O ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, e a diretora de Prevenção da Corrupção da Controladoria-Geral da União (CGU), Vânia Lúcia Ribeiro Vieira, inauguraram o primeiro posto do Serviço de Informação ao Cidadão (SIC) do País, na sede do Ministério em Brasília. A iniciativa antecipa um dos principais instrumentos da lei de Acesso à Informação, prevista para entrar em vigor em toda a administração pública direta e indireta no próximo dia 16 de maio.
“Esta é uma nova forma da administração pública se relacionar com a sociedade, ao superar a cultura do sigilo pelo da transparência”, disse Vânia Vieira, após elogiar o MPA pelo comprometimento desde o primeiro momento com a iniciativa. O Ministério viabilizou o SIC e ainda disponibilizou em seu site na internet um espaço de “Acesso à Informação”. Pelo compromisso do ministério, todas as Superintendências Federais da Pesca e Aquicultura nos estados contarão também com atendimento aos usuários.
A solenidade de inauguração do SIC em Brasília foi acompanhada em tempo real, por viodeoconferência, pelas equipes das SFPAs da maioria dos estados.
Compareceram à solenidade dirigentes do Ministério da Pesca e Aquicultura, como o secretário de Planejamento e Ordenamento da Pesca, Eloy de Souza Araujo, a assessora internacional Lúcia Maria Maierá, o assessor de Controle Interno Dauro Valle, e o secretário-executivo Atila Maia, responsável pela implementação do SIC no MPA.
Direito do cidadão
O ministro Marcelo Crivella recordou, na solenidade, que a o acesso à informação é um direito garantido pela constituição brasileira. “O cidadão bem informado tem melhores condições de conhecer e acessar outros direitos essenciais, como saúde, educação e benefícios sociais”, assegurou. De acordo com ele, aproximadamente 90 países já possuem leis que regulam este direito.
Marcelo Crivella destacou ainda a importância desta lei para os pescadores brasileiros, muitos de origem humilde, e fez um apelo aos superintendentes e demais funcionários do Ministério para darem atenção, carinho e apreço a estes profissionais, de forma a “informar para eles tudo o que seja importante”.
A mobilização no MPA, para tornar o SIC efetivo, em termos de respostas às demandas do cidadão, envolveu setores como o próprio Gabinete do Ministro, a Assessoria de Comunicação, a Secretaria Executiva e as quatro secretarias da pasta (Planejamento e Ordenamento da Pesca, Planejamento e Ordenamento da Aquicultura, Infraestrutura e Fomento e Monitoramento e Controle), além da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração (SPOA).
Após a videoconferência, o Serviço de Informação ao Cidadão, foi inaugurado pelo ministro Crivella e a representante da Controladoria-Geral da União (CGU), Vânia Vieira. O SIC do MPA em Brasília já está atendendo o público na sede do Ministério, em horário comercial, e pelo telefone (61) 2023-3800 e 2023-3801.
Lei de Acesso à Informação
Sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, em 18 de novembro passado, a Lei de Acesso à Informação traz procedimentos a serem observados pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Também estarão subordinados a este regime legal os órgãos públicos integrantes da administração direta dos Poderes Executivo, Legislativo, incluindo as Cortes de Contas, e Judiciário e do Ministério Público; as autarquias, as fundações públicas, as empresas públicas, as sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios.
Do mesmo modo, estarão, igualmente, sujeitas, no que couber, aos preceitos da referida lei as entidades privadas sem fins lucrativos (ONGs e OSCIPs, por exemplo), que recebem recursos públicos diretamente do orçamento ou mediante subvenções sociais, contrato de gestão, termo de parceria, convênios, acordo, ajustes ou outros instrumentos congêneres para realização de ações de interesse público.
Criada em julho de 2007 pela Lei 7.019, a Secretaria de Estado de Pesca e Aqüicultura – SEPAq, assumiu o desafio de formular, planejar, coordenar e executar as políticas e diretrizes para o desenvolvimento sustentável, integrado e participativo das atividades pesqueira e aqüícola no Estado do Pará, contribuindo para dinamizar a economia, potencializar as vantagens comparativas do Estado e os benefícios sociais decorrentes.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Ministro reune com a Frente Parlamentar da Pesca e Aquicultura
O ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella participou, na manhã desta quarta-feira (11), de um café da manhã com os deputados da Frente Parlamentar da Pesca e Aquicultura, na Câmara. Na oportunidade, Crivella apresentou os projetos e perspectivas do Ministério.
O deputado Cleber Verde, presidente da Frente Parlamentar, destacou as ações desenvolvidas pelo ministro Crivella em prol do setor e complementou, “temos a oportunidade de colocar a pesca e a aquicultura como a atividade mais importante do país”.
Durante a apresentação, o ministro exibiu um panorama do setor nos dias de hoje; explicou o funcionamento das unidades de apoio à cadeia produtiva e expôs os equipamentos públicos de apoio à rede logística da pesca e aquicultura.
“Se ocuparmos 1% da área dos reservatórios brasileiros podemos alavancar a nossa produção. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) afirmou que o pescado é o nosso pré-sal, portanto precisamos investir no setor, incentivar as pesquisas e desonerar os tributos”, declarou o ministro Crivella.
Na foto, aspecto do Encontro com os parlamentares, entre os quais, representando o Pará, os deputados Wandenkolk Gonçalves, Miriquinho Batista e Elcione Barbalho.
O deputado Cleber Verde, presidente da Frente Parlamentar, destacou as ações desenvolvidas pelo ministro Crivella em prol do setor e complementou, “temos a oportunidade de colocar a pesca e a aquicultura como a atividade mais importante do país”.
Durante a apresentação, o ministro exibiu um panorama do setor nos dias de hoje; explicou o funcionamento das unidades de apoio à cadeia produtiva e expôs os equipamentos públicos de apoio à rede logística da pesca e aquicultura.
“Se ocuparmos 1% da área dos reservatórios brasileiros podemos alavancar a nossa produção. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) afirmou que o pescado é o nosso pré-sal, portanto precisamos investir no setor, incentivar as pesquisas e desonerar os tributos”, declarou o ministro Crivella.
Na foto, aspecto do Encontro com os parlamentares, entre os quais, representando o Pará, os deputados Wandenkolk Gonçalves, Miriquinho Batista e Elcione Barbalho.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Peixe amazônico inspira engenheiros a criar cerâmica flexivel
Fonte: Hypescience por Bernardo Staut com informações ScienceDaily
Coloque um cardume de piranhas famintas e um peixe de 120 quilos juntos. Quem sai vitorioso?
A surpreendente resposta – já que nós conhecemos a mordida perigosa da piranha – é o enorme peixe brasileiro Arapaima. O segredo do sucesso são suas escamas em formato intricado, que são inclusive fonte de “bioinspiração” para engenheiros desenvolverem cerâmicas flexíveis.
A origem desse estudo veio de uma expedição na bacia amazônica feita por Marc Meyers, professor de engenharia americano. Ele pensou muito sobre as escamas protetoras do Arapaima. Como ele consegue sobreviver em lagos infestados de piranhas, onde nenhum outro peixe consegue?
Meyers e colegas criaram um laboratório experimental para colocar as piranhas contra Arapaima. Os dentes da piranha foram pressionados no sistema de escamas do Arapaima. Eles descobriram que os dentes conseguem penetrar parcialmente as escamas, mas se quebram antes de atingir o músculo.
As escamas do peixe combinam uma camada externa de minerais com um desenho interno que consegue resistir à mordida da piranha. “Você vê isso frequentemente na natureza, onde existe algo duro por fora, mas há algo mais mole dentro”, afirma Meyers.
É uma combinação que os engenheiros gostariam de reproduzir para aplicações como coletes de soldados, que precisam ser duros e flexíveis. Outras aplicações incluem células de combustível e design aeroespacial.
No caso do Arapaima, a criatividade das escamas serve como resistência para que possam coexistir com piranhas. Os experimentos realizados por Meyers sugerem algumas lições para os engenheiros bio-inspirados.
Por exemplo, a combinação de materiais duros e moles dá às escamas várias formas de repelir as mordidas.
Por cima, material mineralizado resistente, e por baixo fibras de colágeno em direções alternadas.
A camada externa é cerca de duas vezes mais dura que a interna, dando ao peixe uma boa armadura. Ao mesmo tempo, a estrutura interna dá uma boa resistência às escamas. “Se você organiza as fibras dessa maneira, com diferentes orientações, consegue força para todas as direções”.
Também há liberdade de movimento. A camada interna resistente mais mole e a hidratação das escamas contribuem para a habilidade de ser flexível, ainda que forte. É uma solução de engenharia que permite que o peixe mantenha-se móvel ao mesmo tempo em que está bem armado, além de permitir que as escamas se deformem consideravelmente antes de quebrar.
Meyers afirma que o mundo natural está repleto de inspirações para materiais. Um de seus próximos projetos vai envolver escamas dos crocodilos.
Em certos aspectos, o campo da engenharia natural é um retorno às raízes das manufaturas, quando os humanos criavam a partir do couro, dos ossos e da madeira. “Nós temos produzido materiais com uma performance muito alta, mas estamos chegando ao limite dos sintéticos”, comenta Meyers. “Agora estamos voltando a olhar para esses materiais naturais e perguntar ‘como a natureza combina essas coisas’?”.
(Revista IPesque)
Coloque um cardume de piranhas famintas e um peixe de 120 quilos juntos. Quem sai vitorioso?
A surpreendente resposta – já que nós conhecemos a mordida perigosa da piranha – é o enorme peixe brasileiro Arapaima. O segredo do sucesso são suas escamas em formato intricado, que são inclusive fonte de “bioinspiração” para engenheiros desenvolverem cerâmicas flexíveis.
A origem desse estudo veio de uma expedição na bacia amazônica feita por Marc Meyers, professor de engenharia americano. Ele pensou muito sobre as escamas protetoras do Arapaima. Como ele consegue sobreviver em lagos infestados de piranhas, onde nenhum outro peixe consegue?
Meyers e colegas criaram um laboratório experimental para colocar as piranhas contra Arapaima. Os dentes da piranha foram pressionados no sistema de escamas do Arapaima. Eles descobriram que os dentes conseguem penetrar parcialmente as escamas, mas se quebram antes de atingir o músculo.
As escamas do peixe combinam uma camada externa de minerais com um desenho interno que consegue resistir à mordida da piranha. “Você vê isso frequentemente na natureza, onde existe algo duro por fora, mas há algo mais mole dentro”, afirma Meyers.
É uma combinação que os engenheiros gostariam de reproduzir para aplicações como coletes de soldados, que precisam ser duros e flexíveis. Outras aplicações incluem células de combustível e design aeroespacial.
No caso do Arapaima, a criatividade das escamas serve como resistência para que possam coexistir com piranhas. Os experimentos realizados por Meyers sugerem algumas lições para os engenheiros bio-inspirados.
Por exemplo, a combinação de materiais duros e moles dá às escamas várias formas de repelir as mordidas.
Por cima, material mineralizado resistente, e por baixo fibras de colágeno em direções alternadas.
A camada externa é cerca de duas vezes mais dura que a interna, dando ao peixe uma boa armadura. Ao mesmo tempo, a estrutura interna dá uma boa resistência às escamas. “Se você organiza as fibras dessa maneira, com diferentes orientações, consegue força para todas as direções”.
Também há liberdade de movimento. A camada interna resistente mais mole e a hidratação das escamas contribuem para a habilidade de ser flexível, ainda que forte. É uma solução de engenharia que permite que o peixe mantenha-se móvel ao mesmo tempo em que está bem armado, além de permitir que as escamas se deformem consideravelmente antes de quebrar.
Meyers afirma que o mundo natural está repleto de inspirações para materiais. Um de seus próximos projetos vai envolver escamas dos crocodilos.
Em certos aspectos, o campo da engenharia natural é um retorno às raízes das manufaturas, quando os humanos criavam a partir do couro, dos ossos e da madeira. “Nós temos produzido materiais com uma performance muito alta, mas estamos chegando ao limite dos sintéticos”, comenta Meyers. “Agora estamos voltando a olhar para esses materiais naturais e perguntar ‘como a natureza combina essas coisas’?”.
(Revista IPesque)
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Caranguejo bate recorde de venda na Feira do Peixe Pra Valer
O crustáceo foi uma das vedetes das feires de peixe vivo e popular que o governo do Estado promove em Belém e mais outros 28 municípios do interior
Da Redação (Agência Pará)
O caranguejo foi a grande pedida de quem procurou nesta quarta feira (4) a Feira do Peixe Pra Valer, promovida pelo governo do Estado. Foram vendidas, até as 14 horas, cinco mil unidades da espécie, o total do estoque programado para os dois dias de evento. Nesta quinta feira (5) a ação continua em 20 pontos da cidade, mas não haverá reposição da quantidade.
O crustáceo foi ofertado em três pontos da cidade, ao preço de R$ 1: no Centur, no Entroncamento e no Ginásio do Abacatão (Coqueiro). Outra espécie bastante procurada foi a ostra. Somente no Centur foram vendidas 70 das 80 dúzias programadas. As ostras também estavam sendo vendidas no Entroncamento e no Ginásio do Abacatão, ao preço de R$ 8 a caixa. Os estoques da espécie serão repostos nesta quinta-feira.
Quem procurar pelo pescado nesta quinta, terá disponíveis 20 pontos de venda de peixe, 19 destinados ao peixe popular e cinco ao peixe vivo. Os peixes mais populares são a piramutaba, xaréu, gurijuba, pescada branca, dourada e o bagre, com preços que variam entre R$ 4 e 10. Na feira do peixe vivo o consumidor poderá comprar o tambaqui, o tambacu e a tambatinga por R$ 8,50 o quilo.
No Centur e no campus da Universidade do Estado do Pará (Uepa) da avenida Almirante Barroso, também são ofertados produtos nobres congelados, a exemplo do filé de dourada, filé de pescada amarela, bacalhau e camarão. Na capital serão mais de doze toneladas de pescado para comercialização.
Além de Belém e Região Metropolitana, outros 28 municípios do interior também têm feiras para a venda de peixe, entre eles Santarém, Conceição do Araguaia, São Félix do Xingu, Altamira e Breves. Em todos os pontos, o horário de funcionamento das feiras será de 8 às 17 horas, mas o posto de venda da Ceasa, na capital, funciona desde a madrugada, ofertando peixe vivo.
Texto: Danielle Ferreira
Da Redação (Agência Pará)
O caranguejo foi a grande pedida de quem procurou nesta quarta feira (4) a Feira do Peixe Pra Valer, promovida pelo governo do Estado. Foram vendidas, até as 14 horas, cinco mil unidades da espécie, o total do estoque programado para os dois dias de evento. Nesta quinta feira (5) a ação continua em 20 pontos da cidade, mas não haverá reposição da quantidade.
O crustáceo foi ofertado em três pontos da cidade, ao preço de R$ 1: no Centur, no Entroncamento e no Ginásio do Abacatão (Coqueiro). Outra espécie bastante procurada foi a ostra. Somente no Centur foram vendidas 70 das 80 dúzias programadas. As ostras também estavam sendo vendidas no Entroncamento e no Ginásio do Abacatão, ao preço de R$ 8 a caixa. Os estoques da espécie serão repostos nesta quinta-feira.
Quem procurar pelo pescado nesta quinta, terá disponíveis 20 pontos de venda de peixe, 19 destinados ao peixe popular e cinco ao peixe vivo. Os peixes mais populares são a piramutaba, xaréu, gurijuba, pescada branca, dourada e o bagre, com preços que variam entre R$ 4 e 10. Na feira do peixe vivo o consumidor poderá comprar o tambaqui, o tambacu e a tambatinga por R$ 8,50 o quilo.
No Centur e no campus da Universidade do Estado do Pará (Uepa) da avenida Almirante Barroso, também são ofertados produtos nobres congelados, a exemplo do filé de dourada, filé de pescada amarela, bacalhau e camarão. Na capital serão mais de doze toneladas de pescado para comercialização.
Além de Belém e Região Metropolitana, outros 28 municípios do interior também têm feiras para a venda de peixe, entre eles Santarém, Conceição do Araguaia, São Félix do Xingu, Altamira e Breves. Em todos os pontos, o horário de funcionamento das feiras será de 8 às 17 horas, mas o posto de venda da Ceasa, na capital, funciona desde a madrugada, ofertando peixe vivo.
Texto: Danielle Ferreira
Paraense economiza na compra do peixe para a Semana Santa
A Feira do Peixe Pra Valer é promovida pelo Governo do Estado na capital e no interior
O secretário de Pesca e Aquicultura do Estado, Henrique Sawaki comemorou o sucesso da parceria entre Governo, produtores e o setor pesqueiro
A Feira do Peixe Pra Valer, promovida pelo Governo do Estado, movimentou nesta quarta-feira, 4, desde cedo, vários pontos de venda em todo o Estado. Só na capital são 20 os locais onde o Governo disponibiliza pescado a preço bem popular, e com qualidade. Além do produto congelado, alguns locais também disponibilizam peixe vivo, caranguejo, camarão e ostras. A população aproveita a oferta para economizar e garantir o abastecimento para a Semana Santa.
Na sede das Centrais de Abastecimento do Pará (Ceasa), em Belém, o movimento foi intenso logo no início da manhã. Antes mesmo das 6h a população já fazia fila para comprar o peixe vivo. A maranhense Conceição Pereira, de 47 anos, comprou 15 quilos de tambaqui para preparar para toda a família no almoço de Páscoa. Para ela, não há alimento mais saudável do que o pescado fresco. “Todo ano eu venho à feira do peixe popular e do peixe vivo para comprar o prato principal do nosso almoço. É muito mais barato. A gente economiza e compra peixe de qualidade, fresquinho. Lembro da minha terra quando como peixe assim”, disse a atendente, que vive há anos no Pará.
Ainda na Ceasa, quem também aproveitou o preço baixo e a qualidade dos peixes vendidos foi o carregador de mercadorias Sidney da Silva, de 30 anos. Ele trabalha na central de abastecimento e, durante uma folga do trabalho, comprou o pescado para a família. “Deu para comprar tudo o que eu quis aqui. O nosso almoço está garantido. Vai ter peixe à vontade para todo mundo”, afirmou Sidney, que reservou 200 reais para comprar o peixe e gastou bem menos que a metade comprando quase 4 quilos de tambaqui vivo.
Outro ponto de venda bastante procurado na capital foi o do Parque de Exposições do Entroncamento. Lá muita gente chegou cedo para ser um dos primeiros na feira, que abriu às 8h. Wilson Queiroz estava com a sacola cheia. Dourada, Piramutaba, Pescada Branca, caranguejo e ostras, tudo comprado com economia, segundo o consumidor. “Eu cheguei cedo e consegui fazer boas compras. Comprei bastante peixe, caranguejo e até ostras. E ainda sobrou dinheiro para comprar o complemento do almoço de domingo”, contou Wilson.
O aposentado Dacildo Garcia, assim como Wilson, comprou produtos bem variados no Entroncamento. Em pouco tempo de feira, ele encheu as sacolas com duas dúzias de ostras, três quilos de tambaqui e ainda estava a procura de Dourada para o almoço da Páscoa. Para ele, o preço baixo foi o que permitiu a variedade nos ingredientes para a Semana Santa. “Aqui o preço está bem melhor do que nos mercados. A gente compra até ostra, que é difícil conseguir aqui em Belém”.
Lucro
Para os consumidores, uma oportunidade para comprar a preços populares o pescado, crustáceos e frutos do mar para a Semana Santa. Para os produtores que comercializam os produtos, a Feira do Peixe Pra Valer, do Governo do Estado, é uma grande oportunidade de lucro. A produtora de ostras Rosa Teixeira, de Augusto Corrêa, veio à capital para participar do evento. Animada, ela garantiu que o lucro que ela terá nesses dois dias da feira consegue cobrir o que ela ganha em seis meses de trabalho no seu município. “É a minha primeira vez aqui na Feira. Isso é uma boa oportunidade para nós produtores. Vou ganhar 2 mil reais vendendo 100 dúzias de ostras nesses dois dias. Geralmente isto é o que eu ganho em seis meses, vendendo para restaurantes da região. A Páscoa será muito boa este ano”, afirmou Rosa, que há 5 anos mantém um criadouro de ostras.
Os peixes vivos vendidos em Belém e na Região Metropolitana estão sendo fornecidos pelo criadouro de Djânia Guimarães, do município de Bonito. O período, para ela, é o mais lucrativo do ano. “A feira nos permite oferecer o nosso produto em grande quantidade, a um bom preço para a população. Isso também nos garante uma boa margem de lucro. É a época que a gente mais fatura”.
O secretário de Pesca e Aquicultura do Estado, Henrique Sawaki, disse que a Feira do Peixe Pra Valer é resultado de uma parceria do Governo do Estado com o setor pesqueiro, que inclui as cooperativas, associações e indústrias. “Essa parceria que o Estado fez garante para a população uma grande quantidade de pescado, com qualidade, a preços bem populares. Tudo foi pensando para colocar à disposição produtos para todo mundo”, resumiu o secretário.
Feira
As Feiras do Peixe Popular e do Peixe Vivo acontecem até esta quinta-feira, 5, no Pará. Somente na capital são 20 pontos de venda de pescado, sendo que 19 são destinados ao peixe popular, cinco ao peixe vivo, dois à venda de caranguejo e outros dois à venda de ostra. Em alguns pontos estratégicos, como o Centur e o Entroncamento, o consumidor vai poder encontrar todos esses itens. No Centur e no campus da Universidade do Estado do Pará (Uepa) da avenida Almirante Barroso, também são ofertados produtos nobres congelados, a exemplo do filé de dourada, filé de pescada amarela, bacalhau e camarão.
Além de Belém e Região Metropolitana, outros 28 municípios do interior também têm feiras para a venda de peixe, entre eles Santarém, Conceição do Araguaia, São Félix do Xingu, Altamira e Breves. Os moradores dessas regiões têm acesso a peixes de criação e de captura, comercializados, em média, a R$ 8,50 o quilo. O horário de funcionamento das feiras será de 8h às 17h, mas o posto de venda da Ceasa, na capital, funciona desde a madrugada, ofertando peixe vivo.
Texto:Thiago Melo - Secom
O secretário de Pesca e Aquicultura do Estado, Henrique Sawaki comemorou o sucesso da parceria entre Governo, produtores e o setor pesqueiro
A Feira do Peixe Pra Valer, promovida pelo Governo do Estado, movimentou nesta quarta-feira, 4, desde cedo, vários pontos de venda em todo o Estado. Só na capital são 20 os locais onde o Governo disponibiliza pescado a preço bem popular, e com qualidade. Além do produto congelado, alguns locais também disponibilizam peixe vivo, caranguejo, camarão e ostras. A população aproveita a oferta para economizar e garantir o abastecimento para a Semana Santa.
Na sede das Centrais de Abastecimento do Pará (Ceasa), em Belém, o movimento foi intenso logo no início da manhã. Antes mesmo das 6h a população já fazia fila para comprar o peixe vivo. A maranhense Conceição Pereira, de 47 anos, comprou 15 quilos de tambaqui para preparar para toda a família no almoço de Páscoa. Para ela, não há alimento mais saudável do que o pescado fresco. “Todo ano eu venho à feira do peixe popular e do peixe vivo para comprar o prato principal do nosso almoço. É muito mais barato. A gente economiza e compra peixe de qualidade, fresquinho. Lembro da minha terra quando como peixe assim”, disse a atendente, que vive há anos no Pará.
Ainda na Ceasa, quem também aproveitou o preço baixo e a qualidade dos peixes vendidos foi o carregador de mercadorias Sidney da Silva, de 30 anos. Ele trabalha na central de abastecimento e, durante uma folga do trabalho, comprou o pescado para a família. “Deu para comprar tudo o que eu quis aqui. O nosso almoço está garantido. Vai ter peixe à vontade para todo mundo”, afirmou Sidney, que reservou 200 reais para comprar o peixe e gastou bem menos que a metade comprando quase 4 quilos de tambaqui vivo.
Outro ponto de venda bastante procurado na capital foi o do Parque de Exposições do Entroncamento. Lá muita gente chegou cedo para ser um dos primeiros na feira, que abriu às 8h. Wilson Queiroz estava com a sacola cheia. Dourada, Piramutaba, Pescada Branca, caranguejo e ostras, tudo comprado com economia, segundo o consumidor. “Eu cheguei cedo e consegui fazer boas compras. Comprei bastante peixe, caranguejo e até ostras. E ainda sobrou dinheiro para comprar o complemento do almoço de domingo”, contou Wilson.
O aposentado Dacildo Garcia, assim como Wilson, comprou produtos bem variados no Entroncamento. Em pouco tempo de feira, ele encheu as sacolas com duas dúzias de ostras, três quilos de tambaqui e ainda estava a procura de Dourada para o almoço da Páscoa. Para ele, o preço baixo foi o que permitiu a variedade nos ingredientes para a Semana Santa. “Aqui o preço está bem melhor do que nos mercados. A gente compra até ostra, que é difícil conseguir aqui em Belém”.
Lucro
Para os consumidores, uma oportunidade para comprar a preços populares o pescado, crustáceos e frutos do mar para a Semana Santa. Para os produtores que comercializam os produtos, a Feira do Peixe Pra Valer, do Governo do Estado, é uma grande oportunidade de lucro. A produtora de ostras Rosa Teixeira, de Augusto Corrêa, veio à capital para participar do evento. Animada, ela garantiu que o lucro que ela terá nesses dois dias da feira consegue cobrir o que ela ganha em seis meses de trabalho no seu município. “É a minha primeira vez aqui na Feira. Isso é uma boa oportunidade para nós produtores. Vou ganhar 2 mil reais vendendo 100 dúzias de ostras nesses dois dias. Geralmente isto é o que eu ganho em seis meses, vendendo para restaurantes da região. A Páscoa será muito boa este ano”, afirmou Rosa, que há 5 anos mantém um criadouro de ostras.
Os peixes vivos vendidos em Belém e na Região Metropolitana estão sendo fornecidos pelo criadouro de Djânia Guimarães, do município de Bonito. O período, para ela, é o mais lucrativo do ano. “A feira nos permite oferecer o nosso produto em grande quantidade, a um bom preço para a população. Isso também nos garante uma boa margem de lucro. É a época que a gente mais fatura”.
O secretário de Pesca e Aquicultura do Estado, Henrique Sawaki, disse que a Feira do Peixe Pra Valer é resultado de uma parceria do Governo do Estado com o setor pesqueiro, que inclui as cooperativas, associações e indústrias. “Essa parceria que o Estado fez garante para a população uma grande quantidade de pescado, com qualidade, a preços bem populares. Tudo foi pensando para colocar à disposição produtos para todo mundo”, resumiu o secretário.
Feira
As Feiras do Peixe Popular e do Peixe Vivo acontecem até esta quinta-feira, 5, no Pará. Somente na capital são 20 pontos de venda de pescado, sendo que 19 são destinados ao peixe popular, cinco ao peixe vivo, dois à venda de caranguejo e outros dois à venda de ostra. Em alguns pontos estratégicos, como o Centur e o Entroncamento, o consumidor vai poder encontrar todos esses itens. No Centur e no campus da Universidade do Estado do Pará (Uepa) da avenida Almirante Barroso, também são ofertados produtos nobres congelados, a exemplo do filé de dourada, filé de pescada amarela, bacalhau e camarão.
Além de Belém e Região Metropolitana, outros 28 municípios do interior também têm feiras para a venda de peixe, entre eles Santarém, Conceição do Araguaia, São Félix do Xingu, Altamira e Breves. Os moradores dessas regiões têm acesso a peixes de criação e de captura, comercializados, em média, a R$ 8,50 o quilo. O horário de funcionamento das feiras será de 8h às 17h, mas o posto de venda da Ceasa, na capital, funciona desde a madrugada, ofertando peixe vivo.
Texto:Thiago Melo - Secom
terça-feira, 3 de abril de 2012
Governo garante o pescado na Semana Santa do paraense
Da Redação Agência Pará de Notícia
A mesa do paraense será farta de pescado no período da Páscoa. A partir de amanhã até quinta-feira, 5, o consumidor vai poder comprar peixes a preços bem acessíveis tanto na capital quanto na Região Metropolitana e mais 28 municípios do Estado durante as Feiras do Peixe Popular e do Peixe Vivo, promovidas pelo Governo. Os descontos chegam até 60%, compensando a alta sofrida pelo produto este ano. O Procon fará operações de fiscalização na capital e no interior para garantir o valor baixo e a qualidade do peixe durante a Semana Santa.
Segundo o titular da Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq), Henrique Sawaki, só em Belém e na Região Metropolitana serão comercializadas, por dia, uma média de 100 toneladas de pescado. No interior, também será disponibilizada uma grande quantidade de peixe para garantir o cardápio da Semana Santa. “Durante as feiras, nós conseguimos oferecer uma grande quantidade e variedade de pescado em razão das parcerias que fazemos com os sindicatos, cooperativas e indústrias do setor”, explica.
As Feiras do Peixe Popular e do Peixe Vivo acontecerão na quarta, 4, e quinta-feira, 5. Somente na capital serão montados 20 pontos de venda de pescado, sendo que 19 serão destinados ao peixe popular, cinco ao peixe vivo, dois à venda de caranguejo e outros dois à venda de ostra. Em alguns pontos estratégicos, como o Centur e o Entroncamento, o consumidor vai poder encontrar todos esses itens. No Centur e no campus da Universidade do Estado do Pará (Uepa) da avenida Almirante Barroso, também serão ofertados produtos nobres congelados, a exemplo do filé de dourada, filé de pescada amarela, bacalhau e camarão.
Além de Belém e Região Metropolitana, outros 28 municípios do interior também terão feiras para a venda de peixe, entre eles Santarém, Conceição do Araguaia, São Felix do Xingu, Altamira e Breves. Os moradores dessas regiões terão acesso a peixes de criação e de captura, comercializados, em média, a R$ 8,50 o quilo.
O horário de funcionamento das feiras será de 8h às 17h, mas o posto de venda da Ceasa, em Belém, funcionará desde a madrugada, ofertando peixe vivo. O secretário de Pesca assegura que a oferta de pescado conseguirá abastecer a toda população. “Haverá peixe suficiente para todo mundo. De qualquer maneira, aconselhamos o consumidor a chegar cedo nas feiras para conseguir o produto de sua preferência com mais facilidade, porque a qualidade está garantida”, diz Sawaki.
Fiscalização - O Procon vai realizar operações de fiscalização na capital e em seis cidades do interior tanto para garantir a qualidade e o preço baixo do peixe na Semana Santa, como para dar cumprimento ao decreto assinado pelo governador Simão Jatene, que proíbe a saída de pescado do Estado neste período. A diretora do Procon, Eliana Uchoa, afirma manterá equipes em mercados e feiras para vistoriar as condições de comercialização do peixe, além do valor que está sendo praticado pelos vendedores. A ação ocorrerá em parceira com a Vigilância Sanitária dos municípios, Inmetro e Ministério Público do Estado.
“Além da fiscalização, nós também vamos orientar o consumidor quanto ao seus direitos. Designamos equipes para atuar na capital e nos municípíos de Bragança, Capanema, São João de Pirabas, Salinas, Salvaterra e Soure. Nas demais localidades a população vai poder contar com o Procon municipal, já nas cidades que não possuem uma representação do órgão pedimos ao consumidor que procure o Ministério Público”, explica Eliana.
Tabela de preços do pescado (por quilo):
Bagre – R$ 3,7
Dourada – R$ 6,4
Pescada Branca – R$ 5,40
Pescada Cambuçu (Corvina) – R$ 6,40
Gó – R$ 5,40
Piramutaba – R$ 3,90
Tambaqui (vivo) - R$ 8,50
Tambacú (vivo) - R$ 8,50
Tambatinga (vivo) - R$ 8,50
Feira do Peixe Popular
Pontos de venda:
Pedreira
Escola Salesiana do Trabalho - Av. Pedro Miranda, 2403
Condor
CTBel - Av. Bernardo Sayão, 2072
Guamá
UFPA - Rua Augusto Corrêa (2° portão)
Terra Firme
UFRA - Av. Tancredo Neves, 2501 (portão principal)
Nazaré
Centur - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
Cidade Velha
Rua Osvaldo de Caldas Brito c/ Bernardo Sayão
Telégrafo
Curro Velho - Rua Nelson Ribeiro, 287, próx. à Djalma Dutra
Sede da Escola de Samba A Grande Família - Rua Curuçá, 746
Marco
Uepa - Av. Almirante Barroso c/ Perebebuí
Entroncamento
Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
Mangueirão
Estacionamento do Estádio
Pratinha
Em frente ao Ciaba - Rod. Arthur Bernardes, 245
Tapanã
Conjunto Cordeiro de Farias - Praça Zoé Gueiros
Tenoné
Associação dos Moradores do Bela Manoela - Alacid Nunes c/ Travessa 4
Icoaraci
8 de Maio c/ Aug. Montenegro, próximo à Igreja Nª Sª de Fátima
Paracuri - Rua Juvêncio Sarmento c/ Soledade (Liceu R. Cardoso)
Outeiro
Brasília - BL 10, na curva da Brasília
São João do Outeiro - Conceição c/ Manoel Barata (Escola-Bosque)
Mosqueiro
Baía do Sol - Salmo 29, Vila Nova (entre Beira Mar e BL 13)
Guanabara
Rua 19 de Março, nº 05
Jaderlândia
Rua B esquina com a Tancredo Neves
Cidade Nova 6
Feira na WE 80 c/ SN 21
Paar
Rua Rio Solimões, s/nº
Águas Lindas
Rua Oswaldo Cruz, s/nº
Icuí Guajará
Rua Jovelino Carneiro, nº 19
Júlia Seffer
Rua 11, nº 25
Marituba
BR-316, na Praça do Menino-Deus
Feiras do Peixe Vivo:
Pedreira
Escola Salesiana do Trabalho - Av. Pedro Miranda, 2403
Guamá
UFPA - Rua Augusto Corrêa (2° portão)
Nazaré
Centur - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
Entroncamento
Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
Ceasa
Estacionamento da Ceasa
Cidade Nova 7Ginásio Abacatão - Av. Arterial 18
Caranguejos:
Nazaré
Centur - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
Entroncamento
Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
Cidade Nova 7
Ginásio Abacatão - Av. Arterial 18
Jaderlândia
Rua B esquina com a Tancredo Neves
Ostras
Nazaré
Centur - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
Entroncamento
Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
Cidade Nova 7
Ginásio Abacatão - Av. Arterial 18
Texto:
Thiago Melo - Secom
A mesa do paraense será farta de pescado no período da Páscoa. A partir de amanhã até quinta-feira, 5, o consumidor vai poder comprar peixes a preços bem acessíveis tanto na capital quanto na Região Metropolitana e mais 28 municípios do Estado durante as Feiras do Peixe Popular e do Peixe Vivo, promovidas pelo Governo. Os descontos chegam até 60%, compensando a alta sofrida pelo produto este ano. O Procon fará operações de fiscalização na capital e no interior para garantir o valor baixo e a qualidade do peixe durante a Semana Santa.
Segundo o titular da Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq), Henrique Sawaki, só em Belém e na Região Metropolitana serão comercializadas, por dia, uma média de 100 toneladas de pescado. No interior, também será disponibilizada uma grande quantidade de peixe para garantir o cardápio da Semana Santa. “Durante as feiras, nós conseguimos oferecer uma grande quantidade e variedade de pescado em razão das parcerias que fazemos com os sindicatos, cooperativas e indústrias do setor”, explica.
As Feiras do Peixe Popular e do Peixe Vivo acontecerão na quarta, 4, e quinta-feira, 5. Somente na capital serão montados 20 pontos de venda de pescado, sendo que 19 serão destinados ao peixe popular, cinco ao peixe vivo, dois à venda de caranguejo e outros dois à venda de ostra. Em alguns pontos estratégicos, como o Centur e o Entroncamento, o consumidor vai poder encontrar todos esses itens. No Centur e no campus da Universidade do Estado do Pará (Uepa) da avenida Almirante Barroso, também serão ofertados produtos nobres congelados, a exemplo do filé de dourada, filé de pescada amarela, bacalhau e camarão.
Além de Belém e Região Metropolitana, outros 28 municípios do interior também terão feiras para a venda de peixe, entre eles Santarém, Conceição do Araguaia, São Felix do Xingu, Altamira e Breves. Os moradores dessas regiões terão acesso a peixes de criação e de captura, comercializados, em média, a R$ 8,50 o quilo.
O horário de funcionamento das feiras será de 8h às 17h, mas o posto de venda da Ceasa, em Belém, funcionará desde a madrugada, ofertando peixe vivo. O secretário de Pesca assegura que a oferta de pescado conseguirá abastecer a toda população. “Haverá peixe suficiente para todo mundo. De qualquer maneira, aconselhamos o consumidor a chegar cedo nas feiras para conseguir o produto de sua preferência com mais facilidade, porque a qualidade está garantida”, diz Sawaki.
Fiscalização - O Procon vai realizar operações de fiscalização na capital e em seis cidades do interior tanto para garantir a qualidade e o preço baixo do peixe na Semana Santa, como para dar cumprimento ao decreto assinado pelo governador Simão Jatene, que proíbe a saída de pescado do Estado neste período. A diretora do Procon, Eliana Uchoa, afirma manterá equipes em mercados e feiras para vistoriar as condições de comercialização do peixe, além do valor que está sendo praticado pelos vendedores. A ação ocorrerá em parceira com a Vigilância Sanitária dos municípios, Inmetro e Ministério Público do Estado.
“Além da fiscalização, nós também vamos orientar o consumidor quanto ao seus direitos. Designamos equipes para atuar na capital e nos municípíos de Bragança, Capanema, São João de Pirabas, Salinas, Salvaterra e Soure. Nas demais localidades a população vai poder contar com o Procon municipal, já nas cidades que não possuem uma representação do órgão pedimos ao consumidor que procure o Ministério Público”, explica Eliana.
Tabela de preços do pescado (por quilo):
Bagre – R$ 3,7
Dourada – R$ 6,4
Pescada Branca – R$ 5,40
Pescada Cambuçu (Corvina) – R$ 6,40
Gó – R$ 5,40
Piramutaba – R$ 3,90
Tambaqui (vivo) - R$ 8,50
Tambacú (vivo) - R$ 8,50
Tambatinga (vivo) - R$ 8,50
Feira do Peixe Popular
Pontos de venda:
Pedreira
Escola Salesiana do Trabalho - Av. Pedro Miranda, 2403
Condor
CTBel - Av. Bernardo Sayão, 2072
Guamá
UFPA - Rua Augusto Corrêa (2° portão)
Terra Firme
UFRA - Av. Tancredo Neves, 2501 (portão principal)
Nazaré
Centur - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
Cidade Velha
Rua Osvaldo de Caldas Brito c/ Bernardo Sayão
Telégrafo
Curro Velho - Rua Nelson Ribeiro, 287, próx. à Djalma Dutra
Sede da Escola de Samba A Grande Família - Rua Curuçá, 746
Marco
Uepa - Av. Almirante Barroso c/ Perebebuí
Entroncamento
Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
Mangueirão
Estacionamento do Estádio
Pratinha
Em frente ao Ciaba - Rod. Arthur Bernardes, 245
Tapanã
Conjunto Cordeiro de Farias - Praça Zoé Gueiros
Tenoné
Associação dos Moradores do Bela Manoela - Alacid Nunes c/ Travessa 4
Icoaraci
8 de Maio c/ Aug. Montenegro, próximo à Igreja Nª Sª de Fátima
Paracuri - Rua Juvêncio Sarmento c/ Soledade (Liceu R. Cardoso)
Outeiro
Brasília - BL 10, na curva da Brasília
São João do Outeiro - Conceição c/ Manoel Barata (Escola-Bosque)
Mosqueiro
Baía do Sol - Salmo 29, Vila Nova (entre Beira Mar e BL 13)
Guanabara
Rua 19 de Março, nº 05
Jaderlândia
Rua B esquina com a Tancredo Neves
Cidade Nova 6
Feira na WE 80 c/ SN 21
Paar
Rua Rio Solimões, s/nº
Águas Lindas
Rua Oswaldo Cruz, s/nº
Icuí Guajará
Rua Jovelino Carneiro, nº 19
Júlia Seffer
Rua 11, nº 25
Marituba
BR-316, na Praça do Menino-Deus
Feiras do Peixe Vivo:
Pedreira
Escola Salesiana do Trabalho - Av. Pedro Miranda, 2403
Guamá
UFPA - Rua Augusto Corrêa (2° portão)
Nazaré
Centur - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
Entroncamento
Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
Ceasa
Estacionamento da Ceasa
Cidade Nova 7Ginásio Abacatão - Av. Arterial 18
Caranguejos:
Nazaré
Centur - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
Entroncamento
Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
Cidade Nova 7
Ginásio Abacatão - Av. Arterial 18
Jaderlândia
Rua B esquina com a Tancredo Neves
Ostras
Nazaré
Centur - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
Entroncamento
Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
Cidade Nova 7
Ginásio Abacatão - Av. Arterial 18
Texto:
Thiago Melo - Secom
Três toneladas de peixe vivo na Ceasa
Três toneladas de peixe vivo serão comercializadas a partir da madrugada desta quarta-feira, 04, nas Centrais de Abastecimentos do Pará (Ceasa). Em sua 10ª edição, a feira é fruto da parceria entre a Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq) e Ceasa, com duração de dois dias. As espécies comercializadas serão Tambaqui, Tabatinga e Tambacú. O quilo do peixe será comercializado por R$ 8,50.
A Feira do Peixe Vivo não oferta somente o produto mais em conta para o bolso do consumidor, como também um produto de qualidade. Este ano a novidade será a comercialização de ostras, produzidas pelas comunidades de Nova Olinda e Nazaré do Seco, nos municípios de Augusto Corrêa e Maracanã, respectivamente. Estes moluscos fazem parte de um projeto incentivado pela Sepaq, em parceria com o Ministério da Pesca e Aquicultura, proporcionando alternativa de renda aos pescadores. As ostras serão vendidas pelos próprios ostreicultores.
A feira será exposta no Mercado do Livre Produtor (MLP). Para garantir o sucesso do evento, a Ceasa vai disponibilizar dois tanques, uma bomba centrífuga, uma balança de precisão, uma tenda chapéu de bruxa, cinco grades de contenção e oito funcionários que ficarão à disposição da feira, além da segurança ostensiva da Polícia Militar, serviços de coleta de lixo e serviços de manutenção.
Outra opção para compor a mesa dos paraenses na Semana Santa poderá ser encontrada no boxe exclusivo de mariscos, que será inaugurado no mesmo período da feira, mas terá duração permanente na Ceasa. Com a comercialização de peixes frescos, das espécies pescada amarela, dourada, salmão, camurim, e outros. E os peixes congelados como filé de salmão, sardinha (nacional e portuguesa), anchova, dentre outros. Além de camarões (regional e rosa), lula, polvo e mexilhão.
A Feira do Peixe Vivo não oferta somente o produto mais em conta para o bolso do consumidor, como também um produto de qualidade. Este ano a novidade será a comercialização de ostras, produzidas pelas comunidades de Nova Olinda e Nazaré do Seco, nos municípios de Augusto Corrêa e Maracanã, respectivamente. Estes moluscos fazem parte de um projeto incentivado pela Sepaq, em parceria com o Ministério da Pesca e Aquicultura, proporcionando alternativa de renda aos pescadores. As ostras serão vendidas pelos próprios ostreicultores.
A feira será exposta no Mercado do Livre Produtor (MLP). Para garantir o sucesso do evento, a Ceasa vai disponibilizar dois tanques, uma bomba centrífuga, uma balança de precisão, uma tenda chapéu de bruxa, cinco grades de contenção e oito funcionários que ficarão à disposição da feira, além da segurança ostensiva da Polícia Militar, serviços de coleta de lixo e serviços de manutenção.
Outra opção para compor a mesa dos paraenses na Semana Santa poderá ser encontrada no boxe exclusivo de mariscos, que será inaugurado no mesmo período da feira, mas terá duração permanente na Ceasa. Com a comercialização de peixes frescos, das espécies pescada amarela, dourada, salmão, camurim, e outros. E os peixes congelados como filé de salmão, sardinha (nacional e portuguesa), anchova, dentre outros. Além de camarões (regional e rosa), lula, polvo e mexilhão.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Dois dias de muito peixe para o paraense
O almoço da sexta feira da Semana Santa está garantido para a população paraense. A partir do decreto do Governo do Estado que probiu a saida do pescado do território paraense, a Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará (Sepaq) adotou as demais providências e fechou 20 pontos de venda do pescado e derivados para o consumidor de Belém, oito pontos em Ananindeua, além de Mosqueiro e Outeiro, e mais de 20 municípios pelo interior. As Feiras do Peixe Pra Valer (congelado, peixe vivo, caranguejo e ostra) acontecerão nas próximas quarta e quinta feiras, dias 4 e 5, respectivamente. Só na capital serão 20 pontos de venda de pescado, sendo 19 de peixe popular, cinco de peixe vivo, dois de caranguejo e dois de ostra. Alguns pontos estratégicos como o Centur e o Entroncamento irão ofertar todos os produtos, como peixe popular, peixe vivo, caranguejo e ostra. O consumidor paraense poderá contar ainda no Centur e na UEPA (na Avenida Almirante Barroso) com a oferta de produtos nobres congelados, a exemplo do filé de dourada, filé de pescada amarela, bacalhau e camarão. A capital ficará com o recorde de peixes oferecidos para comercialização no Estado. Ao todo, serão mais de 100 toneladas só em Belém.
Pela primeira vez a ação da Semana Santa contará com o apoio das instituições de ensino UFRA e IFPA, com a disponibilização dos alunos dos cursos para auxiliarem na organização da feira. Já Ananindeua terá oito pontos de venda, sendo que um deles com Peixe Vivo (Ginásio Abacatão). Lá também será ofertado o caranguejo a R$1 no Ginásio Abacatão e Feira da Jaderlândia. Aliás, no Ginásio do Abacatão serão comercializados todos os tipos de produtos: peixes congelados, peixes populares, peixe vivo, caranguejo e ostras (R$8 a dúzia). No município, serão mais de 12 toneladas de pescado disponibilizadas para comercialização.
O peixe vivo será ofertado tanto em Belém quanto em Ananindeua por R$8,50 por quilo. A espécie será o Tambaqui. As feiras acontecem nos dias 04 e 05 de abril em Belém, Ananindeua e mais 26 municípios das 8h às 17h (ou até quando acabar o estoque), com exceção do ponto do Ceasa, em Belém, que tradicionalmente funciona de madrugada.
Pontos de venda na Região Metropolitana (Belém, Ananindeua e Marituba) por bairros:
Feira do Peixe Popular
PEDREIRA: Escola Salesiana do Trabalho - Av. Pedro Miranda, 2403
CONDOR: CTBel - Av. Bernardo Sayão, 2072
GUAMÁ: UFPA - Rua Augusto Corrêa (2° portão)
TERRA FIRME: UFRA - Av. Tancredo Neves, 2501 (portão principal)
NAZARÉ: CENTUR - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
CIDADE VELHA: Rua Osvaldo de Caldas Brito c/ Bernardo Sayão
TELÉGRAFO 1: Curro Velho - Rua Nelson Ribeiro, 287, próx. à Djalma Dutra
TELÉGRAFO 2: Sede da Grande Família - Rua Curuçá, 746
MARCO: UEPA - Av. Almirante Barroso c/ Perebebuí
ENTRONCAMENTO: Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
MANGUEIRÃO: Estacionamento do Estádio
PRATINHA: Em frente ao CIABA - Rod. Arthur Bernardes, 245
TAPANÃ: Conjunto Cordeiro de Farias - Praça Zoé Gueiros
TENONÉ: Ass. dos Moradores do Bela Manoela - Alacid Nunes c/ Travessa 4
ICOARACI 1: 8 de Maio c/ Aug. Montenegro, próximo à Igreja Nª Sª de Fátima
ICOARACI 2: Paracuri - Rua Juvêncio Sarmento c/ Soledade (Liceu R. Cardoso)
OUTEIRO 1: Brasília - BL 10, na curva da Brasília
OUTEIRO 2: São João do Outeiro - Conceição c/ Manoel Barata (Escola-Bosque)
MOSQUEIRO: Baía do Sol - Salmo 29, Vila Nova (entre Beira Mar e BL 13)
GUANABARA: Rua 19 de Março, nº 05
JADERLÂNDIA: Rua B esquina com a Tancredo Neves
CIDADE NOVA 6: Feira na WE 80 c/ SN 21
PAAR: Rua Rio Solimões, s/nº
ÁGUAS LINDAS: Rua Oswaldo Cruz, s/nº
ICUÍ: Rua Jovelino Carneiro, nº 19
JÚLIA SEFFER: Rua 11, nº 25
MARITUBA: BR-316, na Praça do Menino-Deus
Feira do Peixe Vivo
PEDREIRA: Escola Salesiana do Trabalho - Av. Pedro Miranda, 2403
GUAMÁ: UFPA - Rua Augusto Corrêa (2° portão)
NAZARÉ: CENTUR - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
ENTRONCAMENTO: Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
CEASA: Estacionamento da Ceasa
CIDADE NOVA 7: Ginásio Abacatão - Av. Arterial 18
Caranguejos
NAZARÉ: CENTUR - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
ENTRONCAMENTO: Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
CIDADE NOVA 7: Ginásio Abacatão - Av. Arterial 18
JADERLÂNDIA: Rua B esquina com a Tancredo Neves
Ostras
NAZARÉ: CENTUR - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
ENTRONCAMENTO: Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
CIDADE NOVA 7: Ginásio Abacatão - Av. Arterial 18
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Ascom/Sepaq
Pela primeira vez a ação da Semana Santa contará com o apoio das instituições de ensino UFRA e IFPA, com a disponibilização dos alunos dos cursos para auxiliarem na organização da feira. Já Ananindeua terá oito pontos de venda, sendo que um deles com Peixe Vivo (Ginásio Abacatão). Lá também será ofertado o caranguejo a R$1 no Ginásio Abacatão e Feira da Jaderlândia. Aliás, no Ginásio do Abacatão serão comercializados todos os tipos de produtos: peixes congelados, peixes populares, peixe vivo, caranguejo e ostras (R$8 a dúzia). No município, serão mais de 12 toneladas de pescado disponibilizadas para comercialização.
O peixe vivo será ofertado tanto em Belém quanto em Ananindeua por R$8,50 por quilo. A espécie será o Tambaqui. As feiras acontecem nos dias 04 e 05 de abril em Belém, Ananindeua e mais 26 municípios das 8h às 17h (ou até quando acabar o estoque), com exceção do ponto do Ceasa, em Belém, que tradicionalmente funciona de madrugada.
Pontos de venda na Região Metropolitana (Belém, Ananindeua e Marituba) por bairros:
Feira do Peixe Popular
PEDREIRA: Escola Salesiana do Trabalho - Av. Pedro Miranda, 2403
CONDOR: CTBel - Av. Bernardo Sayão, 2072
GUAMÁ: UFPA - Rua Augusto Corrêa (2° portão)
TERRA FIRME: UFRA - Av. Tancredo Neves, 2501 (portão principal)
NAZARÉ: CENTUR - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
CIDADE VELHA: Rua Osvaldo de Caldas Brito c/ Bernardo Sayão
TELÉGRAFO 1: Curro Velho - Rua Nelson Ribeiro, 287, próx. à Djalma Dutra
TELÉGRAFO 2: Sede da Grande Família - Rua Curuçá, 746
MARCO: UEPA - Av. Almirante Barroso c/ Perebebuí
ENTRONCAMENTO: Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
MANGUEIRÃO: Estacionamento do Estádio
PRATINHA: Em frente ao CIABA - Rod. Arthur Bernardes, 245
TAPANÃ: Conjunto Cordeiro de Farias - Praça Zoé Gueiros
TENONÉ: Ass. dos Moradores do Bela Manoela - Alacid Nunes c/ Travessa 4
ICOARACI 1: 8 de Maio c/ Aug. Montenegro, próximo à Igreja Nª Sª de Fátima
ICOARACI 2: Paracuri - Rua Juvêncio Sarmento c/ Soledade (Liceu R. Cardoso)
OUTEIRO 1: Brasília - BL 10, na curva da Brasília
OUTEIRO 2: São João do Outeiro - Conceição c/ Manoel Barata (Escola-Bosque)
MOSQUEIRO: Baía do Sol - Salmo 29, Vila Nova (entre Beira Mar e BL 13)
GUANABARA: Rua 19 de Março, nº 05
JADERLÂNDIA: Rua B esquina com a Tancredo Neves
CIDADE NOVA 6: Feira na WE 80 c/ SN 21
PAAR: Rua Rio Solimões, s/nº
ÁGUAS LINDAS: Rua Oswaldo Cruz, s/nº
ICUÍ: Rua Jovelino Carneiro, nº 19
JÚLIA SEFFER: Rua 11, nº 25
MARITUBA: BR-316, na Praça do Menino-Deus
Feira do Peixe Vivo
PEDREIRA: Escola Salesiana do Trabalho - Av. Pedro Miranda, 2403
GUAMÁ: UFPA - Rua Augusto Corrêa (2° portão)
NAZARÉ: CENTUR - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
ENTRONCAMENTO: Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
CEASA: Estacionamento da Ceasa
CIDADE NOVA 7: Ginásio Abacatão - Av. Arterial 18
Caranguejos
NAZARÉ: CENTUR - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
ENTRONCAMENTO: Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
CIDADE NOVA 7: Ginásio Abacatão - Av. Arterial 18
JADERLÂNDIA: Rua B esquina com a Tancredo Neves
Ostras
NAZARÉ: CENTUR - Av. Gentil Bittencourt c/ Tv. Rui Barbosa
ENTRONCAMENTO: Parque de Exposições - Av. Almirante Barroso
CIDADE NOVA 7: Ginásio Abacatão - Av. Arterial 18
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Ascom/Sepaq
quinta-feira, 29 de março de 2012
Cooperativas em Tucuruí receberão 43 toneladas de peixe
A Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq), junto com a Eletronorte, irão doar 43 toneladas de peixes às cooperativas ligadas ao segmento pesqueiro da região. A doação será realizada na próxima segunda-feira (2), às 14h30, na sede da Eletronorte, em Tucuruí. Ao todo, serão 350 famílias beneficiadas com esses pescados, provenientes do projeto Piriá, de aquicultura, que é desenvolvido no lago da Usina Hidrelétrica do município.
O objetivo do projeto, que já começa a dar frutos, é visar a produção sustentável de peixes em tanques-rede no Parque Aquícola de Breu Branco III. Com a doação, as cooperativas terão mais peixes para comercialização no período da Semana Santa, o que auxilia todos os moradores da região, já que o abastecimento será garantido e os preços, consequentemente, deverão ter mais estabilidade.
Sepaq presente na abertura do Congresso de Zoológico e Aquários
Discutir mecanismos de valorização dos espaços verdes existentes nas zonas urbanas do país e de preservação da fauna brasileira é o objetivo do 36° Congresso da Sociedade de Zoológicos e Aquários do Brasil, aberto na noite desta quarta-feira (28), no Hangar – Centro de Convenções e Feira da Amazônia. Promovido pelo Mangal das Garças, o evento traz como tema a “Conservação da Fauna Amazônica”, e deverá reunir cerca de 500 pessoas de vários países, entre cientistas, biólogos, estudantes e demais representantes da área, até sábado (31). O secretário de Estado de Pesca e Aquicultura, Henrique Sawaki, participou da mesa oficial de abertura do congresso.
Sediado pela primeira vez na Região Norte, o congresso oferecerá uma vasta programação, com conferências, minicursos, workshops e palestras de profissionais de referência na área. Entre eles estão a cientista Gabriela Mastromonaco, PhD em Biotecnologia Reprodutiva e curadora do zoológico de Toronto, no Canadá, e o biólogo Sérgio Rangel, conhecido nacionalmente por suas participações em programas de TV.
O secretário de Estado de Cultura, Paulo Chaves Fernandes, que participou da abertura, destacou a importância da realização do congresso em Belém. “Quando se tem um encontro como esse, em que estão reunidas pessoas ligadas e engajadas na preservação do meio ambiente, do bioma e da biota amazônica, nós devemos dizer ‘amém’, já que teremos a oportunidade de trocar informações atualizadas entre as mais diversas instituições e o próprio governo do Pará, no sentido de como proceder para que possamos preservar a Amazônia do jeito, do tamanho e da maneira como deve ser”, ressaltou o secretário.
Segundo Paulo Chaves, “nós estamos inseridos em um grande zoológico natural, que é a Amazônia, com uma das maiores biodiversidades do planeta. Essa visão zoológica, no sentido de preservar, é fundamental, para que as pessoas valorizem, admirem e sintam o quanto é importante manter o ecossistema. O favorecido com isso é o próprio homem”.
Em Belém, espaços como o Parque Zoobotânico Bosque Rodrigues Alves e o Museu Paraense Emílio Goeldi são exemplos do foco do evento, que apresentará temáticas referentes ao universo dos zoológicos e aquários, voltadas ao cenário local. “Serão discutidos temas como a importância deles na economia de uma cidade, como atração turística, as legislações que envolvem os problemas ambientais no país, pesquisas e educação ambiental. Todos sob a ótica da realidade amazônica”, reiterou o gerente do Mangal das Garças, biólogo Igor Seligmann.
Ele também destacou a evolução pela qual os zoológicos passaram com o tempo, e a importância que eles têm para a sociedade. “Antigamente, os zoológicos eram locais vistos como um espaço em que as pessoas iam apenas ver animais, algo parecido como uma coleção de museu. Hoje, esses espaços buscam, sobretudo, passar informações para as pessoas. E com a urbanização as pessoas não têm mais tanto contato com a natureza, e os jardins zoológicos se tornaram locais importantes, por proporcionar isso, sendo um mecanismo de preservação e defesa do meio ambiente”, afirmou.
Fonte: Secom, com informações adicionais da Ascom/Sepaq.
Foto: Agência Pará
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