quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Peixe raro no México

Pesquisadores descobrem espécie que possui pênis com ganchos

Fonte: Terra por Redação
Imagem: Reprodução
North Carolina State University

Um peixe macho do México ficou conhecido pela sua genitália incomum. Equipado com quatro ganchos, o pênis do macho pode permitir-lhe agarrar a fêmea mais resistente durante o acasalamento, dizem os pesquisadores. O Peixe Mosquito de Llanos, ou Gambusia quadruncus, foi descrito este mês no Journal of Fish Biology por uma equipe liderada pelo pesquisador Brian Langerhans da Universidade Estadual da Carolina do Norte. Langerhans explica que os órgãos genitais do macho em forma de gancho podem ser um marcador de resposta para as defesas das próprias fêmeas contra investidas indesejáveis. As informações são do Huffington Post.

"Normalmente, a reprodução é mais penosa no sexo feminino, assim fêmeas procuram formas de reduzir o acasalamento com machos de `menor qualidade` ", disse Langerhans, em um comunicado.

"As fêmeas desta espécie evoluíram para ter uma grande bola de tecido que bloqueia a maior parte do poro genital. Isto significa que a mulher teria que deliberadamente permitir que o macho se acasalasse com ela, a menos que o macho desenvolvesse uma arma contra essa defesa", explicou o pesquisador.
A genitália com os quatro ganchos poderia ajudar os machos a superar a resistência e acoplar no poro genital da fêmea, para que os espermatozoides possam ser depositados nela. A fecundação no gênero Gambusia ocorre dentro do corpo da fêmea a ela dá à luz a filhotes vivos.
Por mais estranho que pareça, tais ganchos não são desconhecidos. Em outra espécie nova - a Phallostethus cuulong - que foi recentemente descoberto em partes do Vietnã, os machos possuem o pênis na cabeça, com um gancho irregular para segurar a fêmea durante o acasalamento. Os pesquisadores que descreveram que o peixe em uma edição de julho da revista Zootaxa disseram que a ligação com o companheiro provavelmente ajuda a garantir o sucesso da fertilização.
Langerhans descreveu também outra característica estranha no Peixe Mosquito de Llanos. As fêmeas têm um ponto colorido em seu ânus que parece indicar a localização do poro genital da fêmea, status reprodutivo e espécies. Este último poderia reduzir cruzamento, segundo o pesquisador.
"Então, pode ser que o Gambusia quadruncus evoluiu diferentes pontos anal para ajudar a reduzir os acasalamentos entre espécies e a possível formação de híbridos", concluiu o pesquisador.
Revista IPesque

Peixe gigante no Canadá

Canadense fisgou um esturjão de 3,5 metros e o devolveu à natureza

Fonte: G1 SP por Redação com informações TV CBC
Imagem: Reprodução
TV CBC

O canadense Norman Daley fisgou um esturjão de 3,5 metros de comprimento e cerca de 500 quilos durante pescaria no rio Fraser, perto de Chilliwack, na província da Columbia Britânica, no Canadá, segundo reportagem da emissora de TV "CBC".
Após medi-lo e fotografá-lo, Daley largou o esturjão novamente no rio.
É o segundo peixe gigante capturado no rio nos últimos meses. Em julho, o aposentado Michael Snell fisgou um esturjão de 3,76 metros de comprimento.
Revista IPesque

Pesca com mosca


Saiba mais com Salgado Filho e Gerson Kavamo
Fonte: Salgado Filho
Imagem: Salgado Filho

Não que esta modalidade seja vez ou outra esquecida ou que novos adeptos não busquem, a cada dia, o domínio da técnica, mas ocorre um fato interessante no mercado brasileiro de pesca com mosca. Ela sofre ondas de ascensão e queda, só que a cada novo boom ela se fortalece e se firma mais, quer seja entre os novos pescadores quer seja com lojas, profissionais e serviços ligados a ela.
Isso se deve a uma série de fatores como mídia (revistas, internet, programas de TV), profissionais da pesca ligados à modalidade e, principalmente, pelo constante surgimento de novos fabricantes de materiais, o que, por consequência, ajuda a baixar consideravelmente os preços.
O grande primeiro boom da Pesca com Mosca ocorreu no início dos anos 90, até meados de 1993. Apesar de um grande número de pescadores ter migrado para esta modalidade, um número muito maior ficou de fora, basicamente obstruído por três empecilhos: o preço de equipamentos muito alto; a falta de conhecimento da língua inglesa (não havia praticamente nada de literatura em português e o pouco que havia não era suficiente); e principalmente por falta de com quem e onde aprender. Não havia ainda escolas especializadas e alguns poucos que detinham as técnicas aparentemente não tinham interesse em ensinar, divulgar, talvez para não perder o trono de FLYFISHERMAN – salvo raríssimas exceções.
Ao se ver um pescador desenhando false cast’s (arremessos falsos, aquele vai e vem com a linha no ar) à beira de um lago ou rio, era comum, ao ser questionado sobre o que estava fazendo, que mal respondesse, e quando o fazia, dizia: “Ah, isso é muito difícil”, o que desencorajava totalmente o novato curioso.
Após este período, no final dos anos 90 e início do novo século, não só surgiram escolas especializadas como também pessoas interessadas em divulgar a Pesca com Mosca. Isso não só ajudou os novos interessados, mas criou uma grande alavanca comercial para a modalidade no Brasil, o que durou até aproximadamente o ano de 2004, quando houve uma nova parada.

Os anos passaram, a globalização chegou definitivamente, com o advento de novas tecnologias e encurtamento das distâncias proporcionado pela internet, e novas cabeças passaram a ver a Pesca com Mosca como um bom e próspero negócio. Desta forma, se disseminaram novas escolas ministrando cursos, novas lojas (principalmente as virtuais) e novos serviços ligados ao segmento. Os preços de materiais hoje quando comparados ao passado são irrisórios e fabricantes passaram a produzir varas, linhas e carretilhas que literalmente “cabem” em todos os gostos e bolsos, bem como os chamados “combos” – conjuntos completos compostos por VARA, CARRETILHA, LINHA e BACKING prontos para serem utilizados –, algo que antes era inadmissível na Pesca com Mosca. Claro que, assim como em todos os setores, existem os “combos” de boa e má qualidade.
A principal alavanca, entretanto, foi o surgimento de pessoas realmente interessadas em divulgar, desmistificar e popularizar a Pesca com Mosca. Hoje o mercado vive um novo boom. A Pesca com Mosca tem sido explorada em larga escala pelas revistas especializadas e TV’s, com matérias e programas específicos, e, melhor ainda, que dão ao leitor/telespectador a versão “tupiniquim” da modalidade: nada de apresentação perfeita de mosca, nada de iscas multicoloridas para a captura de Salmões ou das minúsculas moscas secas para a captura de Trutas, mas sim os grandes arremessos com iscas volumosas que buscam as pancadas dos grandes Tucunarés, os saltos maravilhosos dos Tarpons, as acrobacias de Dourados, Bicudas, Matrinxãs, Aruanãs, Traíras, Trairões, enfim, todos os nossos majestosos predadores de águas doce e salgada. Mesmo nos pesque-pague, é possível ver grandes lutas contra os famosos “Redondos”, as grandes Carpas e Tilápias fisgadas com “ração artificial” ou miçangas, por exemplo.
A criatividade do pescador Brasileiro quebra conceitos e antigas barreiras e, dessa forma, a Pesca com Mosca para nós e nossos peixes possui características que tornam o Mosqueiro ou Flyfisherman, como queiram, genuinamente Brasileiro.
Deixo aqui meus cumprimentos e respeito a todos que de uma forma ou de outra colaboram para o desenvolvimento da Pesca com Mosca, divulgando, ensinando, produzindo iscas, vendendo materiais, ferramentas, equipamentos e tudo o que está relacionado a este encantador universo. PARABÉNS.
Revista IPesque

Áreas de Marinhas protegidas

Parque Nacional Laughing Bird Caye é um ótimo exemplo de abundância de peixes e destaque no turismo

Fonte: Instituto da Pesca por Centro de Comunicação
Imagem: Divulgação
Laughing Bird Caye

Em 1996, quando o Parque Nacional Laughing Bird Caye foi criado, pescadores de Belize manifestaram-se contra a criação desta área protegida, em cujas águas era proibido pescar. Entretanto, agora se beneficiam da abundância de peixes e do auge do turismo que essa unidade de conservação provocou. Os múltiplos benefícios de declarar áreas marinhas protegidas são destacados em uma série de estudos realizados por especialistas, apresentados pela organização International Conservation (IC).
Os oceanos estão em crise, entretanto, quase ninguém consegue perceber essa realidade e, por isso, o público em geral não tem noção do está ocorrendo. Assim, a idéia de se criarem áreas marinhas protegidas constitui uma solução que pode reduzir de modo significativo a degradação oceânica, ao mesmo tempo que beneficia as comunidades locais quando a gestão é bem feita.
Leia mais: “Áreas marinhas protegidas...”, de autoria do pesquisador científico Edison Barbieri, do Centro do Pescado Marinho do Instituto de Pesca, vinculado à APTA (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo), em: www.pesca.sp.gov.br, Textos Técnicos, item “Sustentabilidade”.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Feira do Pescado na Pedreira confirma sucesso

A Feira do Pescado realizada no último sábado (29) foi considerada um sucesso de público. Na ocasião, aproximadamente cinco toneladas de pescado foram vendidas à população. Neste mês de outubro, tem mais. Os amantes do pescado podem pensar em fazer a ceia do Círio de Nazaré de uma forma mais saudável e rentável. Já foi confirmada outra feira para o dia 11 deste mês, na Fundação Tancredo Neves (Centur), para atender a demanda da população no período da quadra nazarena, onde muitas famílias costumam receber hóspedes de fora. Consequentemente, essas famílias acabam por gastar mais no supermercado mensal. Confira as fotos da Feira do Pescado na Pedreira:


Crédito: Agência Pará

Crédito: Agência Pará


Crédito: Agência Pará



quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Sepaq luta por recursos no Ministério da Pesca

Recentemente, foi realizado um encontro no Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em Brasília, com a presença do secretário da Sepaq, Henrique Sawaki, o secretário-adjunto, Luiz Sérgio Borges e o diretor administrativo-financeiro do órgão, Paulo André Cavalcante. A comitiva foi recebida pelo Secretário-Executivo do MPA, Átila Maia. Na ocasião, foi negociada a liberação do restante dos  recursos dos convênios referentes aos projetos Flambor, Curuperê e Terra Alta, todos pertencentes à Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura.

Confira os preços da próxima Feira do Peixe Popular

Quem quiser comprar peixe mais barato nesse mês de setembro ainda terá oportunidade. No próximo sábado (29), será realizada mais uma Feira do Peixe Popular. Desta vez, o bairro da Pedreira será o local, na Paróquia Nossa Senhora de Aparecida (Avenida Pedro Miranda, esquina com a Travessa Barão do Triunfo), das 8h às 14h. Como de costume, a Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq) promove a feira com preços cerca de 10% mais baratos que no restante do mercado.

Entre as tradicionais espécies vendidas estão a sardinha inteira (R$7 o quilo), o xaréu com cabeça (R$3 o quilo), o filé de pescada branca (R$13 o quilo), o filé de dourada (R$13 o quilo) e o filé de pescada amarela (R$18 o quilo). Alguns produtos considerados nobres também estarão à venda como é o caso do camarão granel sem cabeça (tamanho G, R$30 o quilo), o filé do bacalhau dessalgado (R$23 o quilo) e o peixe tipo bacalhau salgado e desfiado (R$23 o quilo). A Sepaq, desde o começo do ano, realiza pelo menos uma feira com preços populares por mês, para incentivar o consumo do pescado no Estado.

Em outubro, os amantes do pescado podem pensar em fazer a ceia do Círio de Nazaré de uma forma mais saudável e rentável. Já foi confirmada uma feira para o dia 11 deste mês, na Fundação Tancredo Neves (Centur), para atender a demanda da população no período da quadra nazarena, onde muitas famílias costumam receber hóspedes de fora. Consequentemente, essas famílias acabam por gastar mais no supermercado mensal.

Confira a tabela de preços do próximo sábado (29):
 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Sepaq incentiva cadeia produtiva de camarão em Benevides

Como parte da programação de incentivo à cadeia produtiva do camarão amazônico, a SEPAq realizou visita técnica à empresa Grota do Taiassui, localizada no município de Benevides, cujo objetivo foi o de conhecer a tecnologia de produção de pós larva do camarão amazônico. Na oportunidade, 13 técnicos da Sepaq – sob coordenação da diretora em exercício, Raffaela Marques - foram recebidos pelo sócio proprietário da empresa, o biólogo Tibério Soares, que apresentou a tecnologia para obtenção de pós-larvas.

Ao final, foi feito um levantamento de informações pertinentes à cadeia em questão. As atividades realizadas na Grota do Taiassui contaram com o apoio do Centro de pesquisa CAUNESP/SP, EMATER/Abaetetuba e IFPA. A Sepaq, enquanto Instituição estadual, tem a missão de promover o desenvolvimento do setor, além de fomentar o cultivo das espécies nativas comerciais da região amazônica, agregando conhecimento e buscando alternativas para o aumento da produção aquícola no Estado.

Próxima Feira do Peixe Popular será neste sábado na Pedreira

Quem quiser comprar peixe mais barato nesse mês de setembro ainda terá oportunidade. No próximo sábado (29), será realizada mais uma Feira do Peixe Popular. Desta vez, o bairro da Pedreira será o local, na Paróquia Nossa Senhora de Aparecida (Avenida Pedro Miranda, esquina com a Travessa Barão do Triunfo). Como de costume, a Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq) promove a feira com preços cerca de 10% mais baratos que no restante do mercado.

Em outubro, quem quiser fazer a ceia do Círio de Nazaré de uma forma mais saudável e rentável, pode optar pelo pescado mais barato. Isso porque também já foi confirmada uma feira para o dia 11 deste mês, na Fundação Tancredo Neves (Centur). As feiras sempre ocorrem das 8h às 14h. Entre as tradicionais espécies vendidas estão a sardinha inteira (R$6 o quilo), o xaréu com cabeça (R$4 o quilo), o filé de pescada branca (R$13 o quilo), o filé de dourada (R$13 o quilo) e o filé de pescada amarela (R$18 o quilo).

Alguns produtos considerados nobres também estarão à venda como é o caso do camarão sem cabeça (tamanho G, R$35 o quilo), camarão descascado (tamanho G, R$40 o quilo), o filé do bacalhau dessalgado (R$23 o quilo) e o peixe tipo bacalhau salgado e desfiado (R$23 o quilo). A Sepaq, desde o começo do ano, realiza pelo menos uma feira com preços populares por mês, para incentivar o consumo do pescado no Estado.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Seminário encerrou a Semana do Peixe em Belém


.Da Redação
Agência Pará de Notícias

                                             A diretora de pesca, Jossandra, que está à direita na foto ao lado do secretário Sawaki

Nesta segunda-feira (17) foi encerrada a programação da segunda edição da Semana do Peixe, realizada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura no Pará. Este ano a Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura do Pará (Sepaq), que apóia o evento, foi responsável pela organização de três das quatro feiras de comércio do produto que aconteceram na Região Metropolitana de Belém (RMB) entre os dias 3 e 15 de setembro. Ao todo foram comercializadas 20 toneladas de pescado no evento.
“Apoiar o Ministério em ações de incremento a produção e ao consumo do pescado no Pará é fundamental. A Secretaria está atenta a atividades como esta, que estimulam o comércio e o consumo do pescado no estado. Estivemos à frente da organização das feiras que aconteceram no dia 8 no ginásio Abacatão, em Ananindeua, e no dia 15 no Centur e no bairro da Terra Firme”, disse Jossandra Pinheiro, diretora de pesca da Sepaq.
A Sepaq possui vasta experiência na coordenação deste tipo de evento. Desde agosto do ano passado já realizou 25 “Feiras do Pescado” no Pará. Foram 23 na Região Metropolitana de Belém e duas em Marabá, onde foram comercializadas mais de 110 toneladas de peixe, camarão, caranguejo e ostra. Além do incremento para a indústria do pescado, que pode comemorar um aumento de mais de oito toneladas no comércio do produto todo mês desde o começo do evento, o projeto ainda permite que a população consuma o pescado com menores preços, pois não há atravessadores no processo.
Segundo a Diretora, o projeto da Feira do Pescado, realizado pela Sepaq, foi responsável por um considerável aumento na venda do pescado industrializado. O xaréu, campeão de comercialização nas 25 feiras realizadas, teve quase 27 toneladas vendidas. “Em cada feira atendemos cerca de 300 pessoas, a média é de duas feiras por mês. Trabalhamos com diversos tipos de pescado congelado, través da parceira com o Sindicato das Industrias Pesqueiras (Sinpesca), desde o xaréu, que custa dois reais o quilo, até o bacalhau e o camarão rosa e ainda comercializamos ostra e caranguejo, fornecidos por criadores e tiradores respectivamente. Nosso público alvo é diverso e muito interessado no produto”, diz Jossandra.
O sucesso do evento realizado pela Sepaq não é à toa. Jossandra Pinheiro explica que o paraense consome 18 quilos de pescado anualmente, número bem acima da média brasileira, que é de sete quilos por pessoa. “No Pará estamos acima até da média mundial de consumo de pescado, que é de 16 quilos por ano. Isso demonstra o potencial da produção e o interesse de nossa população. Para manter este número a Sepaq já está desenvolvendo a programação das próximas Feiras do Pescado para o ano de 2013. Vamos mudar a configuração do evento para beneficiar ainda mais cidadãos”, complementou.
Conforme explicou a diretora, a Sepaq está montando o calendário de eventos para o próximo ano que pretende realizar dois tipos de feira, uma fixa, que deverá acontecer no Centur e a outra itinerante que irá percorrer vários municípios do estado, respeitando solicitações de entidades de classes, recebidas pela secretaria. “A Sepaq definiu um novo modo de operar em 2013. Comunidades interessadas em realizar uma feira em seu bairro ou município serão informadas de como proceder, ou seja, quais são os requisitos e documentos necessários para realizar o evento”, informou a diretora de pesca da Sepaq.
Texto: Julia Garcia - Secom