espírito Santo e de São João na localidade Santa Inês, citando os trabalhos a serem desenvolvidos:
1. Reconhecimento do acordo de pesca do Rio Majari
2. Capacitação em monitoramento e fiscalização
3. Apoio na fiscalização.
O Secretário Henrique Sawaki mostrou-se satisfeito com o reconhecimento e interesse da CDS, garantindo que a Sepaq estará sempre à disposição para incrementar ainda mais a parceria, visando, sobretudo, o desenvolvimento da atividade pesqueira no Estado.

Espécies de quelônios na fauna da Amazônia

QUELONICULTURA



A muito variada fauna silvestre de nossa Amazônia inclui 10 espécies de quelônios de hábitos aquáticos. Destes quelônios, três se destacam por sua importância na economia local como fontes tradicionais de carne e ovos: a tartaruga-da-Amazônia (Podocnemis expansa), a tracajá (Podocnemis unfilis) e o pitiú (Podocnemis sexturbeculata).

Esses animais possuem patas espalmadas com membranas interdigitais e dedos com garras córneas úteis para agarrar e cavar. De uma maneira geral, são onívoros que se alimentam basicamente de frutos, sementes, talos, raízes de plantas aquáticas, materiais flutuantes, moluscos, crustáceos, larvas e pequenos peixes.

A tartaruga-da-Amazônia é o maior representante dos quelônios de água doce. O Estado do Pará é a maior área de desova da espécie, onde procura a calha dos grandes rios para essa finalidade. Possui elevado valor econômico por ser totalmente aproveitada, tanto na culinária onde é considerada “iguaria fina”, como nas indústrias farmacêutica e cosmética. Sua carapaça é utilizada na fabricação de adereços e para decoração. É um animal estritamente fluvial e bastante rústico, mas carece de cuidados na criação em cativeiro.

Sua comercialização é explorada nos mercados interno e externo

A fêmea adulta pode chegar a pesar 60 kg, com aproximadamente 60 cm de largura e 90 cm de comprimento. Os machos são menores que as fêmeas. A cabeça das tartarugas é pequena e achatada. De formato oval, a carapaça da tartaruga apresenta as cores preta, alaranjada ou marfim, apresentando ainda manchas escuras de formato regular. As tartarugas têm linhas desenhadas pela cara que são diferentes em cada animal. São como impressões digitais.

O Tracajá é muito semelhante a tartaruga, sendo também objeto das mesmas preferências. Atinge 8 quilos de peso quando adulto e bota cerca de 20 ovos por postura. Também é uma espécie encontrada em toda a Bacia Amazônica e do Rio Orinoco, na Venezuela.

A portaria do Ibama número 142, de 30 de dezembro de 1992, define as regras para a criação comercial das duas espécies, e a número 70, de 23 de agosto de 1996, regulamenta a comercialização dos produtos dessas tartarugas.

A Pitiú ou iaçá habita o Brasil, Colômbia e Peru. No Brasil, a pitiú pode ser encontrada nos rios Solimões, Amazonas e Branco.

A fêmea distingue-se pelas manchas amarelas e pelos dois barbelos debaixo das mandíbulas. Os machos são em média menores que as fêmeas. A carapaça tem cor marrom, clara a escura. O plastrão dos juvenis apresenta seis tubérculos, que dão o nome específico à espécie sextuberculata. Cada postura contém em média 20 a 25 ovos de casca mole. Ainda não se conhece criadouros comerciais dessa espécie.

Além desses existe o muçuã (Knosternom escorpioides) que é uma pequena espécie sul-americana de quelônio de água doce da família dos quinosternídeos que se alimenta especialmente de peixes, girinos, insetos e algas. Possui pequeno porte, atingindo no máximo 27 centímetros. A carapaça é marrom-escura com manchas vermelhas e apresenta três quilhas no dorso. A cauda possui uma espécie de unha no final que caracteriza a denominação escorpióides no nome científico, e serve para segurar a fêmea durante o acasalamento. No macho, a cauda é bem maior que na fêmea. Vive no fundo das lagoas e, durante o período de reprodução, é possível encontrá-la em terra firme.

Jacarés - vulneráveis ou passiveis de extinção.

JACAREICULTURA


Das espécies de jacarés existentes no mundo mais de 70% são consideradas vulneráveis ou passíveis de extinção, e as principais causas são a destruição de seus habitats e a caça ilegal para exploração de seu couro.

Alguns países já efetuam programas de estudo de populações naturais, aliados a controle ou proibição da caça, repovoamento, criação em cativeiro e reintrodução na natureza.

Das cinco espécies de jacaré existentes no Brasil, somente o açu ou jacaré-preto vive apenas na Bacia Amazônica., as outras espécies também ocorrem nessa imensa área hidrográfica, mas ainda são encontradas em regiões como o pantanal matogrossense, margens do rio Parnaíba, bacia do Prata e lagoas litorâneas. São os casos do jacaré-tinga, jacaré-do-papo-amarelo, jacarepaguá e jacaré-coroa,

A proibição da caça foi instituída pela Lei no 5.197 de 03/01/67 e a Criação em cativeiro foi regulamentada pelos decretos governamentais nos 132/88 de 05/05/89 e 250/88 de 22/08/88.

Caiman – São os jacarés sul-americanos, basicamente

Caiman crocodilus crocodilus encontrados na Colômbia, Venezuela e Amazônia brasileira

C. crocodilus yacare encontrado no pantanal mato-grossense.

Caiman crocodilus – Jacaretinga

O jacaré Açu é animal carnívoro e se alimenta de tudo, desde que a alimentação fornecida seja à base de proteína animal. Devido ao metabolismo lento, alimenta-se relativamente pouco, cerca de 1% do seu peso vivo

Para a reprodução, a fêmea faz um ninho na vegetação na beira do lago, rio ou igarapé, onde coloca seus ovos que após um mês de incubação, eclodem. Ao contrário da maioria dos répteis, as fêmeas de jacaré costumam proteger os ninhos e filhotes. O acasalamento ocorre na água, mas a fêmea bota os ovos em terra.

O Jacaretinga vive no nordeste da Amazônia, chega a medir até 2,5 metros, se alimenta de peixes, pássaros, caranguejos. Para reproduzir põe de 14 a 40 ovos que levam 60 dias para eclodir.

Os índios deram a esse jacaré o nome de jacaretinga porque tem a barriga branca e tinga, em tupi, significa branco.

O animal também inspirou os americanos, que acharam engraçada a saliência que o bicho tem sob os olhos, que lembra o meio-óculo, aquele usado para leitura, e o chamaram de “spectacled-caiman”, ou seja, jacaré de óculos.

O jacaretinga não chega a estar ameaçado de extinção, mas é considerado vulnerável.
A raridade do jacaretinga é, em parte, culpa da exportação clandestina para os Estados Unidos, que foi grande no passado. Esse animal é manso, dificilmente morde e por isso foi muito usado como animal de estimação, mas alguns escaparam de seus donos e hoje se reproduzem em liberdade na Flórida.

A conservação da espécie no Brasil visa a produção de indivíduos para o fornecimento de matrizes e reprodutores para criadores, evitando assim a captura de indivíduos em populações remanescentes

A propagação em cativeiro garante a preservação da espécie em alto risco de extinção (não deve ser considerada como manejo)

A criação em cativeiro apresenta uma taxa de mortalidade de 4,75 % do estoque (média de 4 anos) e o maior índice é alcançado no 3o ano (8,7%)

O efeito positivo no crescimento de filhotes ocorre entre 18 e 20 meses e o abate ocorre quando o animal apresenta um tamanho mínimo de 90 cm

As peles tem aproveitamento integral e a carne possui consistência e paladar não diferenciados

O controle de temperatura, os cuidados alimentares e a higienização dos recintos estimula um grande avanço com aceitáveis taxas de mortalidade, crescimento, ganho de peso, qualidade da carne e tipo de pele produzida

O jacaré produz couro de excelente qualidade e de alto valor comercial, e é usado na confecção de bolsas, sapatos, capas de agenda, etc.

Sua carne também é usada na culinária. Um dos pratos mais sofisticados é a carne de jacaré no leite da castanha-do-Pará.

O tempo de permanência no criadouro varia de 2 a 3 anos e no ambiente natural varia de 5 a 6 anos

O IBAMA admite que 10% dos ovos recolhidos sejam devolvidos como filhotes à natureza, após 6 meses de idade

Animais devolvidos à natureza são indivíduos com maior oportunidade de sobrevivência (> 50cm)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Pré-Círio: Mais de oito toneladas vendidas na Feira do Peixe Popular

O final de semana do Círio de Nazaré deverá ter mais do que pato do tucupi e maniçoba. Para incentivar o consumo de pescado e mariscos neste período, a Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq) realizou nesta quinta-feira (6) a Feira do Peixe Popular em dois pontos distintos da cidade: no entroncamento e na Fundação Tancredo Neves (Centur). Em ambos os pontos, era possível comprar, por preços mais em conta, diversas espécies de peixe, além de camarão e caranguejo. Ao todo, foram mais de oito toneladas de pescados vendidos e mais de mil caranguejos.
Neste ano, esta é a sexta vez que a feira foi realizada, número recorde da Sepaq. “Eu acho ótimo. Quanto mais vezes tiver, melhor. Agora a minha festa do Círio vai ser recheada de peixe e camarão”, destacou o professor Otávio Dias. A artesã Ana Rita Silva também aproveitou a oportunidade para fazer as compras da casa. “Acho essa feira muito boa! Sempre gostei muito de comer peixes e mariscos, até porque o meu pai, desde criança, sempre incentivou esse tipo de alimentação, por ser saudável. Agora, eu repasso isso à minha família. Tudo o que eu comprar aqui vai ser consumido ao longo dessa semana”, contou.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Peixes que estarão à venda na Feira Popular de 5ª feira


A Feira do Peixe Popular será realizada mais uma vez nesta quinta feira, 6, no Centur e no Parque de Exposições do Entrocamento, atendendo ao apelo popular que foi feito durante as outras feiras já promovidas direto com o secretário de Pesca do Pará, Henrique Sawaki, que decidiu atender e programou dois eventos para o mesmo dia, nesta época em que a cidade está com grande número de pessoas, todas preocupadas com o almoço do círio. O peixe é altamente nutritivo e estas feiras têm como objetivo estimular o consumo do peixe. Veja a tabela: