segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Promovido o curso de Coaching no Serviço Público




Ocorreu no período de 22 a 26 de Outubro passado o curso de Coaching no Serviço Público, na Escola de Governo do Estado do Pará - EGPA. Essa turma foi formada a pedido dos servidores da SEPAq. O curso foi ministrado pela instrutora Mileny Matos de Matos, e na oportunidade foi possível conhecer as ferramentas e técnicas utilizadas pelo Coach.


O Coaching é o processo de apoiar pessoas na identificação e criação de estados desejados, desenvolvendo e acessando seus recursos internos, trabalha pessoas para melhorar desempenho em todos os níveis; ajuda a fazer o alinhamento entre o propósito pessoal, missão institucional e aos programas de desenvolvimento do governo. Nas fotos, além da pose especial de todos os participantes do Curso, três servidoras exibem o Certificado alusivo.

Sepaq participa dos festejos pelo Dia do Servidor



Servidores da Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará tiveram efetiva participação na Corrida e Caminhada promovidas em alusão ao Dia do Servidor Público, promoção do Governo do Estado, eventos que aconteceram no Parque Ambiental do Utinga. A Secretaria compareceu com uma equipe de 12 servidores participando das duas modalidades, integrando-se aos reais objetivos da promoção que são o congraçamento entre os servidores estaduais mais do que a disputa que indicaria os vencedores. A Corrida teve um percurso maior que a Caminhada, mas ambos contaram com grande número de servidores. Nas fotos, representantes da Sepaq que prestigiaram o acontecimento, que aconteceu no sábado, 27, pela manhã.

Servidor Nota 10 da Secretaria foi homenageado




A Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará (Sepaq) participou da festa que coroou na última sexta feira, 26, o Servidor Nota 10 do Estado escolhido entre todos os servidores eleitos em cada órgão ou secretaria do Estado. Da Sepaq foi eleito o servidor da Coordenadoria de Tecnologia, Augusto Matsunaga, que esteve presente com sua genitora, Marlene Matsunaga, e uma equipe de companheiros que foram lhe prestigiar, notadamente representantes da Coordenadoria de Recursos Humanos, através de Chirle Rodrigues, Ray Aleixo e Angela, contando também com a presença do secretário de pesca do estado, Henrique Sawaki. Todos participaram da festa muito movimentada que também contou com a ilustre presença do Governador Simão  Jatene. Ao final, foi conhecido o Servidor Nota 10 do Estado do Pará, que foi a representante do Instituto Renato Chaves, que recebeu a premiação maior de R$ 30 mil reais. Augusto Matsunaga recebeu tambem das mãos do secretário Henrique Sawaki Certificado e Medalha alusivos à sua escolha.Nas fotos, aspectos da cerimônia que aconteceu no Hangar.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Pesca proibida: Mero e Tambaqui não podem ser capturados



Medida visa a preservação das espécies

Fonte: Ministério do Meio Ambiente com informações Ibama
Imagem: Reprodução
Ministério do Meio Ambiente

A pesca de pelo menos duas espécies de peixes está proibida no país. Instrução do governo federal declarou como ilegal a captura e a venda do mero pelos próximos três anos. Encontrado em toda a costa brasileira, o exemplar faz parte da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas. Outra norma veda, ainda, a pesca, o armazenamento e o comércio do tambaqui na bacia hidrográfica amazônica entre outubro deste ano e março de 2013.
As duas medidas têm o objetivo de garantir a preservação e a reprodução das espécies. No caso do mero, a captura era ilegal desde 2002, mas perdeu a validade em setembro deste ano. No último dia 17, porém, instrução normativa dos ministérios do Meio Ambiente e da Pesca estendeu a proibição até outubro de 2015. A medida se baseia no declínio da população do peixe e nos sérios riscos de extinção.
Já o defeso do tambaqui ocorre desde 2003 e dura seis meses por ano, em decorrência das migrações reprodutivas do peixe. Na cheia, ele se alimenta de frutos e sementes. Quando chega a seca, os exemplares jovens ficam nos lagos de várzea e os adultos vão para as águas barrentas onde desovam. Nesse período, as espécies adultas não se alimentam e vivem da gordura acumulada antes. Por isso, a pesca fica temporariamente proibida.

PESCA ACIDENTAL

Caso sejam capturados de maneira acidental, durante a pesca de outras espécies, tanto o tambaqui quanto o mero terão de ser devolvidos ao meio ambiente. A determinação vale mesmo para os exemplares que forem capturados mortos. Em qualquer situação, devem ser devolvidos na hora do recolhimento do aparelho de pesca, além de serem registrados nos mapas de bordo das embarcações.
Os tambaquis só poderão ser comercializados nos restaurantes, supermercados e demais estabelecimentos que tiverem o peixe capturado antes do período do defeso. Para isso, no entanto, os proprietários devem ter declarado o estoque ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), responsável pela emissão das autorizações específicas.

INFRAÇÕES

Quem desrespeitar a proibição está sujeito está sujeito a apreensão da espécie e multa que varia entre R$ 700 e R$ 100 mil, acrescida de R$ 20 por quilo do pescado e R$ 40, no caso de comercialização ilegal. O infrator também pode receber pena de um a três anos de detenção e multa. Os pecadores ilegais de mero terão, ainda, os cadastros e licenças de atividade pesqueira cancelados.
Pela instrução normativa de proibição da pesca do mero, o MMA e o Ministério da Pesca e Aquicultura se comprometem a desenvolver medidas de ordenamento com o objetivo de promover a recuperação da espécie. As ações serão coordenadas por um grupo de trabalho que será instituído, com base nos estudos técnicos e nas informações bioecológicas disponíveis.

Confira a lista das espécies que têm a pesca controlada e os respectivos períodos de defeso: http://www.mpa.gov.br/index.php/pescampa/periodos-de-defeso/defeso-marinho
SAIBA MAIS

- O mero (Epinephelus itajara) é um peixe criticamente ameaçado, inscrito na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da International Union for Conservation of Nature. A maturação do indivíduo ocorre, em geral, aos seis anos de idade. Há indícios de que o mero vive por volta de 50 anos, atingindo o peso médio de 300kg. Atualmente, no entanto, é muito raro encontrar um exemplar com mais de 100kg. A espécie ainda está sob ameaça e não se recuperou do declínio populacional. Os principais motivos são a pesca ilegal, a captura em agregações reprodutivas e a destruição de habitats.
- O tambaqui (Colossoma macropomum) é um peixe de água doce com comprimento médio de 70cm. A espécie se distribui na Bacia do Rio Amazonas e do Rio Orinoco, na Colômbia e na Venezuela. Também é amplamente usado na piscicultura. A espécie é, normalmente, solitária. Os adultos habitam a floresta inundada nos primeiros cinco meses da cheia onde consomem os frutos. Os juvenis vivem em rios de água preta de planícies de inundação até a maturidade sexual.
Revista Ipesque

Governo anuncia que vai investir R$ 4,1 bilhões em pesca até 2014

A presidente Dilma Rousseff e o ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, lançaram nesta quinta-feira (25) o Plano Safra da Pesca e Aquicultura, que prevê investimento de R$ 4,1 bilhões até 2014 na indústria da pesca com objetivo de dobrar a produção brasileira e alcançar 2 milhões de toneladas por ano.
O público-alvo do plano, segundo informações do ministério, são aquicultores familiares e comerciais, pescadores artesanais, armadores de pesca, agricultores familiares e indústrias do setor.
O plano, que foi anunciado na última segunda-feira (22) por Dilma durante o programa de rádio “Café com a Presidenta”, engloba diversas ações de estímulo ao setor. Entre elas, aumento de créditos aos pescadores, assistência técnica, formação de cooperativas e investimento na melhoria nas condições de armazenagem e comercialização.
Com o programa, pescadores com renda de até R$ 160 mil por anos e aquicultores com renda de até R$ 320 mil por ano terão acesso à linha de crédito do Programa de Financiamento da Agricultura Familiar (Pronaf). Eles pagarão 4% de juros ao ano e terão dois anos de carência para quitar o crédito utilizado no custeio da produção.
Os pescadores também terão uma linha especial para microcrédito e poderão pegar empréstimo de até R$ 2.500 a ser quitado em dois anos com juros de 0,5% ao ano.
O Plano Safra da Pesca também prevê investimento de R$ 135 milhões em assistência técnica e em cursos para 120 mil pescadores. Eles serão instruídos sobre como obter crédito, boas práticas de produção e conservação do pescado e técnicas de comercialização do produto.
Um dos objetivos do plano, de acordo com o governo, é tirar da pobreza 100 mil famílias. Segundo o ministério, cerca de 380 mil famílias que vivem da pesca ainda estão nessa condição, várias delas em mangues ou comunidades ribeirinhas.
Por meio do Programa de Aquisição de Alimentos, já utilizado pelos agricultores familiares, o governo pretende comprar até 20 mil toneladas de pescado por ano, aumento de quatro vezes em relação ao adquirido atualmente.
Segundo informações do Ministério da Pesca e Aquicultura, o consumo brasileiro de pescado poderá passar dos atuais 9 quilos por habitante/ano para 13,8 quilos em 2015.
O governo pretende ainda oferecer estímulos especiais para jovens e mulheres. Está previsto financiamento para mais de 46 mil mulheres marisqueiras para aquisição de freezer e fogões. Outras 90 mil pescadoras terão apoio para renovar seus apetrechos de pesca. Já os jovens que se dedicam à pesca e aquicultura poderão obter financiamento de até R$ 15 mil, segundo informou o ministério, para iniciar suas atividades.
O governo pretende criar também, em uma parceria do Ministério da Agricultura com a Embrapa, o Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento de Novas Tecnologias e do Instituto Nacional de Pesquisa para Desenvolvimento Pesqueiro.
Fonte: Priscilla Mendes Do G1, em Brasília

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Defeso do Tambaqui 2012/2013 na bacia amazônica

Conforme a Instrução Normativa Nº 35/2005 do Ministério do Meio Ambiente, iniciou no dia primeiro de outubro de 2012 e vai até 31 de março de 2013 o período de defeso do tambaqui (Colossoma macropomum). Neste período, é proibido pescar, transportar, armazenar, beneficiar e comercializar tambaqui em toda a bacia hidrográfica amazônica. Excluem-se da proibição a pesca científica autorizada e o pescado oriundo de piscicultura, devidamente registrado e acompanhado de comprovante de origem.

Desde 2003 o defeso da espécie é regulamentado anualmente, pois se trata de uma espécie que realiza migrações reprodutivas, tróficas e de dispersão. Durante a época de cheia entra na mata inundada, onde se alimenta de frutos ou sementes. Durante a seca, os indivíduos jovens ficam nos lagos de várzea onde se alimentam de zooplâncton e os adultos migram para águas barrentas onde desovam. Na época de desova não se alimentam, vivendo da gordura que acumularam durante a época cheia, por isso sua captura se torna proibida neste período.

Os estabelecimentos que possuem o peixe em estoque, antes do defeso, tais como frigoríficos e restaurantes e outros, podem fazer a comercialização, desde que tenham declarado o estoque no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, que emitirá as autorizações específicas.

Para quem descumprir a proibição do defeso, conforme Decreto Federal nº 6.514/2008, serão aplicadas as seguintes punições administrativas: apreensão do pescado e multa de R$ 700,00 a R$ 100 mil, acrescida de R$ 20,00 reais por quilo de pescado, mais R$ 40,00, quando se tratar de comercialização ilegal. No âmbito criminal, conforme Lei Federal nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), é passível de aplicação da pena de detenção de um ano a três anos ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.

A Superintendência do Ibama no Estado do Amazonas reitera que haja conscientização de consumidores e comerciantes para que respeitem o período do defeso do tambaqui, colaborando assim para a sustentabilidade dos estoques pesqueiros dos rios amazônicos.

Fonte: Ibama/Ascom-AM

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Ração de peixe para peixe. O Projeto é paraense



Projeto no Pará transforma resíduo em ração alternativa, diminuindo o custo do piscicultor

Fonte: Agência Pará com informações Emater por Iolanda Lopes
Imagem: Imagem Ilustrativa

Um projeto desenvolvido pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), em parceria com a Secretaria Municipal de Pesca de Bragança, nordeste paraense, está dando destino ao resíduo de uma fábrica de pescado do município e transformando o material em complemento alimentar para peixe.
O composto à base de escama, espinha, pele de pescado, cabeça, ossos, que utiliza ainda soro de leite e melaço de cana, transformado em laboratório em silagem desidratada em pó apresenta todos os aminoácidos essenciais para a alimentação do peixe. O processo tecnológico laboratorial foi realizado na Universidade Federal do Pará (UFPA), campus de Bragança.
A experiência surgiu da necessidade de fortalecer a piscicultura no município e ajudar a diminuir os custos do piscicultor com a compra da ração. Pelo menos 30 dos custos com a criação do peixe estão relacionados à ração. Além disso, o reaproveitamento do resíduo está dando um novo destino ao material que era despejado no lixão da cidade, prejudicando o lençol freático e atraindo roedores, insetos.
A equipe técnica parte agora para o segundo momento dos testes e começa a desenvolver uma tecnologia alternativa adaptada às condições do piscicultor. O espaço para o novo teste será a Unidade Didático-Agroecológica do Nordeste Paraense (UDB), uma vitrine de tecnologias da Emater. Para desenvolver a produção da ração serão utilizados também produtos descartados como lixo: vasilhames plásticos, garrafas pet, baldes, que ajudarão na construção do ciclo artesanal.
Segundo a engenheira agrônoma da Emater, Maria Eduarda Sousa, o processo ainda envolve a implantação de duas Unidades de Observação nas comunidades Gessé Guimarães e Montenegro. Bragança é o terceiro município maior produtor de pescado no Pará que é responsável pela segunda maior produção pesqueira do Brasil.

Texto:
Iolanda Lopes - Emater
Telefone: 91 9168-0535
Email: ascomematerpara@gmail.com
Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural
Rod. BR 316, Km 13 S/N. Marituba-PA. CEP: 67105-970
Telefone: 91 3256-1931
Site: www.emater.pa.gov.br Email: presidencia@emater.pa.gov.br

Conheça o peixe placodermo, um vertebrado com mandíbula

Um dos mais antigos vertebrados a ter mandíbula conforme estudo da revista ´Nature´

Fonte: G1 SP por Redação
Imagem: Divulgação
Revista ´Nature´ por Esben Horn

Cientistas analisaram fósseis de um tipo de peixe pré-histórico, conhecido como placodermo, para estudar as origens de dentes e das mandíbulas nos vertebrados. O estudo, publicado na edição online da revista "Nature" desta quarta-feira (17), foi realizado pela Universidade de Bristol, pelo Museu de História Natural de Londres (ambos na Grã-Bretanha), pela Universitade de Curtin, na Austrália, e pela Universidade de Zurique, na Suíça.
O peixe, da classe Placodermi, é um dos mais antigos vertebrados conhecidos a ter mandíbula, de acordo com o estudo. Os cientistas, no entanto, confirmaram no estudo que estes animais deveriam possuir dentes verdadeiros, com dentina e cavidade para a polpa. Até agora, pesquisadores acreditavam que eles possuíam estruturas que imitavam dentição ou, até, não possuíam dentes de forma alguma.
Apesar da descoberta, o estudo aponta que as mandíbulas dos Placodermi eram primitivas em comparação com outros vertebrados e que sua forma de substituição dos dentes perdidos era diferente de outros animais.
O estudo aponta que os dentes estiveram presentes até nos vertebrados mais primitivos, ao contrário do que se imaginava. "Ossificações dentais superiores e inferiores ocorrem nos placodermos", disseram os cientistas na pesquisa publicada na "Nature". Estes peixes, avaliam os pesquisadores, "são cruciais para entender a evolução dos dentes e mandíbulas".
Revista IPesque

Altamira no Pará é destino cobiçado por fans da pesca


Fonte: Terra por Mondevaim
Imagem: Reprodução
Terra por Mondevaim

Caudaloso, repleto de afluentes, cachoeiras, lagos e praias, o rio Xingu é destino cobiçado por apreciadores da pesca esportiva e do ecoturismo. Com aproximadamente 1.870 km de extensão, nasce no Mato Grosso e deságua próximo à foz do rio Amazonas, no Pará. E é no município paraense de Altamira (foto) que boa parte dos turistas se reúne antes de ganhar as águas límpidas e repletas de peixes de variados tipos.
Altamira é conhecida por ser, até 2009 (antes da instituição dos municípios gronelandeses de Qaasuitsup e Sermersooq), como o maior município do mundo em extensão territorial: 161.445 km², mesmo tendo apenas cerca de 100 mil habitantes. Por suas belezas, não à toa é conhecida como a “Princesinha do Xingu”, embora seja nos últimos anos mais lembrada pela polêmica construção da hidrelétrica de Belo Monte dentro de suas fronteiras – e os impactos socioambientais causados pela obra.
É também lar de tucunarés, tambaquis, surubins, cachorras, trairões, pirararas, bicudas e piraíbas – algumas espécies com até 150 quilos –, peixes abundantes que justificam a atração de pescadores e a proliferação de hotéis e agências de turismo na região. Esse crescimento, no entanto, esbarra na falta de infraestrutura (acesso, saneamento e empregos) disponível.
Apesar de ser um município, Altamira tem seu tamanho frequentemente comparado ao de estados e até países. Se fosse um país, seria o 91º mais extenso do mundo, maior do que Grécia e do que o Nepal. Se fosse um estado brasileiro, seria o 16º maior, “perdendo” por pouco para o Paraná e maior que o Acre e o Ceará. O município teve origem nas missões dos jesuítas, na primeira metade do século 18.
Revista IPesque

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Sepaq auxilia no transporte de caranguejos reduzindo mortalidade

As 50 basquetas prontas para a entrega.

Encontro da Sepaq com as Reservas Extrativistas.

Secretário Henrique Sawaki assinando o termo de concessão das basquetas.
Nesta sexta-feira (19), duas reservas extrativistas foram beneficiadas com a concessão realizada pela Secretaria de Estado de Pesca e Aqüicultura (Sepaq) de cinquenta basquetas que auxiliam no transporte do caranguejo. Trata-se da Reserva Extrativista de São João da Ponta e da Reserva Extrativista Mãe Grande Curuçá. Cada uma recebeu 25 basquetas. Essa quantidade é capaz de transportar cerca de dois mil caranguejos com a diminuição da mortalidade de 50% para menos de 10%, se comparado ao transporte de caranguejos em sacos.
A ideia da Sepaq é fazer a mesma ação para outras associações ao longo do tempo. A concessão das basquetas tem duração de um ano, que pode ser renovada ou entregue a outra associação. Isso porque, com o aumento do lucro dos núcleos extrativistas com o uso das basquetas, elas poderão adquirir as suas próprias basquetas.
A vice-presidente da Reserva Extrativista de Mãe Grande de Curuçá, Sandra Gonçalves, acha que a iniciativa é uma valorização do trabalho do extrativista. “É algo que beneficia a todos, pois o caranguejo chega à capital com um valor mais em conta, o caranguejeiro ganha mais – já que ele mesmo consegue transportar o seu produto com uma mortalidade muito menor e sai da mão do atravessador -, e o próprio crustáceo chega à mesa do consumidor mais saudável. Um caranguejo que vem pelas basquetas pode durar até seis dias. O caranguejo que veio ensacado, quando não morre, dura no máximo três”, explicou.
Segundo Sandra, sem as basquetas, os extrativistas vendem uma saca de caranguejo por R$80 para o atravessador. E ele revende para o público por R$150. Com os próprios extrativistas fazendo o transporte e a venda do caranguejo, o valor fica em R$100, preço final de mercado.

Sepaq divulga método revolucionário de transporte de caranguejo

Ao longo do ano, várias visitas com técnicos da Sepaq foram realizadas nos lugares ligados ao extrativismo do Estado para que fosse ministrado o curso sobre a logística de acomodação do caranguejo uçá. Bem como, aplicado o método de armazenamento e transporte do crustáceo, aprimorado pela Sepaq em 2011, que consiste em selecionar o tamanho do animal, acomodá-los sobre esponjas embebidas em água e transportá-los em basquetas. A técnica visa maior conforto do animal e diminuição da taxa de mortalidade.
Com a aplicação desse novo método, foi possível observar algumas diferenças em relação ao método tradicional utilizado no transporte desses animais, que atualmente é feito em sacos de ráfia. Sem dúvida, o principal benefício verificado foi em relação à mortalidade. Em comparação com o método de transporte tradicional, a mortalidade foi reduzida de 50% para menos de 10%, segundo dados da própria Sepaq.
Tal fato foi possível graças a alguns aspectos que devem ser considerados, como a distância do município de São João da Ponta para Belém, viagem que é feita em duas horas, e o tempo entre a tirada do caranguejo e o acondicionamento, que é em média, de duas horas em cada comunidade do município, sendo São Francisco e Deolândia.
Os técnicos da Sepaq estão trabalhando para aprimorar a técnica proposta pela Embrapa Meio Norte em 2007 e adequando à realidade amazônica. Os resultados após processos de comercialização do crustáceo, dentro da Feira do Pescado realizada pela secretaria nos bairros de Belém, são exitosos, tendo em vista que nas seis primeiras experiências a mortalidade do animal acomodado e transportado vivo nesse novo método foi reduzida para 8% e já chegou ao índice de 0,8% de perda. Um avanço na cadeia produtiva do caranguejo.

Qual a melhor maneira de preparar um peixe? Aprenda.


Fonte: MdeMulher por Patrícia Giuffrida com informações Revista Saúde
Imagem: Imagem Ilustrativa
Getty Images por Roger Kirby


Peixe é sempre uma opção levinha, saudável e nutritiva. Mas é preciso tomar cuidado na forma como se prepara o pescado. Dependendo da receita, o número de calorias pode ser triplicado! Para não correr o risco de engordar, escolha sempre as versões mais light. Veja aqui seis dicas publicadas na revista SAÚDE!.

• Grelhado. É uma opção fácil e saudável, já que não demanda uso de óleo. Nesse caso, use peixes mais firmes. Um bom exemplo é o salmão. Você pode prepará-lo com chá preto defumado.

• Assado. Feito no forno a gás ou elétrico, não sofre aumento no teor de gordura. Para deixar mais úmido e saboroso, acrescente vegetais.

• Ensopado. É outra alternativa magra. Para diminuir a perda de nutrientes, coloque o peixe na panela após a água do cozimento ferver. Uma boa sugestão é preparar um namorado com cuscuz marroquino.

• Empanado. Depois de passar o peixe na farinha e no ovo, ele é frito. Por isso, essa preparação é rica em calorias. Dica: para a preparação ficar mais saudável, leve o filé empanado ao forno.

• Frito. Deve ser consumido vez ou outra. Isso porque o alimento fica cheio de gordura de péssima qualidade e ganha o dobro de calorias. Por isso, cuidado!

• Temperos. Em qualquer preparação, procure não misturar muitos condimentos e nem exagerar na quantidade. “Sal e alho já dão conta do recado”, avisa a nutricionista Lilia Zago, em entrevista à revista SAÚDE!.
Revista IPesque

Eldorado do Carajás pede apoio à Sepaq


Com a finalidade de pedir apoio à Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará ao setor pesqueiro do municipio, esteve em visita ao secretário Henrique Sawaki, nesta sexta feira, 19, uma comitiva de Eldorado do Carajás que vê na pesca paraense um dos grandes  fatores de desenvolvimento da região. Por enquanto, o municipio tem apenas uma Colônia de Pescadores que é a Associação dos Pescadores, Produtores e Criadores de Alevinos de Eldorado do Carajás, e pretende ampliar as ações agora sob a nova administração do prefeito eleito, Divino Campos (PPS). Fizeram parte da comitiva, além do prefeito e sua esposa, Valéria Campos, o Professor Wagner, Japão, Vereador Jaimão da 17, Clermoy Aleixo, presidente regional do PPS,e o Dr.Moraes. Nas fotos, o secretário Henrique Sawaki ladeado pelo novo prefeito, Divino, e pelo vereador Jaimão da 17  e, ao lado, parte da comitiva durante a reunião.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

MPA publica Instrução Normativa no DOU


INSTRUÇÃO NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº 13, DE 16 DE OUTUBRO DE 2012


Proíbe, nas águas jurisdicionais brasileiras, por um período de 3 (três) anos, a captura da espécie (Epinephelus itajara), conhecida popularmente por mero, canapú, bodete, badejão, merete e merote.

O MINISTRO DE ESTADO DA PESCA E AQUICULTURA e a MINISTRA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto na Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, alterada pela Lei nº 11.958, de 26 de junho de 2009, na Lei nº 11.959, de 29 de junho de 2009, no Decreto nº 6.981, de 13 de outubro de 2009 e na Portaria Interministerial MPA/MMA nº 2, de 13 de novembro de 2009, resolvem:

Art. 1º Proibir, por um período de 3 (três) anos, nas águas jurisdicionais brasileiras, a captura da espécie (Epinephelus itajara), conhecida popularmente por mero, canapú, bodete, badejão, merete e merote.

Parágrafo único. Medidas de ordenamento complementares, visando à recuperação da espécie, serão avaliadas e propostas por Grupo de Trabalho a ser instituído pelo Ministério da Pesca e Aquicultura e pelo Ministério do Meio Ambiente, considerando os estudos técnicos e informações bioecológicas disponíveis.

Art. 2º Ficam vedados o transporte, a descaracterização, a comercialização, o beneficiamento e a industrialização da espécie (Epinephelus itajara).

§ 1º Os indivíduos de Epinephelus itajara de todos os tamanhos, inclusive juvenis conhecidos como meretes ou bodetes ou outros nomes locais, capturados de forma incidental, deverão, obrigatoriamente, ser devolvidos inteiros ao mar, vivos ou mortos, no momento do recolhimento do aparelho de pesca.

§ 2º O registro dos indivíduos, capturados e devolvidos ao mar, deverá constar nos Mapas de Bordo, na forma do disposto na Instrução Normativa Interministerial nº 26, de 19 de julho de 2005, do Ministério do Meio Ambiente e da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República, quando aplicável.

Art. 3º A vedação de que trata esta Instrução Normativa não se aplica para casos de captura com fins de pesquisa científica, desde que devidamente autorizada pelo órgão ambiental competente.

Art. 4º Os infratores das disposições contidas nesta Instrução Normativa ficam sujeitos às sanções previstas na Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, no Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008 e na legislação complementar, sem prejuízo de outras cominações legais.

Parágrafo único. As embarcações, pescadores profissionais ou amadores, e indústrias de pesca que atuarem em desacordo com as medidas estabelecidas nesta Instrução Normativa Interministerial, independentemente de outras sanções, terão cancelados seus cadastros, autorizações, inscrições, licenças, permissões ou registros da atividade pesqueira.

Art. 5º Esta Instrução Normativa Interministerial entra em vigor na data de sua publicação.

MARCELO CRIVELLA
Ministro de Estado da Pesca e Aquicultura
IZABELLA TEIXEIRA
Ministra de Estado do Meio Ambiente

Instruções Normativas disciplinam períodos de defeso 2012/2013


O MMA ( Ministério do Meio Ambiente), o IBAMA (INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS); a SUPERINTÊNCIA DO IBAMA NO ESTADO DO PARÁ e o NÚCLEO DE RECURSO PESQUEIRO emitiram Portarias e/ou Instruções Normativas de defesos de várias espécies particularmente o defeso da Piracema, conforme divulgado a seguir:


IN 13/2011

Rio Tocantins e Gurupi

1º de Novembro até 28 de fevereiro de 2013 Aracu, branquinha, Curimatá, mapará, pacu, pirapitinga, tambaqui e matrinxã.

Proibida a comercialização de todas as espécies.

IN 12/2011

Rio Araguaia

1º de Novembro até 28 de fevereiro de 2013 Proibida a comercialização de todas as espécies

-apenas o uso do anzol (linha de mão ou molinete) é permitido e apenas 3 quilos por pescador para sua subsistência.

IN 48/07

Rios Amazonas e Jarí

15 de Novembro até 15 de março de 2013 Aracu, Curimatá, pacu, tambaqui, pirapitinga, mapará branquinha, jatuarana, fura-calça e matrinxã.

IN 48/07

Rios da Ilha do Marajó

1º de janeiro até 30 de abril de 2013 Aracu, Curimatá, jeju, pacu, traíra, tamoatá, piranha, anujá, apaiari

INI 13/12

Toda a jurisdição brasileira
17/10/2012 até 17/10/2015
Mero

INI /2013

Estado do Pará  Janeiro, fevereiro e março de 2013 de

Caranguejo-uçá

IN 14/2011

Região Norte e Nordeste

15 de dezembro até 15 de fevereiro de 2013

Camarão rosa

IN 206/08

IN 138/06

Região Norte e Nordeste

1º de Dezembro até 31 de maio de 2012 Lagosta vermelha e cabo verde

-vermelha 13 cm – 7,5

-cabo verde 11 cm – 6,5

Port. 10/97

Rio Tocantins e afluentes.
1º de novembro até 31 de janeiro (em virtude do defeso fica até 28.02.13)
Mapará

IN 34/04

Rios da Bacia Amazônica

1º de dezembro até 31 de maio de 2013

Pirarucu

IN 24/05

Rios Araguaia e Tocantins

1º de outubro até 31 de março de 2013

Pirarucu

Instruções Normativas 12 e 13/2011

Obs. Estabelece tamanho mínimo de captura.

Rios Araguaia e Tocantins

Permanente

Aruanã 50 cm

Barbado, barba-chata 50 cm

Bargada 80 cm

Cachorra 50 cm

Caranha/pirapitinga 40 cm

Curimatã, papa-terra 25 cm

Dourada/apapá/sarda/tubarana 50 cm

Filhote/piraíba 100 cm

Jaú 80 cm

Mandubé/fidalgo/ boca larga 35 cm

Mapará 29 cm

Matrinchã 30 cm

Pescada branca 32 cm

Piau-cabeça-gorda 30 cm

Piau-flamengo 20 cm

Pirarara 80 cm

Pirarucu, pirosca 150 cm

Surubim/Pintado 80 cm

Tucunaré 35 cm

INI 01/09

Norte e nordeste

15 de dezembro até 30 de abril de 2013 Pargo

Isóbata de 50 metros de profundidade

Port. 56/95

Todo Litoral Brasileiro

Permanente Espadarte (Xiphias gladiu)

125 cm – de comprimento ou peso inferior a 25 kg

IN 22/05 Bacia Amazônica e rios do Marajó 01.12 a 30.03.2013 Acari – Liposarcus pardalis

IN 35/05

Bacia Amazônica

01.10 a 31.03.2013 Tambaqui – Colossoma macropomum

IN 11/11

Foz do Rio Amazonas e Pará 15.09 a 30.11.2012

Piramutaba

Brachyplatistoma vaillanti

Fonte: Divisão de Fauna e Pesca do IBAMA
Antonio Melo – Analista Ambiental

Rios amazônicos: qual a melhor época para pescar tucunaré-açus


Fonte: Revista Ecoaventura
Imagem: Revista Ecoaventura por Voitek Kordecki

A dúvida que mais costuma incomodar quem planeja realizar uma pescaria inesquecível nos rios amazônicos é sobre a melhor época para viajar até lá. Com base em experiências anteriores, nosso consultor, Voitek Kordecki, aborda essa questão para você programar o período mais promissor para pescar os Tucunarés-açus.
A temporada de pesca ao Tucunaré-açu nos rios amazônicos é relativamente curta. Isso porque, na maior floresta tropical do mundo, o período de seca — época mais indicada para a realização de boas pescarias — dura seis meses, e o das chuvas, quando as fisgadas se tornam difíceis, outros seis. Mas a Amazônia é tão grande que essa realidade muda radicalmente de região para região. Um exemplo disso é o que ocorre nos rios cujo acesso é melhor a partir de Manaus — caso do Madeira e seus tributários, entre outros. Enquanto eles começam a apresentar boas condições já a partir de agosto, os programas de pesca que têm como ponto de partida a região de Barcelos ou de Santa Isabel, no alto rio Negro, só começam a ser viáveis a partir de dezembro. Ou seja: o ciclo de chuvas e secas são exatamente o oposto.

Se você prefere rios nas caixas e lagos limpos, a melhor época é agora!

Em razão disso, é de se supor que temos uma temporada de seis meses de pesca na parte baixa (nas proximidades de Manaus) e outros seis na parte superior. Mas não é bem assim! No alto rio Negro, em função de fenômenos como o El Niño e La Niña, a temporada pode durar apenas quatro meses — ou até menos. E, como é exatamente o alto rio Negro e seus afluentes o destino mais desejado pelos aficionados dos grandes Tucunarés, vale considerar outro fator de relevante importância: é que, apesar de se estipular os meses nos quais a temporada começa e termina nessa região, no caso de final de setembro até março, fatores climáticos podem interferir nesse espaço de tempo e, assim, fazê-la começar mais tarde ou, no outro extremo, terminar mais cedo.
Experiências anteriores mostram que quem opta pelo final da temporada, isto é, entre fevereiro e março, tem obtido melhores resultados. Isso porque, em ano de La Niña (cheia forte), o melhor período é o final da temporada — entre fevereiro e março. Nos últimos anos de La Niña, conseguimos excelentes condições de pesca nos afluentes da margem direita do rio Negro, como é o caso dos rios Aracá e Demeni, que enchem mais tarde que os da margem oposta. Quando não ocorre repiquetes — mudança súbita no nível das águas —, subimos mais os afluentes, mesmo que, para isso, seja preciso navegar dois dias a mais que o normal com o objetivo de encontrar os grandes Açus, que, nesse caso, estão mais próximos às cabeceiras. Já quando ocorre o repiquete, o melhor é não subir muito esses rios, uma vez que a influência desse fenômeno é menos acentuada.
Nos anos de seca (El Niño), tem sido mais proveitoso do início ao meio da temporada (entre setembro até novembro). Os peixes ficam mais ativos, as iscas artificiais de superfície — em especial, as de hélices — são muito produtivas. E, além de tudo, na seca, é praticamente impossível conseguir subir até as cabeceiras dos afluentes, mesmo com barcos de baixo calado. Sempre que possível, é preferível pescar no início da temporada, pois, apesar de estar sujeito às adversidades climáticas, a pressão de pesca é infinitamente menor.
Nossa equipe dá preferência aos meses do meio da temporada. Isso porque é fundamental se certificar de todos os aspectos que possam contribuir ou complicar a qualidade da pescaria, em especial, devido ao fato de que muitos de nossos companheiros de pesca vêm da Europa — o que torna essas viagens muito dispendiosas.
Revista IPesque





DNA flagra pesca de espécies ameaçadas



Análises genéticas no combate da pesca ilegal

Fonte: Folha de São Paulo por Reinaldo José Lopes com informações UNESP Ciência
Imagem: Imagem Ilustrativa
Getty Images por Marcelo Terraza

O ato aparentemente inocente de comprar algumas postas de cação na peixaria pode piorar ainda mais a situação de espécies brasileiras de tubarões e arraias, dizem biólogos da Unesp.
Análises genéticas conduzidas por eles indicam que animais ameaçados do grupo estão chegando aos mercados sem que se perceba.
Pior ainda, essas espécies também estão alimentando o mercado internacional (basicamente chinês) de barbatanas de tubarão, um dos principais responsáveis pelo declínio populacional desses predadores nos oceanos.
Os dados da equipe da Unesp foram apresentados no 58º Congresso Brasileiro de Genética, realizado recentemente em Foz do Iguaçu.
Fernando Fernandes Mendonça, pesquisador do Laboratório de Biologia e Genética de Peixes da Unesp de Botucatu, diz que a identificação genética é uma ferramenta importante para flagrar esse tipo de transgressão porque, em primeiro lugar, é muito difícil distinguir as espécies apenas visualmente.
Além disso, é comum os pescadores retalharem o bicho ainda em alto-mar, retirando cabeça e nadadeiras, o que dificulta ainda mais o reconhecimento do animal. Para chegar a uma forma de "RG genético", Mendonça e seus colegas usaram trechos de um gene presente no DNA das mitocôndrias, as usinas de energia das células.
Conhecido pela sigla COI, ele já está consagrado nos padrões internacionais de "códigos de barra de DNA", como são chamadas as iniciativas para identificar espécies com base numa análise genética simples.
Seguindo esse padrão, a equipe do laboratório já tem meios de identificar mais de uma dezenas de espécies brasileiras de tubarões e arraias.

PRIMEIRO TESTE

O primeiro teste dessa ferramenta foi com uma série de carregamentos de barbatanas de tubarão apreendidos pelo Ibama no Pará (uma das bateladas tinha quase 8 toneladas do produto).
Logo de cara, uma malandragem ficou clara. Embora a declaração feita para as autoridades brasileiras afirmasse que as barbatanas eram apenas de tubarão-azul, as embalagens (para exportação) também mencionavam o tubarã-mako e o tubarão-raposa nos carregamentos.
Pior ainda, a análise de DNA demonstrou que a amostra também continha 10 de barbatanas de uma espécie de tubarão-martelo e de tubarão-raposa, ambos animais cuja captura está proibida.
Em estudo publicado neste ano, os biólogos analisaram capturas em portos da Bahia ao Rio Grande do Sul.
O objetivo era saber se a arraia-viola (Rhinobatos horkelii, conhecida assim por causa do formato característico de seu corpo) estava sendo pescada -o bicho está criticamente ameaçado de extinção e só existe no litoral do Brasil e da Argentina.
"Nós íamos a barcos de pesca e mercados e perguntávamos se o pessoal tinha arraia-viola para venda. Em geral, ninguém admitia. A carne era vendida como cação", diz Mendonça.
Não foi o que o DNA mostrou. Em vários locais, mais da metade da amostra correspondia à arraia, e em Santa Catarina 100 dos espécimes eram da espécie ameaçada.
Num plano de ação para as espécies de tubarões e arraias do país, aprovado neste ano, o Ibama diz que pretende usar os métodos para melhorar a fiscalização, mas ainda não definiu quando fará isso.
Revista IPesque

Saiba tudo sobre o consumo diário de ômega 3



Comer peixe e frutos do mar facilita o aprendizado de crianças, diz neurologista

Fonte: JM Online por Thassiana Macedo
Imagem: Reprodução
JM Online

Estudo realizado na Universidade de Oxford, no Reino Unido, mostrou que o consumo diário de ômega 3, um tipo de gordura encontrado em peixes de água fria e frutos do mar, pode melhorar a leitura e o comportamento de crianças com baixo desempenho escolar. Pesquisadores identificaram que, em quatro meses, 362 crianças, entre 7 e 9 anos de idade, passaram a apresentar melhora no aprendizado após o consumo diário de ômega 3, por meio de cápsulas com óleo de algas marinhas.
O neurologista Ronaldo Guimarães Fonseca destaca que não basta consumir ômega 3, é necessário identificar o motivo da dificuldade no aprendizado. “Quando você tem uma criança com dificuldade de aprendizado ou uma criança com hiperatividade, déficit de atenção ou algum transtorno neurológico, não basta só dar peixes e frutos do mar, tem que levá-la a um especialista para que ele possa fazer um diagnóstico diferencial e afastar a possibilidade de outras causas. Nos casos do transtorno de hiperatividade e déficit de atenção, por exemplo, é muito importante que se afastem problemas relacionados ao sono”, revela.
Fonseca destaca que qualquer indivíduo, adulto ou criança, que tem sono de má qualidade podem vir a ter alterações cognitivas durante o dia. “A criança lê mau ou está aprendendo pouco porque não está dormindo bem. E isto porque está roncando ou tomando muito café, chá ou refrigerante à noite, porque está ficando sob a luz do computador até 10h ou 11h da noite. Então, é fundamental que o médico faça um diagnóstico diferencial e trate a causa básica”, esclarece o neurologista.
O especialista afirma, ainda, que, caso o médico não encontre a causa que está interferindo na aprendizagem ou no comportamento de adultos e crianças, é o momento de procurar alternativas para melhorar a qualidade de vida do indivíduo, através de condutas facilitadoras do aprendizado. “Nesses casos, justifica-se prescrever o uso de peixes e frutos do mar para a pessoa. O importante é que se comam peixes que se alimentem de algas marinhas, como sardinha, peixe galo, salmão, entre outros”, completa Fonseca.
Revista IPesque



O defeso da Piracema vai começar em Novembro

Período de proibição de pesca, inclusive na modalidade pesque e solte, deve começar no próximo mês



Fonte: 24 Horas News por Redação
Imagem: Imagem Ilustrativa
Getty Images por Dani Simmonds

Através de Portarias ou Instruções Normativas do Ministério do Meio Ambiente, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis; tambem através da Superintendência do IBAMA no Estado do Pará e do Núcleo de Recurso Pesqueiro, deverão definir na semana que vem as datas para o período de proibição de pesca em todas as regiões do país, em especial nos  Rios Tocantins, Gurupi, Araguaia, Amazonas, Jari e rios da Ilha do Marajó, etc.. Provavelmente ele comece no dia 1º de novembro, nos rios da Bacia Hidrográfica do Araguaia, e, no dia 5, nos rios das Bacias Hidrográficas do Amazonas e do Paraguai. O período proibitivo se estenderá até o dia 28 de fevereiro de 2013 para qualquer tipo de pesca, inclusive, na modalidade “pesque e solte”.
Nesse período, só será permitida a pesca de subsistência, desembarcada, ou a de caráter cientifico, previamente autorizada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ou pela secretaria de Estado do Meio Ambiente.
Também há uma cota diária de três quilos ou um exemplar de qualquer peso, por pescador, para fins de subsistência, respeitados os tamanhos mínimos de captura estabelecidos pela legislação vigente, para cada espécie.
Também está proibido, durante o período do defeso, o transporte e a comercialização do pescado proveniente da pesca de subsistência.
Todo o produto de pesca oriundo de outros estados ou países deverá estar acompanhado de comprovante de origem sob pena de multa, perda de pescado e dos petrechos, equipamentos e instrumentos utilizados na pesca.
Para aqueles que forem pegos desrespeitando a proibição as penalidades previstas vão desde multa até a detenção estabelecidas na Lei Estadual e na Lei Federal.
Para denunciar qualquer crime ambiental a Sema disponibiliza à população o numero de telefone 0800 65 3838, da Ouvidoria do órgão. As denúncias podem ser feitas ainda diretamente pelo site da secretaria.
Revista IPesque


terça-feira, 16 de outubro de 2012

Morte aos Tubarões!



Governo autoriza matar tubarões que ameaçarem banhistas

Fonte: BBC Brasil por Redação
Imagem: Imagem Ilustrativa
Getty Images por Dms1259

Acredita-se que muitos dos ataques tenham sido feitos por tubarões-brancos, que são protegidos por uma lei federal na Austrália. Anteriormente, autoridades haviam autorizado que se matasse o animal apenas durante ou após um ataque. A diferença agora é que essa permissão seria dada quando houvesse risco iminente de um ataque.
O pacote apresentado pelo governo do estado, de pouco mais de R$ 14 milhões, também apresentou medidas como o uso de jet skis para os salva-vidas, programas de conscientização da comunidade e, até mesmo, implantar sensores de rastreamento por GPS nos tubarões que poderiam monitorá-los em tempo real.
Os novos recursos também vão aumentar a pesquisa sobre os tubarões. O governo chegou a cogitar o abate dos animais, mesmo os que não oferecessem perigo imediato, mas voltaram atrás após protestos de grupos ambientalistas.
"Estas novas medidas vão não somente nos ajudar a entender o comportamento dos tubarões, mas também oferecer aos banhistas mais proteção e confiança durante este verão que se aproxima", declarou o governador do estado, Colin Barnett.
O anúncio veio depois que seis ataques, cinco deles fatais, foram registrados no estado neste ano, que fica localizado na costa oeste da Austrália.
O mais recente aconteceu no mês passado, quando um homem sofreu ferimentos no abdômen e no braço em um incidente a cerca de mil quilômetros da capital do estado, Perth.

Peixe gigante assusta turistas

Um peixe remo de 6,1 metros atraiu as atenções da praia de Cabo San Lucas, no México, na última sexta-feira (12).

O peixe, cujo habitat natural é o fundo do oceano e raramente foi visto vivo, foi levado pela correnteza na praia de Hacienda. Os agentes da praia foram rápidos em pegar o animal e coloca-lo de volta na água.
Fonte: RedeTV

A seleção de projetos de pesquisa cientifica nas áreas de Pesca e Aquicultura


MPA lança chamada conjunta para selecionar projetos de pesquisa científica e tecnológica nas áreas de Pesca e Aquicultura

O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em conjunto com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e tecnológico (CNPq), lançaram, no último dia 05 de outubro, a Chamada CNPq/MPA nº 42/2012, que tem o objetivo de apoiar projetos de pesquisa inovadores que visam o desenvolvimento científico e tecnológico nas áreas de pesca e aquicultura, com foco no aumento do conhecimento em temas prioritários para propiciar o aumento da produção de pescados no País.
O MPA disponibilizará recursos de seu orçamento no valor de R$ 10 milhões para o financiamento dos projetos selecionados. O valor máximo de financiamento por projeto é de R$ 300 mil, com limite de R$ 100 mil para bolsas e R$ 60 mil para Despesas de Capital. O prazo para execução dos projetos será de 24 meses.
A Chamada está organizada em 03 (três) linhas temáticas distintas – Pesca, Aquicultura, e Processamento e Sanidade Aquícola e Pesqueira – tendo cada uma delas linhas de pesquisa específicas. As propostas devem abranger uma das linhas temáticas.
Os interessados têm até às 18h, do dia 19 de Novembro de 2012 para submeter os projetos no site do CNPq, por meio da plataforma Carlos Chagas.
A divulgação do resultado está prevista para ocorrer a partir de 10 de dezembro de 2012.
Fonte: site MPA



MPA participa da 9ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia


O Ministério da Pesca e Aquicultura participará da 9ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que será realizada de 15 a 21 de outubro em todo o país. O evento é coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e este ano tem como tema “Economia Verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza.”
A abertura será no dia 16 de outubro, às 15h, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. No dia 17, o MPA irá promover palestra sobre “Atualidades da Aquicultura e Pesca no Brasil” e no dia 18 sobre “Alimentação Saudável - Consumo de Pescado”. O ministério contará ainda com um estande onde o visitante poderá aprender a manusear o pescado e ver por meio de um microscópio larvas de tilápia. A expectativa dos organizadores é de receber 200 mil pessoas nos seis dias de evento na capital federal.
O tema da Semana foi escolhido em sintonia com as discussões da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), promovida pela ONU em junho deste ano, no Brasil. A Assembleia-Geral das Nações Unidas também declarou o ano de 2012 como o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos, visando realizar atividades em todos os continentes com o objetivo de aumentar a consciência coletiva sobre a importância da sustentabilidade, por meio de ações em âmbito local, regional e internacional.
Neste ano serão desenvolvidas atividades de difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos relacionados ao tema, com debates sobre as estratégias e as mudanças necessárias para a consolidação de uma economia que, em conexão com um modelo de desenvolvimento sustentável, contribua para a erradicação de pobreza e a diminuição das desigualdades sociais no país.
Fonte: site MPA



A Biblia do Pescador para 2013




Fonte: Governo do Estado da Paraíba por Redação
Imagem: Imagem Ilustrativa

O potencial pesqueiro da Paraíba será um dos destaques da 25ª edição da Bíblia do Pescador, publicação que será lançada em janeiro de 2013 e que abordará um dos mais importantes e desafiadores temas: a costa brasileira. A reportagem está sendo produzida pelos jornalistas Alessio Freire e Marcelo Esteves, que formam a expedição do Guia da Bíblia do Pescador. Os profissionais chegaram no domingo (7) e percorrem a costa paraibana até a segunda-feira (15).
De acordo com o produtor da Bíblia do Pescador, Roberto Conti, a Paraíba está entre os três estados nordestinos escolhidos para fazer parte do guia, especialmente, pelo seu potencial pesqueiro. Conti disse que o Estado tem ótima estrutura de marinas destinadas ao pescador, bem como os serviços turísticos, além de excelente rede hotelaria e de restaurantes. Os outros dois estados selecionados são Bahia e Sergipe.
Roberto Conti afirmou que a parceria com a Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Associação Brasileira da Indústria de Hotéis na Paraíba (ABIH-PB) e Abrasel-PB foi importante para a viabilidade do trabalho no Estado. O produtor destacou ainda que o ‘Destino Paraíba’ vem ganhando grande visibilidade como opção para quem busca um turismo de qualidade.
Com uma tiragem de 50 mil exemplares, a Bíblia do Pescador oferece roteiros, mapas, serviços e dicas, além de imagens surpreendentes para se aproveitar ao máximo uma das maiores riquezas do Brasil. A publicação estará disponível em bancas de revistas, livrarias, sites de vendas pela internet e em algumas casas de pesca, e é elaborada para que o pescador possa se orientar e fazer consulta permanente para as suas pescarias ao longo dos próximos anos.
Revista IPesque

Tubarão-azul é fisgado, mas pescador fica sem recorde por soltá-lo

Fonte: G1 com informações Daily Telegraph
Imagem: Reprodução
BNPS.co.uk por Trevor Cozens

O britânico Bob Pollard, de 43 anos, fisgou um tubarão-azul de 112,5 quilos na costa de Penzance, na Cornualha, no Reino Unido, mas deixou de quebrar o recorde britânico porque soltou o tubarão no mar depois de pesá-lo no barco.
Segundo o jornal "Daily Mail", o exemplar capturado por Pollard não será considerado novo recorde britânico, apesar de ser 11,8 quilos mais pesado que o atual recorde, porque o tubarão teria que ser pesados ​​em terra, o que significaria ter que matá-lo.
Revista IPesque

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Sepaq faz celebração em homenagem à Nossa Senhora de Nazaré

Nesta quarta-feira (10), a imagem peregrina do Círio das Crianças de Nossa Senhora de Nazaré foi recebida pelos servidores da Sepaq para uma celebração. Na ocasião, o diácono Miguel Pinto organizou a homenagem à mãe de Jesus. "É um momento de união dos funcionários no amor e na fé", destacou o secretário Henrique Sawaki.



Feira do Pescado é amanhã no Centur

Amanhã (11), das 8h às 14h, será realizada mais uma Feira do Pescado na Fundação Tancredo Neves (Centur), para atender a demanda do Círio de Nazaré. Confira a tabela de preços:

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Novo aquário recebe mais de 5,500 mil visitantes no primeiro fim de semana


Fonte: Prefeitura Municipal de Santos (SP) por Redação
Imagem: Reprodução
Prefeitura Municipal de Santos (SP)


Um total de 3.518 pessoas aproveitaram o sábado e domingo para conhecer as novas instalações do Aquário (em Santos), inauguradas na última sexta-feira (5). Nos próximos dias, o parque receberá mais animais para o plantel e outros três tubarões.
Com novo layout no auditório, agora denominado AquaCine, no saguão e corredores internos, e cenografia renovada nos 31 tanques, as instalações receberam elogios dos visitantes. Muitos deles destacaram os espaços temáticos sobre tubarões e tartarugas, que, além de figuras com contorno iluminado por luz LED azul, ainda dispõem de um portarretratos com imagens rotativas. Filetes com lâmpadas LED foram instaladas sob os bancos e também dão movimento ao teto dos corredores.

Tubarão

Houve quem destacasse também outros recursos visuais, como peças metálicas imitando rabos de tubarão espalhados pelo parque e reproduzindo dentes do peixe, contornando o acesso ao tanque oceânico, o maior do parque. O posicionamento, nos expositores, dos displays com informações bilíngues dos exemplares, que facilita a leitura, inclusive por parte das crianças, também foi observado pelos visitantes.
Como de hábito, o espaço do leão-marinho Abaré-Inti, de sete anos e hoje com pouco mais de 300 kg, atraiu mais a atenção da garotada e dos adultos – ele chegou ao Aquário em 9 de dezembro, com cerca de 270 kg, procedente do Zoológico de São Paulo, mediante empréstimo. O leão-marinho ocupa o maior tanque em espaço lateral do parque, com 80 m² e capacidade de 366 mil litros. Há ainda um deck com 4 m² e área para cambiamento do mamífero.
Revista IPesque

Almoço do Círio mais saudável e barato com a Feira do Pescado

O almoço do Círio de Nazaré deste ano pode ser mais saudável e em conta. Isso porque nesta quinta-feira (11), a Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq) irá promover uma Feira do Pescado, das 8h às 14h, na Fundação Tancredo Neves (Centur). Como de costume, serão comercializados diversos tipos de pescados – dos mais populares aos mais nobres – com preços cerca de 10% mais baratos que no mercado. Entre as espécies de peixes, estão: pescada branca (1 kg do filé a R$13), dourada (1 kg do filé a R$13), bagre (sem cabeça, granel, por R$6 o kg), gurijuba (sem cabeça, granel, por R$10 o kg), xaréu (R$3 com cabeça o kg), tainha (inteira por R$11 o kg) e sardinha (inteira, a R$7 o kg).

Também serão oferecidos aos consumidores produtos mais nobres, como o bacalhau (R$23 o kg) e o camarão, este último com opções de diversos tamanhos e tipos (os preços variam de R$14 a R$35 o kg). Ainda existe a opção de bolinho de bacalhau. Um pacote com 50 unidades do bolinho está por R$55. Pelo menos uma vez por mês a Sepaq realiza a Feira do Pescado para incentivar o consumo de peixe no Estado. Além da feira desta próxima quinta-feira, estão confirmadas outras feiras nos dias 10 de novembro e no dia 22 de dezembro, ambas na Fundação Tancredo Neves (Centur), das 8h às 14h.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Sepaq entrega novos cheques moradias



Dando continuidade ao programa do Cheque Moradia, do Governo do Estado, que contempla servidores para a construção de casas próprias ou reformas de seus domicilios, a Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará promoveu  nesta segunda feira, 8, mais uma sessão de entrega de cheques moradias para três de seus servidores. Desta feita, foram agraciados Geraldo Augusto de Sousa Moura, Evandro Fernandes dos Santos e Celeste Cardoso Ferreira, que receberam seus cheques das mãos do secretário Henrique Sawaki, do secretário adjunto, Luiz Sérgio Borges e do diretor administrativo financeiro, Paulo André Cavalcante. A cerimônia foi organizada e promovida pela Coordenadoria de Gestão de Pessoas, através das companheiras Ray, Chirlei e Lidiane; e da Diretoria de Logística e Estatística, através da diretora em exercício Raffaella Daibes. Nas fotos, momentos do evento.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Servidor Nota 10 da Sepaq é escolhido

Augusto Matsunaga entre o secretário Henrique Sawaki e o adjunto Luiz Sérgio Borges.


A equipe de trabalho de Augusto Matsunaga.


Matsunaga e a comissão avaliadora da Sepaq.



 Com a maioria absoluta dos votos o assistente de informática da Sepaq, Augusto Matsunaga, ganhou o prêmio de Servidor Nota 10 2012 do órgão. Primeiramente, uma comissão avaliadora escolheu três nomes, que pelo critério nos quesitos assiduidade, disciplina, iniciativa, produtividade e responsabilidade ficaram empatados. Para desempatar, todos os servidores presentes da secretaria votaram na manhã desta sexta-feira (5). Augusto Matsunaga ganhou com mais de 50% dos votos.

Essa é uma iniciativa do Governo do Estado em reconhecimento ao trabalho dos funcionários públicos estaduais. Puderam participar servidores públicos efetivos, estatutários não estáveis e empregados públicos da administração pública do Estado, que não exerciam cargo em comissão. Cada órgão precisa indicar um servidor, que representará a instituição na premiação. Todos os indicados receberão R$ 1 mil, medalhas alusivas ao concurso e um certificado das mãos do governador Simão Jatene. Dia 26 de outubro, por intermédio de um sorteio, será escolhido o grande vencedor, que receberá a premiação de R$ 30 mil.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

As atrações de mais um torneio de pesca esportiva em Furnas



3º Torneio de Pesca Esportiva do Tucunaré em Carmo do Rio Claro (MG)

Fonte: A Folha Regional por Redação
Imagem: Divulgação
A Folha Regional

Carmo do Rio Claro sediará a 3ª edição do Torneio de Pesca Esportiva do Tucunaré, no Lago de Furnas. Organizado pelo Departamento de Desenvolvimento Local, através da Seção de Turismo e Seção de Pesca, Agricultura e Psicultura e com o apoio da Prefeitura.
O torneio deve atrair pelo terceiro ano consecutivo, participantes de toda a região e também de cidades do interior paulista. Carmo do Rio Claro se destaca por ser o maior Município alagado pela represa de Furnas, o que proporciona uma geografia privilegiada e a pesca tem hoje uma significativa representatividade na economia local.
A realização do 3º Torneio de Pesca Esportiva do Tucunaré visa incentivar a prática da modalidade e com isso fomentar o turismo divulgando as belezas naturais do Lago de Furnas e aproveitando para a conscientização ambiental e ecológica dos participantes, turistas e da população de um modo geral.
O 3º Torneio de Pesca Esportiva do Tucunaré é uma iniciativa da Prefeitura Municipal, tem o apoio do Comtur (Conselho Municipal de Turirmo), e lojas de artigos esportivos, especialmente para pesca.
O Torneio ocorrerá no sábado das 08h00 às 16h00 e no domingo das 08h00 as 14h00, com 03 (três) categorias.
Pescaria: Serão pescados e levados para o fiscal pesar todos os tucunarés vivos a partir de 25 (vinte e cinco) centímetros, serão medidos apenas 10 (dez) tucunarés.

Serão premiados os 03 primeiros colocados em 03 categorias:
1-Adulto masculino, 2-Adulto feminino, 3-Adulto misto


Haverá uma premiação especial para:
• Pescador SORTUDO (aquele que pescar o maior Tucunaré);
• Pescador ESPORTISTA (que pescar o maior número de Tucunarés);

As inscrições já estão abertas.

Locais de inscrição:

Casa de Pesca LM (LÚ)
Av. José Evaristo Santana, 108
Carmo do Rio Claro
Fone: (35) 3561.2181
Casa de Pesca do Márcio
Rua Dr. Pedro Tito Pereira, 09
Carmo do Rio Claro
Fone: (35) 3561.2252



Casa do Aquicultor
Av. Jose Evaristo Santana, 420
Carmo do Rio Claro
Fone: (35)3561-2322
Pelo endereço eletrônico:
eventos@carmodorioclaro.mg.gov.br
Valor Individual: R$30,00 (trinta reais)
Além da pesca esportiva, a programação do evento contará ainda com apresentação de shows regionais e completa estrutura para receber os participantes no local.
Haverá também área de camping e praça de alimentação.

Informações: 35 3561-2628 / 3561-2635 / 9956-9094 / 9185-3280 – Departamento de Desenvolvimento Local.

Nova atração turistica e ambiental no Espaço Coral


Fonte: Projeto Coral Vivo
Imagem: Projeto Coral Vivo

Em meio ao agito da Rua do Mucugê, em Arraial d’Ajuda, uma novidade com proposta ambiental: o Espaço Coral Vivo Mucugê. Como ele está em uma das regiões mais ricas do país em biodiversidade marinha, a intenção é aproveitar a alta circulação de turistas e moradores para transmitir informações sobre a importância da conservação dos recifes de coral. Trata-se de uma iniciativa do Projeto Coral Vivo, que conta com o patrocínio da Petrobras por meio do Programa Petrobras Ambiental e com o co-patrocínio do Arraial d’Ajuda Eco Parque. A visitação gratuita poderá ser feita a partir do dia 12 de outubro, sempre de quinta a domingo, das 17h às 23h.
“Acreditamos que oferecer essa nova atração turística é fundamental visto que nas redondezas ficam áreas de proteção integral: o Parque Municipal Marinho do Recife de Fora e o Parque Municipal Marinho de Coroa Alta”, relata o biólogo Clovis Castro, coordenador do Projeto Coral Vivo, que atua na região desde 2004. No Espaço Coral Vivo Mucugê, estarão expostas, por exemplo, colônias centenárias de cinco espécies encontradas na Bahia, como corais cérebro e corais-de-fogo - pertencentes ao acervo do Museu Nacional/UFRJ, que foram emprestadas ao Projeto Coral Vivo.
O espaço de 200 m² contará também com uma maquete do Centro de Visitantes e Base de Pesquisas do Coral Vivo - que fica no Arraial d’Ajuda Eco Parque, e com painéis visuais sobre a biodiversidade marinha e os recifes da região, além das ações desse projeto sem fins lucrativos. Haverá ainda uma loja com produtos exclusivos sobre a temática marinha brasileira com a marca Coral Vivo. “Todos os recursos serão revertidos para ações de conservação marinha, incluindo pesquisa, educação e mobilização social”, explica a bióloga Débora Pires, coordenadora de comunicação do Projeto Coral Vivo e presidente da Associação Amigos do Museu Nacional (Samn).
Esse é o terceiro ponto turístico do Projeto Coral Vivo com informações de conservação de ambientes coralíneos. Além do primeiro que está dentro do Arraial d’Ajuda Eco Parque, foi inaugurado em dezembro de 2011 no Rio de Janeiro o Centro de Visitantes do Parque dos Corais de Búzios.

Espaço Coral Vivo Mucugê
Aberto ao público a partir de: 12 de outubro de 2012.
Entrada gratuita.
Funcionamento: De quinta a domingo, das 17h às 23h. Abrirá também nos feriados prolongados.
Rua do Mucugê, 402, Arraial d’Ajuda, Porto Seguro, Bahia.
Mais informações sobre o Projeto Coral Vivo: www.coralvivo.org.br

Informações para Imprensa
Influência Comunicação
21.2285-4860 / 21.8115-4109
Alyne Bittencourt – contato@influenciac.com.br
Mercia Ribeiro – mercia.ribeiro@influenciac.com.br

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Peixe raro no México

Pesquisadores descobrem espécie que possui pênis com ganchos

Fonte: Terra por Redação
Imagem: Reprodução
North Carolina State University

Um peixe macho do México ficou conhecido pela sua genitália incomum. Equipado com quatro ganchos, o pênis do macho pode permitir-lhe agarrar a fêmea mais resistente durante o acasalamento, dizem os pesquisadores. O Peixe Mosquito de Llanos, ou Gambusia quadruncus, foi descrito este mês no Journal of Fish Biology por uma equipe liderada pelo pesquisador Brian Langerhans da Universidade Estadual da Carolina do Norte. Langerhans explica que os órgãos genitais do macho em forma de gancho podem ser um marcador de resposta para as defesas das próprias fêmeas contra investidas indesejáveis. As informações são do Huffington Post.

"Normalmente, a reprodução é mais penosa no sexo feminino, assim fêmeas procuram formas de reduzir o acasalamento com machos de `menor qualidade` ", disse Langerhans, em um comunicado.

"As fêmeas desta espécie evoluíram para ter uma grande bola de tecido que bloqueia a maior parte do poro genital. Isto significa que a mulher teria que deliberadamente permitir que o macho se acasalasse com ela, a menos que o macho desenvolvesse uma arma contra essa defesa", explicou o pesquisador.
A genitália com os quatro ganchos poderia ajudar os machos a superar a resistência e acoplar no poro genital da fêmea, para que os espermatozoides possam ser depositados nela. A fecundação no gênero Gambusia ocorre dentro do corpo da fêmea a ela dá à luz a filhotes vivos.
Por mais estranho que pareça, tais ganchos não são desconhecidos. Em outra espécie nova - a Phallostethus cuulong - que foi recentemente descoberto em partes do Vietnã, os machos possuem o pênis na cabeça, com um gancho irregular para segurar a fêmea durante o acasalamento. Os pesquisadores que descreveram que o peixe em uma edição de julho da revista Zootaxa disseram que a ligação com o companheiro provavelmente ajuda a garantir o sucesso da fertilização.
Langerhans descreveu também outra característica estranha no Peixe Mosquito de Llanos. As fêmeas têm um ponto colorido em seu ânus que parece indicar a localização do poro genital da fêmea, status reprodutivo e espécies. Este último poderia reduzir cruzamento, segundo o pesquisador.
"Então, pode ser que o Gambusia quadruncus evoluiu diferentes pontos anal para ajudar a reduzir os acasalamentos entre espécies e a possível formação de híbridos", concluiu o pesquisador.
Revista IPesque

Peixe gigante no Canadá

Canadense fisgou um esturjão de 3,5 metros e o devolveu à natureza

Fonte: G1 SP por Redação com informações TV CBC
Imagem: Reprodução
TV CBC

O canadense Norman Daley fisgou um esturjão de 3,5 metros de comprimento e cerca de 500 quilos durante pescaria no rio Fraser, perto de Chilliwack, na província da Columbia Britânica, no Canadá, segundo reportagem da emissora de TV "CBC".
Após medi-lo e fotografá-lo, Daley largou o esturjão novamente no rio.
É o segundo peixe gigante capturado no rio nos últimos meses. Em julho, o aposentado Michael Snell fisgou um esturjão de 3,76 metros de comprimento.
Revista IPesque

Pesca com mosca


Saiba mais com Salgado Filho e Gerson Kavamo
Fonte: Salgado Filho
Imagem: Salgado Filho

Não que esta modalidade seja vez ou outra esquecida ou que novos adeptos não busquem, a cada dia, o domínio da técnica, mas ocorre um fato interessante no mercado brasileiro de pesca com mosca. Ela sofre ondas de ascensão e queda, só que a cada novo boom ela se fortalece e se firma mais, quer seja entre os novos pescadores quer seja com lojas, profissionais e serviços ligados a ela.
Isso se deve a uma série de fatores como mídia (revistas, internet, programas de TV), profissionais da pesca ligados à modalidade e, principalmente, pelo constante surgimento de novos fabricantes de materiais, o que, por consequência, ajuda a baixar consideravelmente os preços.
O grande primeiro boom da Pesca com Mosca ocorreu no início dos anos 90, até meados de 1993. Apesar de um grande número de pescadores ter migrado para esta modalidade, um número muito maior ficou de fora, basicamente obstruído por três empecilhos: o preço de equipamentos muito alto; a falta de conhecimento da língua inglesa (não havia praticamente nada de literatura em português e o pouco que havia não era suficiente); e principalmente por falta de com quem e onde aprender. Não havia ainda escolas especializadas e alguns poucos que detinham as técnicas aparentemente não tinham interesse em ensinar, divulgar, talvez para não perder o trono de FLYFISHERMAN – salvo raríssimas exceções.
Ao se ver um pescador desenhando false cast’s (arremessos falsos, aquele vai e vem com a linha no ar) à beira de um lago ou rio, era comum, ao ser questionado sobre o que estava fazendo, que mal respondesse, e quando o fazia, dizia: “Ah, isso é muito difícil”, o que desencorajava totalmente o novato curioso.
Após este período, no final dos anos 90 e início do novo século, não só surgiram escolas especializadas como também pessoas interessadas em divulgar a Pesca com Mosca. Isso não só ajudou os novos interessados, mas criou uma grande alavanca comercial para a modalidade no Brasil, o que durou até aproximadamente o ano de 2004, quando houve uma nova parada.

Os anos passaram, a globalização chegou definitivamente, com o advento de novas tecnologias e encurtamento das distâncias proporcionado pela internet, e novas cabeças passaram a ver a Pesca com Mosca como um bom e próspero negócio. Desta forma, se disseminaram novas escolas ministrando cursos, novas lojas (principalmente as virtuais) e novos serviços ligados ao segmento. Os preços de materiais hoje quando comparados ao passado são irrisórios e fabricantes passaram a produzir varas, linhas e carretilhas que literalmente “cabem” em todos os gostos e bolsos, bem como os chamados “combos” – conjuntos completos compostos por VARA, CARRETILHA, LINHA e BACKING prontos para serem utilizados –, algo que antes era inadmissível na Pesca com Mosca. Claro que, assim como em todos os setores, existem os “combos” de boa e má qualidade.
A principal alavanca, entretanto, foi o surgimento de pessoas realmente interessadas em divulgar, desmistificar e popularizar a Pesca com Mosca. Hoje o mercado vive um novo boom. A Pesca com Mosca tem sido explorada em larga escala pelas revistas especializadas e TV’s, com matérias e programas específicos, e, melhor ainda, que dão ao leitor/telespectador a versão “tupiniquim” da modalidade: nada de apresentação perfeita de mosca, nada de iscas multicoloridas para a captura de Salmões ou das minúsculas moscas secas para a captura de Trutas, mas sim os grandes arremessos com iscas volumosas que buscam as pancadas dos grandes Tucunarés, os saltos maravilhosos dos Tarpons, as acrobacias de Dourados, Bicudas, Matrinxãs, Aruanãs, Traíras, Trairões, enfim, todos os nossos majestosos predadores de águas doce e salgada. Mesmo nos pesque-pague, é possível ver grandes lutas contra os famosos “Redondos”, as grandes Carpas e Tilápias fisgadas com “ração artificial” ou miçangas, por exemplo.
A criatividade do pescador Brasileiro quebra conceitos e antigas barreiras e, dessa forma, a Pesca com Mosca para nós e nossos peixes possui características que tornam o Mosqueiro ou Flyfisherman, como queiram, genuinamente Brasileiro.
Deixo aqui meus cumprimentos e respeito a todos que de uma forma ou de outra colaboram para o desenvolvimento da Pesca com Mosca, divulgando, ensinando, produzindo iscas, vendendo materiais, ferramentas, equipamentos e tudo o que está relacionado a este encantador universo. PARABÉNS.
Revista IPesque